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Política de Ordem

Marcos da Costa é reeleito presidente da OAB de São Paulo

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O atual presidente da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcos da Costa, foi reconduzido ao cargo nesta quarta-feira (18/11). Até o momento, mais de 100 mil votos foram apurados e a chapa Trabalho pela Advocacia está com 42,3% dos votos válidos.

O segundo lugar na disputa ficou com Ricardo Sayeg, que, até o momento, tem 17,7% dos votos, seguido por Sergei Cobra (16%); João Biazzo (9,5%); Hermes Barbosa (8,5%); e Anis Kfouri (6,4%). Brancos e nulos, na última eleição, somaram cerca de 7%.

A apuração foi interrompida às 22h e será retomada nesta quinta-feira (19/11). Estima-se que 160 mil advogados tenham ido às urnas, entre os 250 mil profissionais no estado. A multa para quem não compareceu é de 20% da anuidade, ou seja, R$ 176.

Marcos da Costa foi reeleito em São Paulo.
OAB-SP

Antes de ser eleito presidente, em 2012, Marcos da Costa já atuou como tesoureiro nas duas primeiras gestões de Luiz Flávio Borges D'Urso e como vice-presidente na terceira administração do ex-mandatário.

O grupo que administrará a OAB-SP a partir de janeiro de 2016 será diferente do que gere a entidade atualmente.

Na nova formação, o vice-presidente será Fábio Romeu Canton Filho, atual presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo (Caasp). Gisele Fleury Lemos, que é diretora da Caasp, atuará como secretária-geral adjunta.

Além deles, Ricardo Luiz de Toledo Santos Filho, atual conselheiro da instituição, será o tesoureiro. O único que se manteve no posto foi Caio Augusto Silva dos Santos, que permanecerá como secretário-geral.

Os representantes paulistas em Brasília serão mantidos. São eles: Guilherme Octavio Batochio, Marcia Melaré e Luiz Flávio Borges D'Urso. Seus suplentes serão Carlos José Santos da Silva, o Cajé, presidente do Centro de Estudos das sociedades de Advogados; Aloísio de Lacerda Medeiros; e Arnoldo Wald Filho.

Já a composição da Caasp será a seguinte: Braz Martins Neto (presidente), Arnor Gomes da Silva Júnior (vice-presidente), Rodrigo Ferreira de Souza de Figueiredo Lyra (secretário-geral), Alexandre Ogusuku (secretário adjunto) e Jorge Eluf Neto (Tesoureiro).

No conselho seccional também há mudanças, pois, se comparada à atual equipe de conselheiros, 45% dos integrantes foram substituídos. Dos 75 conselheiros anunciados, 24 não estão na atual composição e dez eram suplentes.

Clique aqui para conhecer a chapa de Marcos da Costa.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 18 de novembro de 2015, 20h57

Comentários de leitores

31 comentários

Caro Philosophiae Doctor (Outros)

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Algumas das suas ponderações são pertinentes, apesar de não condizerem com nenhum tipo de capacidade excepcional de avaliação do cenário jurídico e social. Jornalistas, de maneira geral, desejam nada mais do que... influência e poder. Apresentam fatos, mas poucas vezes informam adequadamente.
Você pode litigar na Justiça do Trabalho sem advogado. Fique à vontade para suportar os resultados. Necessário dizer que a implantação da CCPs na CLT deu margem a que muitos sindicatos lesassem os seus filiados, além de aumentar a " produtividade" dos juízes com sentenças que nada resolviam, apenas encerravam o processo por falta de submissão da questão às CCPs. Nos Juizados, o sistema (não precisar de advogado) é o mesmo. Mas se um Juiz (no juizado ou no sumarríssimo) resolver sua questão com base no "achismo pessoal" e não na lei, você não terá muitas oprtunidades de recorrer. Haverá agilidade no processo, mas não se fará Justiça. E o "sumaríssimo"hoje tramita com a mesma demora de um "ordinário". Justiça ordinária, não? De outro lado, toda a forma e pretensão da "desregulamentação" esconde a intenção de subsituir uma lei vigente por uma outra "oculta": Lei de Gérson, Lei do Mais Forte etc.
De fato, a Advocacia sofre da proletarização. Empresas globais precisam de muitos "despachantes" para fazerem acordos irrisórios nos Juizados. Se nos Estados Unidos elas agem com deteminados padrões éticos, aqui desrespeitam a tudo e a todos fazendo dos Juizados seus balcões de atendimento e estabilização segura, mínima, de suas obrigações, sempre com o aval do Judiciário que não admite o "enriquecimento ilícito" almejado por ações indenizatórias propostas por consumidores.

Atraso

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

As considerações do colega Jarbas Andrade Machioni (Advogado Sócio de Escritório) refletem bem o atraso em que estamos em matéria de democracia. Reclamar da vitória de Marcos da Costa (ou de Dilma ampliando um pouco a questão) não é choro de perdedor. Isso porque, tanto a eleição da OAB/SP, como a própria eleição para Presidente da República, são processos decisórios viciados, moldados em todas as suas fases para perpetuação no poder. Dilma foi eleita por aqueles que almejam cargos e benefícios sociais. O País se dividiu, havendo de um lado os cidadãos que trabalham e produzem, e de outros os que mamam nas tetas do Estado. O resultado desastroso não tardou a aparecer. O voto de cabresto articulado pelo PT permitiu em verdade que uma quadrilha fosse mantida no poder, e o resultado está aí para quem quiser ver: um País inteiramente quebrado, esfaceldo em todas as dimensões e sem nenhum futuro. Na eleição da OAB/SP nós temos uma situação muito parecida. Marcos da Costa e os seus ganharam através de mecanismos articulados para a perpetuação no poder, como eu já disse abaixo. Assim como era obrigação de todo cidadão honesto reclamar da vitória de Dilma e dos petistas, conclamando inclusive por mudanças no processo eleitoral, é obrigação de todo advogado honesto reclamar da vitória de Marcos da Costa. Em verdade, se tivéssemos sidos mais enfáticos e radicais em face à vitória de Dilma, iniciando por extirpar do TSE os petistas e exigido meios mais palpáveis de controle dos votos (vejam que agora aprovaram em definitivo o voto impresso) talvez o País não estivesse hoje nesta encruzilhada que está hoje. Reclamar de resultados de eleições antidemocráticas é exercício da democracia, e obrigação de todo cidadão ou advogado honesto.

Não se pode agradar gregos e troianos

Dra I B S (Advogado Autônomo - Civil)

Antes de mais nada, parabenizo o Dr. Marcos da Costa, pois, sem sombra de dúvidas, durante o primeiro mandato, a advocacia foi reconhecida e honrada, tanto quanto na presidência anterior, com o Dr. Luiz Flavio Borges D'Urso (que participa da chapa inclusive), e acredito que continuará assim, fazendo jus ao lema "Trabalho pela advocacia". Vale a pena destacar que o Dr. Marcos da Costa conta, neste momento, com quase 40% dos votos dos(as) advogados(as) do Estado de São Paulo, o que indica competência, sim. Finalizando, gostaria de sugerir que se algum colega não estiver contente com a futura gestão ou tiver algum problema no exercício da profissão, experimente enviar um email para a presidência e verá o apoio que receberá. Foi isso o que fiz e por isso estou aqui para testemunhar. Boa tarde e Feliz 2016 a todos.

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