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Benefício previdenciário

Associação de fiscais da Receita questiona no STF mudanças em pensão por morte

Comentários de leitores

4 comentários

Fim!

Karlos Lima (Oficial de Justiça)

Desde que me conheço por gente como dizia meu pai, percebo que este pais não tem jeito. É tirando do pobre para dá ao rico, e sempre será assim. Chega as eleições e vem as promessas, ao passar vemos que foi somente mais uma gama de mentiras, porque todos mentem. Autoridades, e pessoas comuns, mais os maiores deles são os que têm o poder sobre os pobres. Por isso, amigos comentaristas, não se preocupem que essa ação será julgada IMPROCEDENTE. Porque improcedente, porque os poderes Legislativo e Judiciário se conjuminam com o poder Executivo; melhor dizendo: Não são independentes, mais são harmônicos entre si. Ou seja, se locupletam.

Não se está "abandonando" os cidadãos

João Afonso Corrêa OAB RS 116.282 (Advogado Autônomo)

apenas se está fazendo o necessário ajuste sobre os benefícios. Não se está suprimindo os direitos sociais, apenas ajustando-os em face do patente déficit que o mesmo vem apresentando. Se a conta não fecha, há que se tomar medidas.

A desigualdade de direitos

Flávio Souza (Outros)

Todas as entidades como sindicatos urbanos e rurais, federações e confederações deverão integrar essa ação com vistas a que o direito seja unificado, não permitido sob hipótese alguma benefício a uns em detrimento de outros. Inadmissível que existam regras previdenciarias diferentes entre as pessoas, seja elas urbanas e rurais ou estatutários e celetistas. Não tem lógica os celetistas contribuírem até o teto assim como estatutários e sofrerem a incidência do fator previdenciário diminuindo assim sensivelmente o benefício. Ora, celetistas e estatutários que contribuam até o teto deverão ter o benefício na mesma proporção. E mais, se aos estatutários inativos são deferidos mesmo direito que os ativos (EC 98), entendo que os celetistas tb deveriam gozar de idêntico direito. Toda essa desigualdade vem sendo causada pelos nossos legítimos representantes (parlamentares) com a anuência da população que passivamente não se mobiliza para que isso não aconteça. Infelizmente vivemos num mundo onde a igualdade e fraternidade e pregada da boca pra fora. Incrível como a população não acorda para estudar detalhadamente que o fator 85/95 é prejudicial quando observado a grande rotatividade no emprego e o próprio desemprego que proporciona o desequilíbrio já que a recolocação no trabalho pode demorar. Assim, nas regras do fator 85/95, poderá acontecer da pessoa atingir a idade mas não terá a contribuição, já que está é obrigatória. Portanto, nessas regras, alguém (homem) alcançará 70 anos mas não terá a 30 anos de contribuição. Uma pena que a população, em especial, os jovens de amanhã não acordaram ainda para todas essas modificações na Previdencia Social. Abs

aparentemente a Associação é a favor das fraudes....

daniel (Outros - Administrativa)

muito estranha a iniciativa do pedido, principalmente vinda de uma carreira que faz extorsão aos cidadãos com entendimentos absurdos sobre fato gerador...

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