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Comentários de leitores

5 comentários

Em tempo...

wgealh (Advogado Autônomo - Ambiental)

O ÚNICO PUNIDO FOI O DELEGADO.
CONCLUSÃO PARA OS DEMAIS DELEGADOS:
"Não metam o nariz onde não são chamados"
"Deixem os corruptos em liberdade, vão prender ladrão de galinhas"
seja lá o que for, MAS NÃO SE METAM COM ELES SENÃO O JUDICIÁRIO CASSA SUA FUNÇAO PÚBLICA E TE BOTA NA CADEIA...
SÓ OS HONESTOS SÃO PUNIDOS PELO JUDICIÁRIO.

que vergonha do judiciariozinho

wgealh (Advogado Autônomo - Ambiental)

O STF ESTA MOSTRANDO A QUE FOI MONTADO.
INOCENTAR TODOS, T O D O S OS CORRUPTOS E CORRUPTORES, DE T O D O S OS PARTIDOS, QUE VERGONHA,
Coitado do Rui Barbosa, deve estar se mexendo sob a lápide: "CHEGARA O TEMPO EM QUE OS BRASILEIROS TERÃO VERGONHA DE SEREM HONESTOS".
Esse tempo chegou depressa demais.
Estou com vergonha de ser brasileiro!
Vergonha de não para quem reclamar, especialmente nao tenho como apelar para stf, encimesmado como "bode que deveria proteger a horta de couve".

Parcialidade do Conjur

Carlos Frederico Coelho Nogueira (Cartorário)

Concordo integralmente com o autor do comentário anterior.
O prestigiado boletim CONJUR devia evitar a divulgação de conceitos desfavoráveis à Operação Satiagraha e a outras encetadas pela Polícia Federal, que se destinavam e se destinam a acabar com a impunidade do crime do colarinho branco que ainda reina em nosso País.
O autor do artigo fala em "famigerada" e "a caminho da cova".
Famigeradas são a corrupção, a lavagem de dinheiro e a sem-vergonhice de políticos e empresários que levam o Brasil ao descrédito mundial e ao lugar de mera "república de bananas".
A caminho da cova precisa estar a impunidade.
Esse tipo de notícia e de artigo não contribui em nada para o aperfeiçoamento institucional, moral e político do Brasil.
Aliás, a Operação Satiagraha, a Castelo de Areia e a condenação do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira são exemplos de empreitadas bem intencionadas que resultaram em nada por causa de tecnicalidades jurídicas absolutamente irrelevantes.
Carlos Frederico Coelho Nogueira
Procurador de Justiça aposentado

Pau que dá em Chico, dá em... Chico!

Andrão Bonassa (Vendedor)

A velha seletividade da Justiça no Brasil... troquem os nomes " Sathyagraha" e "Min. Fux" por "Lava Jato" e "Juiz Moro", considere que o atingindo não seja o banqueiro Daniel Dantas e alguns tucanos, mas sim o PT, e a postura seria outra... alguma dúvida?

Como esconder o conteúdo pela forma

Luiz Fernando Cabeda (Juiz do Trabalho de 2ª. Instância)

É pena que o prestigiado Conjur continue a relatar os passos da Operação Satyagraha como se fossem os de um bêbado, ou seja, um descontrole de começo a fim em torno de fatos imaginários. A ação penal foi anulada por Turma do STJ por 3X2 no exame do HC 149250, com base na discutível (para dizer o mínimo) "teoria da árvore envenenada". A prova de suborno a um delegado da Polícia Federal foi filmada por uma emissora de TV e editada. A Abin teria colaborou em algumas investigações, mas não teria sido requisitada. PRIMEIRO - como bem salientado no voto vencido da Min. Laurita Vaz, em sede de HC não caberia ao STJ fazer exame minucioso da prova. Nem erros de "edição" nem o "delineamento" da participação da Abin ficaram demonstrados. O voto de desempate do Min. Mussi (pela anulação) passará à história como desfundamentado, cheio de empirismo, com fraca lógica de elucidação. SEGUNDO - a questão da intempestividade foi longamente examinada pelo Min. Felix Fischer, quando acolheu o REx, de modo a entender que o MP (não tendo sido intimado, tanto mais quando houve mudança do procurador que atuava no caso, por causa de aposentadoria) recorreu tempestivamente. O voto obstativo do Min. Fux surpreende por ressuscitar questões já vistas exaustivamente e, faz-se necessário aguardar o texto da decisão, aparentemente não as responde. Na verdade, sabe-se que se não fosse a "operação Sathyagraha" e o processo do "Mensalão", a operação "Lava-Jato" não poderia ser desenvolvida, com as graves revelações que já fez (e ainda não são todas). Também não seria possível investigar o BNDES, que certamente será o próximo passo. Os textos continuados do Conjur narrando com rancor a "Satyagraha" ficarão como o festejo do anti-Direito, não a celebração do Direito.

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