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Comentários de leitores

10 comentários

Campanha eleitoral

Carlos Linneu (Auditor Fiscal)

No geral, bom. Mas com dispositivos que são verdadeiros slogans de quem almeja convite ao STF.

esse leitor Ariosto deve estar de piada

analucia (Bacharel - Família)

O que disse apenas reforça a necessidade do Exame da OAB, aparentemente o leitor Arioto não foi aprovado e nem será mesmo..... os fatos alegados pelo leitor demonstram que mal sabe argumentar.... kkkk, alegar que tem que acabar com Exame da OAB para melhorar ética e que quem passa esquece para que serve, comprova a falta de argumentação.

Onde estão os benefícios à classe?

J. Cordeiro (Advogado Autônomo - Civil)

A OAB, seja local seja federal, adora fazer cortesia com chapéu alheio. Essa de "cortar na própria carne" é conversa da madrasta da Branca de Neve dita aos Sete Anões, especialmente aos do Congresso. Difícil é cortar na do Judiciário, com suas infâmias e mazelas sobre nós causídicos. A isto ela, muito raramente, promove uma "petit réparation", acanhada, mas com estardalhaço para a grande mídia. Ainda não me debrucei detalhadamente sobre este trabalho, que admito importante, porém, numa leitura parcial, muito parcial, achei-o acanhado, sem atender as necessidades básicas da classe. Até essa do Pro Bono merece mais reflexão. Um dos grandes problemas, do qual a Ordem se cala é que hoje, numa causa qualquer, "brigamos" mais com os MM que com a parte adversa. Qual o "movimento", dentro da nossa entidade", para afastar essa maldição sobre nossa cabeças? Outra, o cliente revoga o mandato sem aviso decente ao Patrono, normalmente com maracutaia, v.g., mandando carta para endereço diverso, com aviso de AR. Procura um colega e diz já haver providenciado o alertar. Este, munido de novo instrumento, entra na causa. E o anterior, ou descobrir por acaso, pois as intimações não mais sairão em seu nome, se quiser rever algum terá que acionar o malandro em "autos apartados", com sustas e os etc que o Judiciário exige. E nem sabe como, quanto ou mesmo se irá receber. Então, fica o brado: mais atenção com a própria classe que com a política. Impor Ética exige ter Ética, no mais lato do sentido que o termo expresse!

Ètica? Qualificação e exame da OAB.

Ariosto Moreira da Rocha (Bacharel - Administrativa)

Se estivessem preocupados com qualidade, já teriam acabado com esse exame. Após anos tentando, muitos passam, mas já esqueceram, para que mesmo? Com o fim do exame, os profissionais ingressam no mercado de trabalho e aperfeiçoam o que aprendeu, assim teremos profissionais qualificados e bem preparados, é o que acontece em todas profissões. Aqueles que não querem, ou não se interessam pela carreira, o mercado excluirá. O que os parlamentares e OAB chamam de qualificação, nós entendemos, Dinheiro no bolso de membros da OAB e nas campanhas de alguns políticos, essa é a porta da corrupção.

Cultura

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

No Brasil todos conhecemos as culturas que imperam. Novo código de ética não vai mudar muitas coisas não. Da mesma forma que existe a cultura da corrupção, na OAB não é diferente. Os zangões vão continuar, a falta de ética na publicidade, a captação irregular e forma de angariar clientes também. Mais um paliativo para inglês ver.

Direitos humanos para oab

Ariosto Moreira da Rocha (Bacharel - Administrativa)

" defensor do Estado Democrático de Direito dos direitos humanos e garantias fundamentais, da cidadania,
da moralidade, da Justiça e da paz social". Onde isso acontece? Na OAB? Ela aplica um exame que é a porta da corrupção, fere princípios Constitucionais, 'È livre o exercício de qualquer profissão"... Não dá para acreditar em uma entidade que reprova 88% em seu exame, põe a culpa nas Universidades, tudo com o intuito de ganhar Dinheiro nos próximos exames. Democracia, passou longe.

A mudança precisa ser permanente

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Nós advogados devemos lutar agora para que essa mentalidade pouco produtiva vigente na Ordem seja superada. Um Código de Ética na sociedade atual, mesmo se bem elaborado, não dura mais do que 5 ou 10 anos. Não devemos esperar tanto tempo para modificações, que devem ser permanentes. Conclamo os colegas advogados a continuarem a lutar pelo aperfeiçoamento do Estatuto Ética, muito embora haja forte resistência na Ordem.

Pretensões sumariamente ignoradas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Todas as súplicas da advocacia previdenciária foram sumariamente ignoradas pelo Conselho Federal. Desde há muito temos clamado por regras mais claras e rígidas a respeito de cobrança de honorários pela modalidade quota litis na advocacia previdenciária, bem como por punições rigorosas em face aos falsos advogados que tentam ingressar em demandas já findas ou em fase de finalização visando legar o advogado que trabalhou e ganhou o processo para apenas receber honorários. O "novo" Código de Ética também continua a manter uma fictícia "igualdade" entre os advogados, única no mundo, na qual um advogado que "tirou a carteirinha" ontem quer realizar uma concorrência predatória e desmoralizar o advogado de muitos anos de luta real em prol da classe e ordem jurídica. A falta de união entre os advogados, também única no mundo, foi também sumariamente ignorada pelo Conselho Federal. O "novo" Código de Ética segue a logica petista hoje vigente. É apenas um "novo" que nasce "velho", e em nada contribuiu para a melhoria de coisa alguma.

Nada de novo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Inexistem qualquer coisa real de "novo" no "novo" Código de Ética da Advocacia, que já nasceu velho e ultrapassado. Há supostos prazos e "maior rigor" aos dirigentes, mas não há meios para se exigir esse suposto dever ético. Enfim, o "novo" Código é apenas uma carta de intenções, que não ataca nem contorna os problemas reais da advocacia.

Revogou de forma sorrateira o art. 29 § 1º

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista.
A OAB aprovou no dia 19.10 o Novo Código de Ética e Disciplina, que substituirá o atual, em vigência desde 13.02.1995. Ocorre que sua intenção maior não era apenas a aprovação da advocacia pro bono no Brasil, novas regras para publicidade, questões relativas a honorários, advocacia pública, (...) mas sim revogar de forma sorrateira, pasme, o art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais), que diz: "Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de ADVOGADO conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas. Destarte a revogação tem efeito “ex-nunc” significa que seus efeitos não retroagem, valendo somente a partir da data da decisão tomada. Pode gerar direitos, logo, podemos falar em direito adquirido, que atinge todos os escravos contemporâneos da OAB, os bacharéis em direito (advogados), jogados ao banimento, impedidos do livre exercício da advocacia cujo título universitário habilita por um sindicato que só tem olhos para os bolsos dos seus escravos. Afinal qual o medo do Congresso Nacional abolir de vez a última ditadura a escravidão contemporânea da OAB? Já não escravos. Mas irmãos. Papa Francisco.
Está insculpido em nossa Constituição Federal - CF art. 5º, inciso XIII, “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases - LDB - Lei 9.394/96 art. 48 da LDB: os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular. Ou seja o papel de qualificação é competência das Universid, instituições de ensino superiores (..).

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