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Comentários de leitores

4 comentários

Comentários

Flávio Ramos (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

O texto é uma boa delimitação de tema, uma arguta identificação de problemas. Todavia, não dedicou-se muito a fundamentar a parte propositiva.
O "individualismo" que o federalismo possibilita, ainda que de forma mitigada, em nosso caso, é uma opção em detrimento do "comunitarismo" das divisões territoriais cuidadas por um Estado Unitário. Não faz sentido querer que unidades autônomas comportem-se como órgãos.
O grande problema do federalismo brasileiro é o seu abuso, que o texto trata como dado e não vê como ponto de revolucionamento. Acredito que haja unidades federativas que podem ser ajudadas a melhorar, mas estou seguro de que há unidades federativas que não têm viabilidade. Muito mais efetivo que prover os pobres é evitar que os incapazes se estabeleçam.
O texto endereça o problema das desigualdades regionais como se os pequenos fossem responsabilidade dos grandes. Concordo com a concepção se entendida no sentido de que os maiores devem zelar pelos menores: Estado por seus Municípios, União por seus Estados.

Federalismo

Sueli Pimentel (Assessor Técnico)

Todas essas ideias podem ser implementadas com o Princípio da Subsidiariedade.

Precisamos reinventar o Brasil

Kaltss (Procurador Federal)

Excelente artigo!
Precisamos mesmo rever não só nossos pacto federativo, como toda a CF. Precisamos de uma nova CF, uma CF autenticamente brasileira, e não uma importada das realidades europeias e americana. Uma CF que amarre menos os gestores públicos, que conceda mais liberdade aos entes federados, que possibilite a evolução e a revisão das legislação sem que tudo seja objeto de controle de constitucionalidade, uma CF que diga menos e permita mais.
Precisamos rever nossas legislações de controle, dando mais liberdade aos gestores, e ao mesmo tempo empoderando órgãos de controle, com acesso direto dados públicos.
Enfim, precisamos reinventar o Brasil.

Amarras

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Existem amarras piores do que a importação de sistemas prontos. É o que tem manifestado a classe média alta brasileira da ala da direita, ou seja, heranças coloniais e imperiais, onde não há vida sem escravidão, sem corrupção, sem o jeitinho, sem a lei da vantagem, etc. Os vícios dos ricos e da politica dispensam comentários. Ainda vem o ministro burguês do STF e afirma que se trata de cultura que deve ser tolerada.

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