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Comentários de leitores

5 comentários

Precisamos de uma reforma profunda neste país.

Edvaldo de Souza Oliveira Neto (Procurador Federal)

Vejam que bela decisão judicial contra este Procurador Federal que subscreve:

As condutas atribuídas ao demandante mostram-se incompatíveis com a urbanidade, equilíbrio emocional e responsabilidade do cargo, deveres previstos no art. 116 da Lei nº 8.112/91 (incisos IX e XI), trazendo fundamentação sólida para a instauração do apuratório. O parecer exarado pelo Procurador Paulo Wanke (Id. 4058300.260640, do Processo nº 0803920-
45.2013) apenas se reporta a tais condutas, não sendo necessário reproduzi-las, sendo elas, também, de conhecimento do demandante, razão pela qual não se verifica qualquer irregularidade nesse aspecto.

Interessante a decisão judicial, não precisa informar as condutas pois eu ja as sei. Engraçado não é? Eu tenho que saber quais são as condutas que essas pessoas se recusam a informar? Inclusive o magistrado. Que magistratura é essa? O que estão fazendo da advocacia pública neste país? Que país é este

Vídeo perigoso

João Afonso Corrêa (Advogado Autônomo)

o vídeo mais perigoso do Brasil para o PT:
https://www.facebook.com/tercalivre/videos/1570730616527405/

Faz sentido o teor dos comentários anteriores.

João Afonso Corrêa (Advogado Autônomo)

Do sr. mfontam (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa) e do sr. Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária).
E o motivo, obviamente, seria político, pois basta acessar a página do facebook do Instituto i3G para ver que o procurador fazendário faz oposição ao (des)governo federal.

Perseguições e acobertamentos são a regra

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Concordo com o colega mfontam (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa). Quem conhece minimamente o serviço público no Brasil, e o Ministério Público, sabe que imparcialidade na atuação é algo totalmente desconhecido. Arquivar inquéritos e denúncias visando acobertar aliados, e acusar sem cabimento os considerados inimigos, são praxe no Brasil. A CONJUR deveria saber disso, e ter mais cuidado ao lançar acusações tomando por base apenas uma única fonte.

Perseguição?

mfontam (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Tive a impressão que o Procurador que fez as denúncias deve estar sendo vítima de alguma perseguição e o CONJUR deveria narrar com mais seriedade o episódio e não em tentar desqualificar o Procurador. Uma postura mais isenta que escutasse a versão do Procurador poderia mostrar que talvez tenha algo a denunciar que necessite a devida apuração e por isso talvez esteja sendo vítima de perseguição que não é incomum em repartições públicas!

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