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Limite Penal

Deus me livre de ser julgado
pelo seu bom senso

Comentários de leitores

7 comentários

Jogo de cartas marcadas onde os peões são logo engolidos

Macaco & Papagaio (Outros)

Com honrosas exceções, muitos dos superpoderosos e oniscientes membros do Ministério Público de hoje contam com o auxílio de alguns arautos novinhos da Polícia, especialistas em criar novelas americanizadas, Assim, o processo penal vem-se transformando em um jogo de cartas marcadas; elm alguns casos, forjadando-se o contraditório e a defesa para legitimar qualquer condenação toque de caixa. Enquanto este país tiver essa cultura litigiosa e de discussão judicial para tudo, para que apenas a classe dos bachareis faz de conta que resolve tudo, admitimos calados e passivos à cumualação de auxílios-moradias com os pomposos subsídios de quem já está com a barriga cheia, redigindo argumentos serelepes e usando silopsismos jurídicos em confortáveis gabinetes. Enquanto a República tiver curva a estes novos "deuses" , que querem guilhotinar até mesmo as cabeças de inocentes para engordar suas vaidades e estatísticas, razão assistirá ao estudante que escreveu aqui, com sábia perfeição e certeza: "o Direito, a arte da empulhação". É bem possível, porém, que, se este mesmo estagiário se formar e passar em algum concurso da "elite jurídica", logo vai esquecer seu protesto, desprezará a trilha do bom senso e irá juntar-se ao perfumado mundo de muitos pulhas de paletó que não querem a verdadeira Justiça. Para se livrar de recalques e paranoias é preciso ter mais que teorias, urge revestir-se também de caráter espiritual e intelectual!!! Revisão aos mosqueteiros do Rei. Alimentem melhor e deem poder aos professores da verdadeira arte da educação que ainda vivem de migalhas do Estado e da burguesia empresarial que prostituíram o estudo de base.

tomada de decisão

janaina macedo calvo (Economista)

Quantas decisões você tomou por impulsividade? Todo gestor tem como principal característica a tomada de decisão, é preciso pesar as vantagens e desvantagens de cada alternativa buscando o melhor desempenho. É um processo que envolve critérios, formas, analises e alternativas.
Vejam novo post no blog Café&Finanças
Bjocas carinhosas!!!
http://cafeefinancas.blogspot.com.br

Brilhante...

Luis Feitosa (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Dr. Alexandre,
elogiar seus textos seria "chover no molhado", todos são de um brilhantismo incontestável.
Ouvir o lucido conteúdo de um magistrado é de fato admirável. Parabéns!

Direito, a arte da empulhação....

Gerson Caicó (Estudante de Direito)

Ainda criarei um 'programinha' para decisões judiciais à prova de gente (bom senso (in)comum)...se bem que ainda sim vai precisar de um humano para inserir os dados no formulário (norma, fato, circunstâncias atenuantes, agravantes, causas de aumento e diminuição de pena, etc)...é, acho que além do 'programinha', terei que criar um robozinho para inserir os dados...
Direito, a arte da empulhação!

Alvíssaras da dialética

Ana Karenina (Outros)

A coluna faz um balanço adequado do problema espinhoso da interpretação/aplicação, reconhecendo, na remissão a Zizek, a importância de sairmos do artíficio do Um (o um é sempre produto de uma conta que, erigindo uma harmonia falsa, arma melhor o mito da unidade), para entender o solo, inafástavel, do dois. A dialética poderia ser resumida a este enunciado: O um se torna de dois.
Badiou, com o rigor lógico de um filósofo refinado, é crucial:
“O Dois assim invocado não é invocado como reduplicação do um da conta, a repetição dos efeitos da lei. É um Dois originário, um intervalo de suspense, o efeito cindido de uma decisão” (O ser e o evento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1996, p. 169).
Aqui está o solo adequado para o princípio do debate. Não creio que a hermenêutica possa dar conta justamente porque tem lido erroneamente o conceito de evento em Heidegger. . Marlène Zarader, no livro “Heidegger et les paroles” ( Paris, Vrin, 1985) afirma que o remontar de Heidegger à história da metafísica deve conduzir a uma proposição nova do problema da origem no sentido não apenas da recuperação da presença do ser, mas no duplo sentido de que o ser está dado e subtraído, repita-se dado e subtraído, na tradição. O ser se substrai à tradição.
Mas a dialética nunca apostou no voluntarismo. Temos tarefas enormes a empreender e isso é bom. Fico feliz em ver que a dialética pode ser reativada para além dos clichês.
Parabéns.

Excelente

Marcos Kirchheim (Outros)

Muito bom o artigo!
Parabéns!

Parabéns.

Fabio Mello Veiga (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Excelente artigo.

Talvez o melhor!.

Forte abraço.

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