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Nalini regulamenta home office para servidores do TJ-SP

Comentários de leitores

10 comentários

Delivery às avessas!

Leopoldo Luz (Advogado Autônomo - Civil)

Favor me passar os endereços, para quando eu precisar despachar com os serventuários.
Se possível, de um que more perto do fórum.

... tomara que eu esteja ...

Luiz Eduardo Osse (Outros)

... errado, mas tudo conspira para o seguinte: o que hoje é uma bagunça, vai 'virar' uma baderna ...

Está na hora de furar este fardo

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Isso demonstra, com os elevados investimentos públicos, a necessidade de adequar o tamanho do Estado a uma nova realidade e o Judiciário, como todos sabem, é um verdadeiro fardo para a sociedade.

O futuro se impõe

Maria das Graças Silva (Funcionário público)

Iniciativa exemplar.
Os servidores são responsáveis e dedicados, em sua grande maioria. Falta ao serviço público gerência; sobram funções gratificadas, cargos comissionados, paraquedistas, que talvez agora sejam mais.
Bem-vinda!

Ótima iniciativa!

Nanci Matos (Outro)

Ótima iniciativa! Quem trabalha bem é motivado a trabalhar ainda melhor. Pensamento de administração de primeiro mundo! Funcionário satisfeito está vinculado, sem sombra de dúvida, a serviço de qualidade. Quem enrola, enrola em qualquer lugar. Com avaliações para medição de produtividade, os funcionários ruins acabam por ficar mais evidentes e podem ser corrigidos. Parabéns pela iniciativa!

Parece bom... mas precisa ser regulamentado

Artur Félix (Advogado Autônomo - Civil)

O home Office já é uma realidade no caso dos Oficiais de justiça nos tribunais em que o processo digital é 100% digital. À primeira vista parece vantajoso para o servidor, contudo, com a instituição de metas, prazos etc, o servidor acabará trabalhando mais além das horas contratadas. Não haverá hora extra ou conversão em folga só cobrança das metas e prazos.

Ainda, tem o custo de luz, internet etc. O home Office é em certo ponto mais vantajoso para os TJs, pois reduz o gasto com a estrutura laboral e ganha mais pressuposto para cobrar metas e prazos. Na verdade a solução está no concurso público precedido quiçá de medidas como esta. Não adianta mandar o excesso de trabalho para casa, fazendo o servidor de 8 horas diárias passar a 12 ou mais sem que o quadro acompanhe o crescimento da demanda processual. O mesmo acontece com os Juízes e Oficiais de justiça, que não podem negar-se a julgar e sentenciar no caso dos juízes e cumprir, executar as decisões e certificar no caso dos Oficiais.

O servidor ainda pode desligar-se completamente da função ao cumprir seu horário. E quando estiver em casa? E ligarem do fórum cobrando determinado ato?

Teletrabalho

PM-SC (Advogado Assalariado - Civil)

Analúcia, talvez seja conveniente refletir melhor sobre o seu pressentimento! Contando-se com a informática e eficiência da fiscalização de Corregedoria, não há como possa o servidor no exercício da atividade pelo modelo "teletrabalho", tentar iludir o serviço forense.
Confira o seguinte conteúdo de artigo:
Estatística forense gerada em processo virtual: controle de produtividade
http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/handle/2011/19254

"bacharel"...

carpetro (Juiz Estadual de 2ª. Instância)

Lamentável a discriminação inominada e generalizada...

Novos tempos

Leonardo F Barbosa (Advogado Assalariado - Trabalhista)

O trabalho no regime de "home office" demanda muito foco e disciplina. Resguardadas estas premissas poderá contribuir para aumento na produtividade. Quem pensa nas benesses de trabalhar de chinelos e camiseta regata esqueça, não é para você. Por outro lado, havendo controle rigoroso, trata-se de excelente instrumento.

agora é que não trabalham mesmo !!!

analucia (Bacharel - Família)

já não trabalhavam bem antes, agora vão enrolar mesmo e alegarem que o serviço está acumulado por "excesso" de trabalho em casa.

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