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Acordos em segredo

"A pior pressão é aquela feita nas investigações sigilosas"

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23 comentários

Não há que confundir autonomia com poder.

Bellbird (Funcionário público)

Quem se arvora de ser um quarto poder é o MP. Autonomia das polícias são nos mesmos moldes das agencias reguladoras.

"A existência de mandato fixo para os dirigentes, a conseqüente estabilidade destes,[5] a falta de subordinação aos Ministérios, os poucos casos de recursos hierárquicos externos e outras garantias previstas nas respectivas leis de criação das autarquias asseguram, pelo menos em tese, uma maior autonomia e desvinculação de suas decisões às vontades políticas da situação."

Apenas isso.

Sr. Observador

MACUNAÍMA 001 (Outros)

A respeito da condenação de inocentes nos EUA, favor acessar o seguinte link da promotoria de Nova York:
The New York County District Attorney's OfficeThe New York County District Attorney's Office
http://manhattanda.org/wrongful-conviction

Galo tem razão

Grecmann (Professor)

http://www.conjur.com.br/2005-jan-19/abrirem_arquivos_maior_surpesa_mp

É só ler este testemunho histórico de Saulo Ramos para concluir que a Polícia só deixará de servir a governos quando tiver autonomia para perseguir as metas da lei, assim como ocorreu com o MP que, ademais, não pode concentrar mais poderes do que já tem.

A segurança é direito de todos, logo, o controle sobre a Polícia deve recair sobre um órgão plural representante de toda a sociedade, e não esse controle que pretende subjugar a Polícia aos interesses de um só órgão de acusação e perseguições casuais.

galo (Outros)

Observador.. (Economista)

Com respeito às suas observações, indago se o senhor já residiu nos EUA. E se o senhor se ampara em números, para clamar que lá o sistema condena à morte muitos inocentes, ou apenas está repercutindo o que o sistema, de lá, aponta como falhas em sua permanente auto correição?
Pois eles tem quase o dobro da nossa população e 1/4 dos nossos homicídios. Dados públicos, disponíveis para consulta na web.
Como eu, sei que o senhor quer o melhor para nossa nação. Temos que buscar, adaptados à nossa cultura, os melhores exemplos externos para tentar sair deste atoleiro de corrupção e homicídios em que nos encontramos.

Autonomia e independência para todos

MACUNAÍMA 001 (Outros)

Quem sabe da realidade da polícia deve defender uma reforma radical e generalizada em sua estrutura. A polícia foi criada pelos donos do poder para caçar e açoitar escravos, e até hoje não se livrou dessa triste condição de subserviência ao patronato, cujos efeitos estão indelevelmente marcados em sua estrutura arcaica. Os órgãos de acusação também sofreram do mesmo mal por longo tempo, e só melhoraram com a autonomia conferida pela Constituição de 1988. Dada a interferência política e do poder econômico em suas atividades, a polícia é como a serpente, só pica os que tem os pés descalços, com raríssimas exceções.
A única saída republicana para o aparato policial é a concessão de autonomia nos mesmos moldes concedidos aos Ministério Público e à Defensoria Pública, com um controle externo realmente eficaz, mantendo-se uma linha distintiva bem definida entre as atividades da Polícia e a do Ministério Público, e a criação de uma carreira única. A Polícia Científica também deverá gozar da mesma autonomia e ser completamente separada da polícia judiciária.Como demonstram as inúmeras condenações de inocentes à pena de morte nos EUA, onde o Ministério Público local comanda as investigações e promotores de justiça fraudam provas para condenar inocentes, é inviável concentrar o poder de investigação policial nas mãos Ministério Público, sob pena de criarmos uma entidade monstruosa que certamente vai nos devorar. Em uma sociedade perversa como a brasileira, deverá ocorrer uma nítida divisão do poder/atribuições. As instituições estatais encarregadas da investigação, acusação, defesa e julgamento, deverão gozar do mesmo status constitucional, isto é, serem igualmente autônomas e independentes.

Polícia poder?

