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Reforma administrativa

Dilma corta 8 ministérios, 30 secretarias e 3 mil cargos comissionados

Comentários de leitores

4 comentários

Gastos Públicos

IAS (Procurador do Município)

É pouco. A grande maioria dos ministérios podem ser cortados que não fará nenhuma falta. Alguns podem ser agrupados e outros, simplesmente, extintos. O corte dos cargos comissionados foi tímido. O corte do "salário" da Presidente foi pura demagogia. Ela vai cortar os gastos com as compras do Palácio, com roupas e cabeleireiro? Quando a coisa aperta no mundo real, a primeira coisa que se corte são os gastos supérfluos. Vamos parar de pagar caviar e vinhos das melhoras safras para almoços e jantares para correligionários, deputados, senadores, governadores, que visam dar sustentação política para o governo? Acabou, o governo tá ficando muito caro. O povo brasileiro não é uma máquina de fazer dinheiro, nós trabalhamos para ganhá-lo e não é justo sustentarmos quem não trabalha para dar ao povo melhores condições de vida. Estamos voltando a idade média, onde os vassalos trabalharam para sustentar os donos das terras, os senhores feudais. Senhores Políticos tenham cuidado com o que fazem, a resposta será dada nas urnas na próxima eleição.

Redução de salário da Presidente??

Carlos Frederico Coelho Nogueira (Cartorário)

Mera demagogia a redução de 10% nos vencimentos da Presidente da República, integrante do pacote da reforma ministerial.
Os vencimentos que constam do holerite da dita cuja constituem parcela ínfima do que ela realmente ganha, pois tem casa (palácio) de graça, não paga luz, gás, água nem telefones, tem automóveis com motorista, avião e helicópteros à disposição, ampla criadagem, roupa lavada e passada, comida e bebida à beça, viagens gratuitas (até em feriados), assistência médico-hospitalar de primeiro mundo etc.etc.etc.
Demagogia, má-fé e enganação.
Carlos Frederico Coelho Nogueira
Professor de Processo Penal

Politicagem

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Sem contar que essa reforma ministerial, que inicialmente era para enxugar a maquina pública, acabou virando uma maneira de distribuir mais cargos a aliados para garantir sustentação politica a um governo que está se esfacelando.

O famoso "toma lá da cá", verdeira politicagem. E tem gente que ainda acredita que o grande mal da corrupção está na doação eleitoral de empresas.

Mas enfim, esse é o nosso Brasil...

Começo, mas longe do ideal

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Muito pouco frente aos desafios de conter a desmedida gastança de dinheiro público, mas já um começo. O passo seguinte seria diminuir os vencimentos dos servidores públicos em 20%, com exceção dos professores, policiais e profissionais da área de saúde (que colocam "a mão na massa").

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