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Carreiras em discussão

Adams propõe encontros para debater unificação de carreiras na AGU

A unificação das carreiras da Advocacia-Geral da União será debatida com membros e associações em reuniões promovidas pela Escola da AGU. A sugestão foi apresentada pelo advogado-geral da União, ministro Luís Inácio Adams, a entidades representativas das categorias nesta quarta-feira (21/10).

Segundo Adams, a intenção é chegar a um consenso sobre o documento que irá embasar a proposta que está sendo elaborada pelo Ministério do Planejamento e, em seguida, irá para o Congresso Nacional. "Eu vou apoiar os debates que cada um de vocês [associações] promover com o objetivo de chegar a um projeto adequado para as carreiras", disse o ministro.

A inclusão dos advogados públicos aposentados nas medidas de fortalecimento da instituição, uma reivindicação dos integrantes das carreiras da AGU, também contará com o apoio de Adams. "É um compromisso pessoal meu. Eu vou defender que todas as melhorias conquistadas pelas carreiras sejam estendidas aos aposentados", afirmou.

O cronograma de encontros para discutir a unificação ainda será divulgado pela Escola da AGU. As manifestações serão transmitidas ao vivo pela TV Escola. Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.

Revista Consultor Jurídico, 21 de outubro de 2015, 21h15

Comentários de leitores

5 comentários

Opção profissional.

Ricardo, aposentado (Outros)

Sou contrário ao permissivo de um funcionário desenvolver atividades privadas paralelas na mesma atividade jurídica em que atua no serviço público.
O recente escândalo do CARF é um indicativo da falta de isenção em separar o joio do trigo

Questão de lógica!

ratio essendi (Administrador)

Por imperativo de logicidade, com a liberação da advocacia privada aos membros da AGU, como pretende o governo, impõe-se a unificação das carreiras. Com efeito, não faz a menor lógica um Procurador Federal poder advogar contra a União - Administração Direta, contra a Fazenda Nacional ou contra o BACEN; um advogado da União poder advogar contra o Ibama; um Procurador da Fazenda poder advogar contra a ANATEL; um Procurador do BACEN poder advogar contra o INSS -; ou seja, a incompatibilidade, em termos lógicos, pressupõe a proibição de os advogados públicos federais advogarem seja contra a União, seja em face das pessoas jurídicas a ela vinculadas, sob pena de uma situação fática totalmente insensata, pois, ao fim e ao cabo, todos são remunerados pela União - Tesouro Nacional, ou não???

Democracia

P. R. (Procurador Federal)

Em um ambiente minimamente democrático, é de se esperar que todos os profissionais afetados pelas decisões governamentais sejam ao menos ouvidos.
O que destruiu esse país (ou sempre impediu que ele fosse construído de verdade) foi a ignorância, principalmente daqueles que se acham donos da verdade...

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