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Nova ferramenta eletrônica muda envio de processos para o TST

A nova versão do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) estende a todos os tribunais regionais do Trabalho um canal de transmissão dentro do próprio sistema que permite a remessa de processos eletrônicos para o Tribunal Superior do Trabalho.

Chamada de Conector, a ferramenta foi implantada inicialmente, em caráter piloto, nos TRT da 1ª Região (RJ), 3ª Região (MG), 7ª Região (CE) e 15ª Região (Campinas/SP), e agora liberada a todos os regionais. 

Para a coordenadora do Comitê Gestor Nacional do PJe-JT, desembargadora Ana Paula Pellegrina Lockmann, o Conector permite que o processo chegue ao TST de forma mais rápida e transparente. Antes, os processos eletrônicos eram transmitidos pelo e-Remessa, que exige procedimentos manuais, inclusive a digitalização dos autos e a conversão dos arquivos para o formato PDF antes do envio.

Até a consolidação do Conector, os dois canais estarão ativos, e o módulo antigo permanecerá ativo para os processos digitalizados que tramitam em meio físico. Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TST, Tiago Peixoto, a nova ferramenta reduz essas intervenções manuais e, por consequência, as possibilidades de erro humano, aumentando a segurança do sistema.

O Conector foi desenvolvido em parceria das Secretarias de Tecnologia da Informação do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), e é uma das etapas da implantação do PJe-JT no TST, onde o sistema vem avançando de forma gradual. Até o momento, mais de 1.150 processos já foram transmitidos por meio do novo módulo. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST. 

Revista Consultor Jurídico, 8 de novembro de 2015, 8h48

Comentários de leitores

1 comentário

ferramenta eletrônica muda envio de processos para o TST

Renato C. Pavanelli. (Advogado Autônomo - Civil)

Nova ferramenta eletrônica muda envio de processos para o TST.
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O problema da Justiça do Trabalho, são todos os atuais procedimentos, creio, que nem um grande milagre resolve as questões da morosidade dessa Justiça do Trabalho, nada anda, tudo demora uma eternidade para quem bate as suas portas (entenda-se o Trabalhador), especialmente quando a empresa tem potencial financeiro para recorrer mesmo sabedora que não tem razão, mas como nesse país / Brasil tem e há de se seguir os Ritos que não passam de enrolação, o trabalhador acuado se quiser receber algo, tem que aceitar um acordo vil, pequeno, se curvar diante do poderoso com as benesses da tão gloriosa Justiça do Trabalho, pois, tem muito rito e pouca solução.
Sei que esse meu comentário, como diz o caboclo, vai encher de "REIVA" (raiva) muita gente da J.T, mas, é a mais pura verdade e realidade, estão mesmo se lixando para o Trabalhador.
Renato.

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