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Comentários de leitores

5 comentários

Parabéns pelo artigo

Voluntária (Administrador)

O artigo é bem interessante, conta uma boa iniciativa em concreto e mostra a necessidade do Direito usar a tenologia. Parabéns ao autor.

Melhor "estudar" mais... Quem sabe consegue o registro?

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Pode ser que um PJe seja desenvolvido internamente, outros não.
Quem não sabe que há julgadores que pedem a impressão integral de termos de autos digitais (inovação tecnológica?) certamente não atua no meio jurídico...

PJe não foi comprado, é desenvolvido pelo Judiciário

daniel (Outros - Administrativa)

e qualquer novidade pode ser avaliada para ser acrescida ao mesmo.

Quem não quiser a inovação tecnológica pode sair do meio jurídico e trabalhar como servente ou pedreiro na construção civil.

Não entendi...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

O PJe tem custado alguns "sacos de dinheiro" ao Poder Judiciário. Caro e, de modo geral, muito RUIM!
O PJe, não obstante as dificuldades enfrentadas pelos usuários mais idosos (advogados, juízes e promotores) foi implantado nas justiças estaduais faz pouquíssimo tempo. Na Justiça Federal, a iniciativa segue capenga (péssima qualidade!) no sistema dos JEFs.
Em resumo: praticamente tudo tem sido implantado recentemente, quando o público usuário de smartphones e tablets já é numeroso faz bastante tempo.
Ou seja, o PJe já está muito atrasado e defasado.
Este descompasso entre a realidade e o "produto adquirido" não foi considerada pelos gerentes do Poder Judiciário? Ou a cada atualização requerida pelo Java (aquele aplicativo que se não for atualizado praticamente todo o dia, te impede de cumprir um prazo) os tribunais deverão pagar pela "funcionalidade"?
Enquanto se gasta muito para algo "mais ou menos", faz-se concurso para obter soluções (gratuitas, s.m.j) que deveriam fazer parte do "combo" comprado.

Não entendi...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

O PJe tem custado alguns "sacos de dinheiro" ao Poder Judiciário. Caro e, de modo geral, muito RUIM!
O PJe, não obstante as dificuldades enfrentadas pelos usuários mais idosos (advogados, juízes e promotores) foi implantado nas justiças estaduais faz pouquíssimo tempo. Na Justiça Federal, a iniciativa segue capenga (péssima qualidade!) no sistema dos JEFs.
Em resumo: praticamente tudo tem sido implantado recentemente, quando o público usuário de smartphones e tablets já é numeroso faz bastante tempo.
Ou seja, o PJe já está muito atrasado e defasado.
Este descompasso entre a realidade e o "produto adquirido" não foi considerada pelos gerentes do Poder Judiciário? Ou a cada atualização requerida pelo Java (aquele aplicativo que se não for atualizado praticamente todo o dia, te impede de cumprir um prazo) os tribunais deverão pagar pela "funcionalidade"?
Enquanto se gasta muito para algo "mais ou menos", faz-se concurso para obter soluções (gratuitas, s.m.j) que deveriam fazer parte do "combo" comprado.

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