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Direito na Europa

Por Aline Pinheiro

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Vigilância virtual

Ataques em Paris podem acelerar plano
da Inglaterra de acabar com privacidade

No começo do mês,  o governo do Reino Unido anunciou que pretende legalizar a vigilância em massa na internet. A proposta apresentada pela secretária Theresa May é obrigar os provedores de internet a armazenar por um ano o histórico de sites acessados pelos usuários.  Essa informação poderia ser consultada pela Polícia e pela agência de inteligência sem autorização judicial. 

O anúncio foi feito antes dos ataques terroristas em Paris,  na semana passada. Agora, a ameaça crescente de terrorismo está sendo usada como justificativa para que deputados peçam ao Parlamento que acelere a votação do projeto de lei apresentado pelo governo.

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Revista Consultor Jurídico, 18 de novembro de 2015, 13h40

Comentários de leitores

2 comentários

Vão proibir o TAILS?

Ramiro. (Advogado Autônomo)

Quem quer ter navegação anônima na internet usa o TAILS,
https://tails.boum.org/
O problema é que o próprio acesso ao site do programa imediatamente aciona a vigilância da NSA, mas uma vez gravado em um DVD, se acessa a Internet em qualquer computador sem mesmo precisar de HD instalado...

Adequação, necessidade, proporcionalidade

Igor Moreira (Servidor)

Não creio que essa colisão de princípios seja proporcional. Mitigar a privacidade de todos os cidadãos na internet, espaço de vida pública cada vez mais importante, para tentar capturar terroristas. Estes sempre terão outros meios para se comunicar, como a deepweb.

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