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Política de Ordem

Dar transparência ao orçamento da OAB-SP é principal proposta de João Biazzo

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Comentários de leitores

16 comentários

Exame da ordem queremos debater

Ariosto Moreira da Rocha (Bacharel - Administrativa)

O que mais temos solicitado é um debate aprofundado sobre o exame da ordem, ao contrário do que diz na matéria, ele não deixa apto e não qualifica, apenas abriu as portas para corrupção de uma entidade que é partidária. DESIGUALDADE, cadê o código de ética, para ser usado em face da OAB? Como querem falar de ética plicando um exame que reprova 88%?

Eu Vou de Biazzo'15

Advocacia Costa Alves (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Concordo em genero, numero e grau com as colocações dos Colegas, Drs. Marcos Alves Pintar e Dr. Eduardo Figueredo. Eu já declarei o meu voto ao Nobre Candidato pela chapa INOVA OAB, sem dúvidas são propostas arrojadas, de vanguarda, que trará uma nova realidade a nossa instituição, sem hipocrisias, vivemos uma nova realidade e precisamos de novos líderes que possam aparecer e trazer a nossa categoria novas medidas que possam ser postadas em práticas, já que vivemos o caos da antiga e desgastada estrutura na OAB/SP que é dominada pelo mesmo grupo politico a 10 anos.
Precisamos leva a OAB/SP a uma nova realidade em suas práticas administrativas, institucionais, valorizando a instituição, a categoria, a classe da advocacia indistintamente alcançando a todos, advogados da Capital, do interior, da cidade pequena, média, da metrópole, da Avenida Paulista, dos Jardins, da zona oeste, zona norte, Zona Leste, da Zona Sul, e, até mesmo a este nobre Advogado que vos fala que tem um escritório estabelecido a 10 anos em uma área carente com muito orgulho, e, vos convido a conhecê-lo. Tenho atendido indistintamente ao miserável, pobre, classe média, pequeno comerciante, pequeno empresário, trabalhadores que contribuem para o avanço sócio-econômico deste país e que merecem respeito.

Ao Marcelo_drum (Estudante de Direito - Internet e Tecnologi

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Caro, você e os seus comentários me lembram bastante um integrante da OAB que aparece muito na TV Cidadania fazendo companhia, na bancada, aos palestrantes... Lembram também "outro" integrante da OAB que sempre aparecia por aqui dando seus "bicalhos"...
A Direção da OAB já está terceirizada, há muito tempo!
Os que lá estão são apenas inscritos na OAB, mas Advogados (com toda a carga e simbologia que a palavra carrega) não são...

Como é que é????

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

advogados (com "azinho" mesmo, quebrando as regras do idioma) são suscetíveis e são facilmente influenciados por promessas impossíveis.
São facilmente iludidos com "Bolsas CAASP" e "Bolsa-Assistência Judiciária". Basta ver o empenho do Sr. Marcos da Costa e dos seus seguidores em propalar a suposta relevância das esmolas (atuação da CAASP) pagas com os recursos da própria Advocacia.
E o discurso das tais "prerrogativas"? Como se "prerrogativas" fosse um produto consumível e comercializado.
Ora, ora... E em Santo Amaro?
Certa vez fui à Casa do Advogado pedir um exemplar do Estatuto para poder fazer prevalecer as minhas prerrogativas em uma vara cível e ouvi a "advertência" para não "arrumar confusão"...
Mais recentemente, entendi o motivo: dias desses o ex-presidente e secretário municipal exonerado, acometido da "síndrome de lullá", expôs advogado de seu escritório e o responsabilizou por atos praticados desde 2012 sob o timbrado da sua banca, alegando não "saber de nada". Piada, não?
Prerrogativas? Respeito? Se expôs o seu próprio empregado, como é que vai garantir respeito aos advogados alheios aos seu círculo de relacionamento?

Fundo do poço..

Luiz C. Souza (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Realmente chegou ao fudno do poço. Não bastasse um candidato a presidência defender a terceirização da presidência para um "gerentão burocrático" e poderoso, encontra advogados que o poiam. Fundo do poço pra ambos!