SCP (Outros)

Claro que a polícia é importante. Quem duvida? Porém PEC de autonomia e outras mais não dá. Para resumir: "Onde a polícia se transformou em poder, a democracia feneceu." Ministro Gilmar Mendes

Cada um

Bellbird (Funcionário público)

Fala de corporativismo e coloca um artigo do Camanho que insiste que a policia tem que estar sob o comando do MP. Contentem-se com o que tem e lembrem-se que a sociedade está de olhos em seus auxilios tudo. Moradia, terno, livro, saude. Nem tudo é para sempre. Esperem dia 15.

Sempre os mesmos.

Bellbird (Funcionário público)

Digno de pena. Frankil, basta ler o nome do Leoncio. O tercio se aposentou, mas não consegue se controlar. Fico imaginando a cara de vocês. Eu me divirto.

Magistratura ministerial

Bellbird (Funcionário público)

A que ponto chega a suserviencia. Mesmo depois de se aposentar.

Esclarecedora

Jouberth Alves (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Finalmente um estudo profundo e claro sobre as agruras da Segurança Publica. Realmente os críticos do Inquérito Policial não conseguem apresentar substituto que não seja o próprio inquérito com outro nome.

Esclarecedora

Jouberth Alves (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Finalmente um estudo profundo e claro sobre as agruras da Segurança Publica. Realmente os críticos do Inquérito Policial não conseguem apresentar substituto que não seja o próprio inquérito com outro nome.

Polícia AUTONOMA - Quem teme?

Tadsmiller (Funcionário público)

Esta de parabéns a Polícia Federal. Porque não dar autonomia a essa Polícia que é símbolo do combate à corrupcao? A quem interessa uma Polícia controlada pelo governo? Se já faz tanto imaginem só essa Polícia com autonomia. É o que falta. Parabéns aos Policiais Federais

Autonomia da PF é o que a sociedade precisa

Tadsmiller (Funcionário público)

Temos que ter uma polícia autonoma. Sem autonomia a polícia fica susceptível a desmandos. Só aos bandidos não interessa uma polícia forte e autônoma

Puro corporativismo do articulista.

Frankil (Agente da Polícia Federal)

A aproximação que a Polícia deve ter é com o DONO da AÇÃO PENAL, porque o Poder Judiciário é inerte e não pide diligengiar investigações ou trabalhar junto à Polícia nas investigações, isto é função do MINISTÉRIO PÚBLICO titular da persecução penal.

Querem Autonomia do Governo? É só vincular a Polícia ao Ministério Público que é um órgão autônomo e independente de qualquer poder.

O resto do discurso do articulista é só tentativa de valorizar um cargo que é desnecessário e dispensável na persecução penal, o delegado de polícia.

Outra, a República não pode ficar por aí dando Autonomia Funcional a todo e qualquer órgão, principalmente quando este é policial armado.

Nosso modelo de investigação criminal está falido

Josias Fernandes Alves (Agente da Polícia Federal)

Na maioria dos países, investigação criminal é atividade típica de polícia. No Brasil, assumiu natureza jurídica, por força da lei. O Brasil é um dos poucos países do mundo onde existe o burocrático, ineficiente e arcaico inquérito policial, bem representado pela figura do elefante branco. Prevalece o lobby dos bacharéis de direito, da “polícia de juristas”, mais preocupados com ganhos corporativistas do que com os alarmantes índices de criminalidade.

Dados sobre inquéritos policiais e termos circunstanciados pendentes revelam a situação de falência do nosso modelo de investigação criminal. O último relatório do Ministério Público faz um retrato detalhado em números sobre essa situação: (http://www.cnmp.mp.br/portal/images/ANUARIO_UM_RETRATO_9_de_setembro_de_2014.pdf)
Na prática, na maioria das delegacias, a realidade da tramitação dos inquéritos policiais pode ser resumida no infinito vai e vem, com meros despachos protelatórios e pedidos de dilação de prazo para conclusão. Muitos deles se arrastam por anos a fio. Alguns vagam por mais de uma década, como fantasmas que assombram vítimas e testemunhas, brindando os criminosos com a prescrição.

