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Quanto mais mexe...

MPF demonstra "pavor" ao rejeitar acareação de delatores, diz Kakay​

Comentários de leitores

5 comentários

Surdez crônica

Camila83 (Procurador do Município)

Só um problema auditivo muito sério - ou algum interesse escuso - pode explicar a atribuição do comentário ao procurador Andrey. A voz do procurador é a que aparece no início do vídeo e a voz do comentário é claramente de outra pessoa. Só lamento por este site que se diz sério.

Péssimo jornalismo, péssima advocacia e muita má-fé!

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

O Conjur disse que procurou Andrey e não obteve resposta. #SQN

O próprio Andrey já havia desmentido a notícia publicada pelo Estadão, que inclusive foi em parte retificada pela jornalista Sonia Racy (o Conjur continua publicando a mentira, para atender a interesses não confessados):
Confira: http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/eu-nao-fui/

Em sua página pessoal no Facebook, Andrey desmentiu Sonia Racy e também o Conjur (que publicou essa matéria sem ouvir o outro lado) e anda esclareceu que o autor da frase, na verdade, foi o ADVOGADO DE YOUSSEF: https://www.facebook.com/andrey.borgesdemendonca?fref=ts#

E agora, Conjur? Vai continuar insistindo na mentira.

E o advogado Kakai?

Ambos devem desculpas ao procurador da República Andrey.

Equívoco grosseiro

Andrey Borges de Mendonça (Procurador da República de 1ª. Instância)

A reportagem se equivoca ao me atribuir as frases constantes na reportagem. Sem qualquer direito ao contraditório, a reportagem de Felipe Luchete, descurando dos princípios mais comezinhos da ética jornalista - de ouvir previamente a parte contrária - atribui a mim uma frase que foi dita, em verdade, pelo advogado de ALBERTO YOUSSEF, o advogado LUIZ GUSTAVO RODRIGUES FLORES. Assim, foi o próprio advogado do colaborador quem disse a frase a mim atribuída: "“É igual bosta seca: mexeu, fede.” . Neste texto, a única frase por mim dita foi: “Imagina agora que são 13.” (risos). Ademais, em momento algum se afastou a possibilidade de acareação. Justamente porque referido meio de prova possui pouca efetividade, há outros meios para se verificar a verdade dos fatos, que estão claramente sendo buscados. Somente quem não conhece a investigação afirmaria coisa diversa. É triste ver o CONJUR prestando-se a uma notícia sem observância dos mínimos padrões da ética jornalística. Por fim, a própria jornalista que inicialmente fez a reportagem já havia retificado, ao menos em parte, a notícia. http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/eu-nao-fui/

Equívoco grosseiro

Andrey Borges de Mendonça (Procurador da República de 1ª. Instância)

A reportagem se equivoca ao me atribuir as frases constantes na reportagem. Sem qualquer direito ao contraditório, a reportagem de Felipe Luchete, descurando dos princípios mais comezinhos da ética jornalista - de ouvir previamente a parte contrária - atribui a mim uma frase que foi dita, em verdade, pelo advogado de ALBERTO YOUSSEF, o advogado LUIZ GUSTAVO FLORES

Volta ao período pré-romano

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Enfim, é como se pegasse 50 folhas de papel, cada uma com um conteúdo diferente, jogasse todas para cima e a sorteada seriam as acusações criminais. Triste fim do que foi um dia o Estado de Direito e o que se conheceu por devido processo legal.

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