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Direito na Europa

Por Aline Pinheiro

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Luxo dispensável

Justiça precisa funcionar sem advogados, diz chefe do Judiciário da Inglaterra

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O chefe do Judiciário da Inglaterra quer acabar com a ideia de que o advogado é indispensável para o bom funcionamento da Justiça. Em um discurso recente, Lord Thomas of Cwmgiedd defendeu que o sistema judicial precisa se adaptar para funcionar sem a interferência de um profissional da advocacia.

Na Inglaterra, o jurisdicionado não precisa ser representado por um advogado na Justiça. Com os cortes na assistência judiciária, é cada vez maior o número de pessoas que vão sozinhas aos tribunais. Isso acaba contribuindo para a lentidão judicial, já que os juízes precisam reduzir a marcha dos julgamentos, trocar a linguagem e explicar os procedimentos para o cidadão leigo.

Para Lord Thomas, essa adaptação deve ser feita em maior escala, e não caso a caso. Advogado é um serviço caro e são poucos que podem pagar, disse.

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 é correspondente da revista Consultor Jurídico na Europa.

Revista Consultor Jurídico, 13 de outubro de 2015, 16h16

Comentários de leitores

6 comentários

Muito Bom!!!!!!!!!!

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Mas para nós, não serve!!!!
Na Inglaterra, quem manda é o Primeiro-Ministro. Não funcionou, cai. Aqui, pedala-se, faz-se tráfico de influência para construtora, enriquece-se a família outrora modesta e... Continua-se no Poder.
Aqui, erro estatal provocado pelo Judiciário, segundo decide o próprio Judiciário, não acarreta em dever de indenizar, tampouco direito estatal de regresso ao causador do dano. Além do mais, juiz é vitalício. O Poder Judiciário faz greve todos os anos, preferencialmente no segundo semestre para que seja possível emendar com os recessos de final de ano.
É muito bom, mas para nós não serve.

não confunda

frank_rj (Outro)

o citado não propôs o fim dos advogados. prega, sim, a melhor adaptação da justiça daquele país ao sistema que lá já existe. advogados existem aos montes na inglaterra e nos eua. apenas há a opção de ir ao judiciário sem a assistência de advogado.
eu também defenderia essa possibilidade com o aperfeiçoamento do processo eletrônico e cautelas aptas a evitar a exposição dos hipervulneráveis.

ele não propôs justiça sem juizes

daniel (Outros - Administrativa)

logo, o comentário do leitor não faz sentido.

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