São os inquéritos “pingue-pongue”, na expressão cunhada pelo professor Michel Misse, do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflitos e Violência Urbana da UFRJ. Ele coordenou o estudo acadêmico “O inquérito policial no Brasil: uma pesquisa empírica”, realizado e cinco capitais e publicado pela Federação Nacional dos Policiais Federais.

A maioria das entidades classistas de delegados está mais preocupada é com as prerrogativa$ das carreiras jurídicas e o tratamento protocolar de "Vossa Excelência" do que essa situação caótica em que vivemos.

Parabéns Policia Federal

Tadsmiller (Funcionário público)

Nessa Polícia eu confio. Estão trabalhando e bem. O que não podemos realmente é permitir que quem quer que seja influencie nos trabalhos. Quem teme a autonomia da Polícia Federal? Só essa Polícia mesmo pra varrer essa corrupção. Autonomia pra PF e já.

Parabéns Policia Federal

Tadsmiller (Funcionário público)

Essa Polícia está de parabéns. Quem sabe um dia vão permitir que tenha autonomia para trabalhar e colocar atrás das grades esses corruptos que mamam nos cofres públicos? A quem interessa uma Polícia tolhida? Vamos deixar esses policiais trabalhar. Autonomia a eles.

Genocídio

Observador.. (Economista)

O dia em que eu ler qualquer operador do direito, comentando sobre o holocausto que existe nas ruas e como seria possível enfrentar tal descalabro, acreditarei que - finalmente - o Brasil percebe suas mazelas e suas autoridades escolheram enfrentá-las sem retórica, sem corporativismos e procurando resultados efetivos para minorar o absurdo que se tornou viver em um país onde a sensação de insegurança é permanente.Ninguém consegue andar de noite(de dia é um pouco melhor) em cidade alguma brasileira sem, no fundo, ter preocupações com sua integridade física e dos seus entes queridos.Não há paz real.Há a paz da alienação.Do "prefiro não pensar nisto".
Para mim, é o mais importante a ser enfrentado se quisermos ser uma nação razoavelmente desenvolvida.Pois demonstrará que resolvermos tratar com seriedade nossos graves problemas.

A sociedade sofre com esses discursos

STS Federal (Outros)

Percebe-se que esse texto só interessa a classe de delegados, pois a sociedade sofre com a ineficiência das investigações criminais, oriundas dos inquéritos policiais e esse delegado quer trazer a baila questões meramente corporativista. Quem acredita atualmente na polícia? Quem que fora vítima de crime acredita que autor do fato criminoso será descoberto pela polícia? Ninguem. E tudo por culpa dos inquérito policiais dirigidos pelos delegados. Podem jogar bilhões de reais na segurança pública, com o inquérito policial do jeito que se encontra, continurá da mesma forma. Inquérito policial é algo que monopoliza a investigação criminal para uma única e exclusiva pessoa, o delegado, enquanto outros policiais ficam tolhidos nas capacidades intelectuais e técnicas, ficam de mãos atadas por causa do inquérito policial e seus presidentes (delegados). Inquérito policial da forma que é aqui no Brasil, é um modelo sem evolução, arcaíco, onde para ouvir a primeira pessoa, leva-se anos. Nas unidades policiais existem pilhas e pilhas de inquéritos mofando esperando cartas precatórias, oficios, memorandos, pauta de audiência, etc. para começar a constituir alguma prova. A sociedade brasileira que carece de uma polícia investigativa por excelência, carece de resultados para os crimes existentes, além dos operadores de segurança pública e pessoas ligadas a esta vertente, devem de imediato pedir a modernização da investigação criminal, a modernização da estrutura policial (ciclo completo). Não é jogar mais dinheiro em um modelo falido, não é contratar milhões de pessoas para entupirem unidades policiais sem poder investigar por causa do IP. O Brasil precisa avançar na seg pub. e o nota-se que quem está criando obstáculos para essa evolução são os defensores do IP.

Outro olhar mais juridico e menos falacioso!

Dr. Tércio Caldas (Advogado Autônomo - Administrativa)

http://wsaraiva.com/2015/03/04/investigacao-criminal-no-supremo-tribunal-federal-e-em-outros-tribunais/

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