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Carreiras em discussão

Adams propõe encontros para debater unificação de carreiras na AGU

Comentários de leitores

5 comentários

Opção profissional.

Ricardo, aposentado (Outros)

Sou contrário ao permissivo de um funcionário desenvolver atividades privadas paralelas na mesma atividade jurídica em que atua no serviço público.
O recente escândalo do CARF é um indicativo da falta de isenção em separar o joio do trigo

Questão de lógica!

ratio essendi (Administrador)

Por imperativo de logicidade, com a liberação da advocacia privada aos membros da AGU, como pretende o governo, impõe-se a unificação das carreiras. Com efeito, não faz a menor lógica um Procurador Federal poder advogar contra a União - Administração Direta, contra a Fazenda Nacional ou contra o BACEN; um advogado da União poder advogar contra o Ibama; um Procurador da Fazenda poder advogar contra a ANATEL; um Procurador do BACEN poder advogar contra o INSS -; ou seja, a incompatibilidade, em termos lógicos, pressupõe a proibição de os advogados públicos federais advogarem seja contra a União, seja em face das pessoas jurídicas a ela vinculadas, sob pena de uma situação fática totalmente insensata, pois, ao fim e ao cabo, todos são remunerados pela União - Tesouro Nacional, ou não???

Democracia

P. R. (Procurador Federal)

Em um ambiente minimamente democrático, é de se esperar que todos os profissionais afetados pelas decisões governamentais sejam ao menos ouvidos.
O que destruiu esse país (ou sempre impediu que ele fosse construído de verdade) foi a ignorância, principalmente daqueles que se acham donos da verdade...

O contribuinte agradece!!!

ratio essendi (Administrador)

De rigor a racionalização dos trabalhos e a otimização no uso dos recursos materiais e humanos no âmbito da AGU. O contribuinte agradece. Impõe-se a unificação das carreiras, mantidas suas expertises em âmbito interno, administrativamente, bem como a extinção de cargos comissionados que apenas servem a interesses políticos e ao aparelhamento da instituição! Meritocracia e sobreposição do interesse público ao corporativo, por favor!

Situação que acabou com o País

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Que bobagem! Eles vão fazer reuniões para negociar o apoios dos membros da AGU ao Governo cambaleante em troca de concessão de vantagens aos ocupantes dos cargos, e nada mais. O que farão, em verdade, é a atividade que destruiu essa República.

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