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Maioria minoritária

Igualdade de gêneros na política precisa de nova medidas para evoluir

Comentários de leitores

6 comentários

1ª mulher a comentar

kiria (Corretor de Imóveis)

Sou mulher mas também não concordo com essa politica atual de que haja uma cota para mulheres.Não votamos em identidade de gênero,votamos em projeto se é que assim se pode chamar.São eleitos para governar para todos e não para classes determinadas.Esses pleitos que dividem por categorias,por raça,por cor estão se tornando psicóticos e cansativos.Vamos virar essa página.

Igualdade de gêneros na política

lucfer (Advogado Associado a Escritório)

Antes de qualquer opção por este ou aquele gênero, necessários faz-se saber que os ocupantes de cargos no legislativo, ao contrário do que se propala, não representam cidadãos, seja qual for a escolha sexual, como também, não representam classes sociais, sindicatos e, sim, em nome da verdade, os ocupantes do legislativo representam a Nação, Estado ou o Município, no qual foram escolhidos, estes como vereadores, e não homens, mulheres ou qualquer outra escolha de sexo pessoal.

Da série de idiotices liberais...

Felipe Soares de Campos Lopes (Advogado Assalariado - Criminal)

Pouco me importa se é o Toffoli, se ele é do PT ou do raio que o parta. Essa presunção, baseada numa obsessão patológica com igualdade, partida de espíritos liberastas, de que as mulheres não ocupam parte dos cargos aqui ou ali, ou que ganham tantos por cento a mais ou a menos que homens, por conta da "opressão malvada", do "machismo" ou do "patriarcado" é simplesmente estapafúrdia.
Nunca passa pela cabeça desse tipo de lunático que estão delineando um "grupo social" heterogêneo em todos os sentidos, e que esse tipo de assunção, de que há desigualdade, é simplesmente falha em função da heterogeneidade e dos interesses distintos daquela fração populacional a partir da qual se delineou um grupo abstrato.
A idéia mais picareta é assumir que as mulheres "são um grupo sócio-político" no sentido de terem interesses comuns irrevogáveis. Isso é terminantemente FALSO. Aliás, é contraditório haja vista o fato de que qualquer ideologia pós-sexual (pós-gênero pra quem acha que gênero tem algo a ver com sexo) tem de trabalhar com a idéia de minar o "socioconstrutivismo sexual" de forma que tentar arregimentar indivíduos com base nesse mesmo socioconstrutivismo é uma contradição óbvia...
Depois de tanta ginástica mental e medidas que criam privilégios para determinados grupos, no fim do dia a verdade é que a maioria das mulheres - e dos brasileiros, também - simplesmente não tem interesse algum em fazer carreira na política. E não tem nada errado nisso.

Racionalidade

Observador.. (Economista)

Há um trecho do comentário do Dr.Pintar:
"Não quero saber se o agente público é preto, branco, homem, mulher, gay, amarelo, cor-de-rosa, quantos braços ou pernas ele tem. Quero, ao contrário das ideias petistas, que o sujeito seja honesto, competente, reconhecido pela comunidade, e independente em seu modo de pensar."

Onde há erro nisto? Não somos todos iguais diante da Constituição Federal?
Por que não buscar mecanismos que facilitem a meritocracia?Há formas de se incentivar isto em todas as áreas da sociedade, buscando os melhores, mesmo que verdes, com antenas e bolinhas azuis.
Alguém voaria em aeronave onde piloto e co-piloto estivessem lá por qualquer tipo de arranjo senão o mérito?
Enfim...só posso lamentar que certos discursos tenham ganhado força nestes tristes trópicos.

Obscurecendo a afronta

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É bem possível que o artigo do Ministro, muito bem articulado para chegar às bancas no momento correto, obscureça a afronta à Constituição feita ontem por Toffoli e os demais ministros no que chamaram de "modulação dos efeitos" da ação direta de inconstitucionalidade discutindo a "PEC do Calote". Dado o baixo nível cultural do povo brasileiro, muitos oportunistas ávidos por uma "boquinha" no Estado brasileiro rejubilar-se-ão com a possibilidade de cargos facilitados, mas não saberão visualizar a afronta ao Estado de Direito feita pelo Supremo, nem o assalto aos bolsos dos cidadãos. Em um País movido a qual futebol, carnaval e Big Brother, a embalagem acaba sendo mais importante do que o conteúdo, e quem paga o pato mais uma vez é o próprio povo.

Doutrinação petista que está acabando com o País

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Mais um panfleto publicitário de um agente público que vergonhosamente chegou ao cargo através do autointitulado Partido dos Trabalhadores. Ao contrário do que diz o discurso enfadonho do Articulista, dirigido diretamente às pessoas de menor nível cultural, igualdade de gêneros não pode ser algo forçado, nem deve ser entendido como catapulta para profissionais desqualificados (de todos os gêneros, cores e raças). A base de perpetuação no poder do Partido dos Trabalhadores lamentavelmente está fincada na ideia de distribuição de cargos DESCONSIDERANDO POR COMPLETO o merecimento de cada um. O próprio Articulista, reprovado duas vezes em concurso para juiz, é bem um exemplo das "modernas ideias" do PT. Advogado do Partido, foi alçado ao STF para dar cobertura aos crimes petistas e de seus aliados, bem como perseguir implacavelmente os considerados "opositores". Nada diferente do que o PT fez com quase tudo no Brasil, inclusive com a Petrobras, enlameada de corpo e alma com a corrupção instaurada a partir das nomeações puramente políticas feitas pelos mecanismos que fez com que Dias Toffoli chegasse a ministro do STF. Essa mentalidade, na base do "toma aqui um cargo e dá aqui um voto e seu total apoio", está acabando com o País. Profissionais qualificados estão sendo postos a escanteio, enquanto bajuladores e oportunistas de ocasião tomaram conta do País nesse discurso hipócrita da "igualdade". Não quero saber se o agente público é preto, branco, homem, mulher, gay, amarelo, cor-de-rosa, quantos braços ou pernas ele tem. Quero, ao contrário das ideias petistas, que o sujeito seja honesto, competente, reconhecido pela comunidade, e independente em seu modo de pensar.

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