Modelo falido

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Outra coisa. Precisamos admitir que a advocacia no Brasil chegou ao fundo do poço. Não dá mais, e precisamos buscar soluções. O modelo que está aí é falido. Ainda nesta semana eu estive analisando alguns processos já transitados em julgado e a verba sucumbencial a receber. Enquanto o benefício em favor dos cliente foi da ordem de 600 mil reais nos processos analisados, nós temos a receber a título de sucumbência pouco mais de 3 mil reais. Dá para exercer a advocacia dessa forma? Trata-se de uma sucessão de desastres. Juízes decidem como querem sem se importar com a figura do advogado. OAB morta, que não age, não atua. Nós mesmos temos culpa, na medida em que já deveríamos ter denunciado todos os envolvidos, inclusive os acomodados na Ordem, ao Tribunal da OEA, por estarem através da manipulação da decisão jurisdicional exterminando uma classe inteira de profissionais. Vamos parar com o discurso hipócrita e admitir que precisamos repensar toda a advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil, pois o modelo que está aí, como dito, é completamente falido.

Cada um na sua área

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Sim, todo bom escritório de advocacia deveria contar com um administrador. O pensamento assusta aqueles mais tradicionais, que acreditam que estar a frente de um escritório ou empresa é ser uma espécie de senhor feudal local, que teria seus poderes diminuídos com a presença de um administrador. Infelizmente, ainda vige no Brasil a mentalidade do fundo de quintal, na qual o dono do empreendimento é uma espécie de "herói" que luta contra tudo e contar todos para "gerar empregos" e "movimentar a economia". Em verdade, as empresas que deram certo e ainda continuam a trabalhar são as que se profissionalizaram, sendo que a respeito dos escritórios de advocacia o mesmo deve ser dito. Porém, é certo que nem todos os escritórios brasileiros possuem condições de contratar um administrador, uma vez que o tamanho médio dos escritórios não comporta tal espécie de gasto. No entanto, quando se fala em uma Entidade do tamanho da OAB, com arrecadação na casa dos bilhões, o custo real com um bom administrador é ínfimo, tornando a empreitada totalmente viável. Vamos parar de amadorismo e de mentalidade paternalista controladora.

Covardia, inocência ou falta de inteligência

Luiz C. Souza (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Ocorre que a Ordem é uma instituição notável e importante demais na estrutura jurídica, social, econômica e política do Brasil, de tal sorte que o exercício da Presidência da Ordem (Conselho Federal e Seccionais) reveste seu mandatário de tal relevância e poder que se faz mister que estes cargos sejam ocupados por Advogados, todos profundos conhecedores não só de justiça, como sociedade, política, administração, economia, história, etc... Revestir um mero administrador (CEO) contratado de tal envergadura significa se acovardar diante da missão histórica que cabe à Ordem e que a sociedade civil nos confiou: Fazer Justiça.

Sério?

Jouber Turolla (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

Contratar CEO?
Ora, ora. Por favor, mais respeito.
Um absurdo.

Advogado não é. E quem é?

Marcelo_drum (Estudante de Direito - Internet e Tecnologia)

Advopgado não é administrador. Então contrata um CEO pra administrar. Terceiriza e foge da responsabilidade. Seguindo esta lógica, que eu saiba, o advogado também deveria terceirizar a administração do seu próprio escritório. Como advogado não é nada além de advogado, ele deveria terceirizar todo o resto na vida... tsc tsc... Papo de preguiçoso que não quer administrar a Ordem. Quer apenas o prestígio que o título lhe conferiria....

Confiabilidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O discurso do candidato João Biazzo é harmônico e coerente. Em relação à contratação de pessoal externo para administrar a OAB, trata-se de uma proposta corajosa e moderna. Advogado não é administrador. Nós somos formados e nos especializamos em direito, não em administração, e por esse motivo se faz necessário contratar pessoal especializado para essa função. A OAB/SP hoje é uma entidade com 300 mil profissionais inscritos, e não se pode continuar no amadorismo. Veja-se o buraco na qual estamos imersos, com a anuidade mais cara do planeta e uma Ordem que não está nem aí com o advogado. A propósito, o Chile promoveu uma profunda e exitosa reforma no sistema de justiça, quando foi introduzida a figura do administrador judicial. Estive vendo alguns relatórios sobre a mudança, e o ponto que gerou maiores atritos foi justamente a questão do administrador. Os juízes tradicionais, incapazes de administrar os tribunais por não terem formação, rebelaram-se em face à mudança, em que pese os êxitos conseguidos. A criação da figura do administrador na Ordem, bem como a profissionalização de todas as comissões, inclusive com remuneração, é algo que tarda na OAB. Por outro lado, a pergunta que não quer calar é: devemos confiar no candidato João Biazzo? Sim, porque engendrar um belo discurso em época de eleição é fácil. Qualquer marqueteiro monta a estratégia e o discurso em dois dias e 5 garrafas de vinho. Biazzo nunca esteve entre nós, antes de se lançar candidato, quando o assunto é defesa da classe. Por outro lado, sabe-se que sua campanha está sendo feita há bastante tempo, e ainda não foi explicada a origem dos recursos para bancar tudo isso. Será tudo de graça e por amor à Ordem? Não estou aqui fazendo nenhuma acusação, mas creio que merecemos respostas.

Na onda da terceirização

Marcelo_drum (Estudante de Direito - Internet e Tecnologia)

O cara quer terceirizar a presidência da Ordem. tsc tsc tsc! Contratar um CEO pra não ter que presidir a Ordem... Brincou

Último ou primeiro tanto faz

Marcelo_drum (Estudante de Direito - Internet e Tecnologia)

Blá, Blá, Blá...Blá, Blá, Blá...Blá, Blá, Blá...
Ser o último permite responder todos os outros, mas também permite a todos os outros assumir posições, propostas e posturas antes. Tanto faz pois a advocacia não é composta de estúpidos e analfabetos que não conseguem interpretar e entender os que está aposto. Além disso, quem disse que todos os 300 mil advogados bandeirantes vão ler o Conjur? Santa paciência viu!

Tanto faz

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Tanto faz a posição que Marcos da Costa ocupará aqui na CONJUR nas entrevistas aos candidatos. Tudo o que ele dirá são bobagens e falsidades, o que ele vem fazendo há três longos anos.

Exame da OAB mal necessário ? Como assim?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos escrito e jurista. Não é alçada da OAB e nenhum sindicato avaliar ninguém. Art. 209 CF diz que compete ao poder público avaliar o ensino. OAB é uma entidade privada e não tem poder de avaliar ninguém. Art. 5º- XIII, CF “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases - LDB - Lei 9.394/96 art. 48 da LDB: os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular. Ou seja o papel de qualificação é de competência das universidades e não de sindicatos. A própria OAB reconhece isso. É o que atestava o art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais) "Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de advogado conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas. Esse dispositivo foi deletado (revogado) propositadamente pelo Novo Código de Ética da OAB. Porém tem efeito "Ex-nunc".
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico; não tem poder de regulamentar leis, e não tem poder de legislar sobre exercício profissional. Mas para calar nossas autoridades, depois do desabafo do então Presidente do TJDFT Des. Lécio Resende: “Exame da OAB É uma exigência descabida. Restringe o direito de livre exercício que o título universitário habilita”, pasme, OAB usurpando papel do Congresso Nacional, isentou do seu exame isentou do seu exame caça-níqueis os bels. em direito oriundos da Magistratura, do MP e os bels. em direito, oriundos de Portugal. E com essas tenebrosas discriminações essa excrescência é Constitucional?

Não há razão para Marcos da Costa ser o último!

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

A seriedade da proposta do Conjur fica comprometida.
Marcos da Costa deveria ser o primeiro ou uns dos prineiros.
Sendo o último, alémnde ser situação, terá a vantagem de responder a todos os outros, com bastante tempo.

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