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Eleições de tribunal

STJ define lista tríplice para vaga de desembargador federal

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O Plenário do Superior Tribunal de Justiça definiu nesta quarta-feira (11/3) a lista dos três desembargadores que disputarão a vaga do ministro Arnaldo Esteves Lima, aposentado em julho do ano passado. Estão na disputa João Batista Pinto Silveira (TRF-4); Joel Ilan Paciornik (TRF-4); e Reynaldo Soares da Fonseca (TRF-1).

Agora, a lista tríplice será encaminhada à presidente Dilma Rousseff, que deve escolher um dos três nomes, independentemente da votação de cada um. A vaga é reservada a um juiz de carreira da Justiça Federal.

O resultado da lista marca uma derrota para o presidente do STJ, ministro Francisco Falcão. Ele apoiava a eleição de Thompson Flores (TRF-1) para a lista tríplice. O desembargador teve 10 votos. Reynaldo Fonseca já havia aparecido em outras listas e é considerado o grande favorito para a vaga. 

Na votação desta quarta, João Batista conseguiu 17 votos no primeiro escrutínio. Joel Paciornik recebeu 18 votos no segundo escrutínio, mesma quantia de votos que Reynaldo Fonseca conseguiu na terceira votação. Além deles, disputavam outros 19 desembargadores federais.

 é editor da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 11 de março de 2015, 19h05

Comentários de leitores

1 comentário

A quase tangente

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

Não existe a nível nenhum em toda instituição brasileira compostura adequada à boa fruição orgânica do órgãos, senão filhotismo e mandonismo; aquele protegido, este perseguindo. Envergonha-nos ser explorados pelos nossos conterrâneos quando já havíamos sido imolados, anteriormente, ao tempo do colonialism, pelos ibéricos que felizmente veio a derrocar-se senão à custa de muitas vidas e revoluções, que não precisa citar-se. Nos sodalícios a desfaçatez não é diferente: junta uma corja de bandalhos para indicar esse ou aquele, que nem sempre é o melhor, o que desimporta, pois as decisões, lá de cima, visam atender interesses escusos. Veja as decisões dos mensaleiros, quem se encontra ainda nos grilhões: só aqueles que não tem “mui amigos” no “puder”. Agora já se ensaia um embuste para nomeação de ministro em turma do STF. Ora, isso, veja, não é para assegurar a lisura dos julgamentos ou impedir abusos do executivo, antes porem brindá-los com votos que poderão acabar em outra pizza no STF, pois as condenações foram um “faz de conta”. Houve uma condenação formal, mas substancialmente não convenceu. Como a será agora assíntota, como na geometria, que nunca atinge o objetivo esperado pelo povaréu.

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