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Tribuna da Defensoria

Método indutivo e dedutivo dos defensores na atuação com efeitos coletivos

Comentários de leitores

7 comentários

Ideias interessantes...

Flávio Ramos (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

... porém faltou elaboração. Um artigo tão ambicioso merecia mais desenvolvimento, talvez com a divisão por temas, e, especialmente, mais cuidado na redação.

Impressionante

GCS (Defensor Público Estadual)

A defensoria deve ser o grande vilã da sociedade. O que os comentaristas não dizem é que a instituição foi considerada a mais importante de acordo com pesquisa do cnmp. No RS é uma das instituições com maior credibilidade social. Certamente isso incomoda alguns que buscavam mamar nas tetas do governo sem prestar concurso. Aliás, o "Leonardo bsb" chegou ao absurdo de copiar o comentário abaixo em várias matérias sobre a defensoria. Falam de monopólio de pobre. Então, por favor, perguntem aos carentes do Rio de Janeiro, onde a defensoria está em todas as comarcas, se eles estão insatisfeitos.

Defensoria pública - jabuticaba brasileira.

Leonardo BSB (Outros)

O trabalho da defensoria é relevante - e não questiono a relevância do seu trabalho, embora o desmiolado Constituinte de 1988 deveria mirar no fim da miséria, com soluções paliativas até lá, e não na sua institucionalização. Outro dia mesmo vi um artigo de um defensora pugnando que todos possam entrar livremente no Brasil, que as autoridades não possam expulsar o invasor! Ora, em que país sério há isso?! Lógico que para a defensoria é interessante importar a miséria, até mesmo por questão de sobrevivência! Veja que exatamente estados mais desenvolvidos, com mentalidade mais progressista, foram os últimos a instituir defensoria! Esse é o caso, por exemplo, de São Paulo, Santa Catarina. E os pobres ficam desassistidos?! Claro que não! Ora, em nenhum país desenvolvido do mundo - e todos eles têm pobre- entraria na cabeça dos agentes políticos criar um órgão assim! Se me permitem a sinceridade, é estapafúrdio! A solução seria fazer como na Inglaterra, em que a tarefa é entregue à escritórios que ganham por serviço prestado, ou mesmo utilizar a advocacia pública, até que atinjamos o desígnio constitucional de erradicação plena da pobreza! Ora, se o advogado público serve para defender os interesses do Estado, da própria sociedade, para que criar um órgão que tem se mostrado elitista, focado apenas em salários e prerrogativas de seus membros, o que ensejou até mesmo na "conquista" de que o defensores ficassem ao lado do juiz e promotor nas audiências, bem distante do pobre (assistido)! Esse pleito abominável, nem mesmo os advogados ricos, que defendem pessoas esclarecidas, fizeram, pois fazem questão de ficar ao lado de seus clientes, até para que não se sintam desamparados. Agora, o pobre, por vaidade do defensor, que se preocupa mais com o status, não!

Promoção social

VitorvRamalho (Outros)

Parabéns ao autor do texto, que foi lido por mim integralmente. Achei interessante o ponto diferenciador entre DP e MP, tendo a Defensoria a função de promoção social e o Ministério Público de defesa do patrimônio público. Ambos os órgãos têm sua razão de ser, cada qual na sua importância. O diálogo da Defensoria com outros órgãos é muito importante, e talvez isso não seja tão aplicado quanto deveria. No mais, a quem reclamou do texto sem sequer ler (inclusive comentando sobre assunto totalmente diverso do que está escrito), recomendo 10 minutos de leitura.

Alienação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Realmente esta coluna já virou piada. Só falta agora dizer que a Defensoria vai acabar com a fome na África, curar a AIDS e por fim à seca no Nordeste. Enquanto isso, na vida real nós temos um Órgão extremamente caro, improdutivo, e que NÃO TEM FEITO DIFERENÇA ALGUMA em que pese os bilhões entregue nos bolsos dos defensores públicos. O pobre, nunca esteve em situação pior.

Comentário Célere

Machado Caldas (Advogado Autárquico)

kkkkkk. "Desta vez" - o comentário da nossa colega, dra. analucia, por pouco não veio antes da publicação do artigo. Talvez por isso, no caso, discordo integralmente daquilo que foi dito e, a meu ver, com todo o respeito, em nada se relaciona com o tema proposto.

olhos e ouvidos dos pobres ....kkkk

analucia (Bacharel - Família)

é a piada do século, nem comprovam a carência.O pobre torna uma espécie de interditado, sem direito de escolha e a Defensoria ainda vende esta imagem de salvadora de pobre..

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