Consultor Jurídico

Comentários de leitores

5 comentários

dimensões do direito

Geraldo Carreiro (Professor)

Excelente texto que desde o título nos leva à leitura. Colaboro com o entendimento pacificado das dimensões - alguns preferem gerações, do direito: Liberdade, igualdade e fraternidade; por quanto e sendo de evolução necessária, encontramos eco em suas linhas ao iniciante direito holístico (4ª dimensão) e ao utópico direto à paz (5ª dimensão). Acompanha-se alguns jusfilósofos em ponderar dimensões, por exercício de elevação e não de geração, por denotar filiação.

Repúdio

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Infelizmente, a natureza de minha atividade me obriga a repudiar, com veemência, o comentário do Prof. Dr. Jose Antonio Lomonaco (Advogado Sócio de Escritório). Onde houver alguém que pregue a paz, a concordância e a harmonia, seja quem for, esse alguém deve ser louvado, não repudiado. No mais, o tipo de raciocínio empregado pelo referido Comentarista serviria para um belo papo de botequim, e nada mais.

Pacificar para obter a paz.

Observador.. (Economista)

Do alto de índices de crueldade tão abjetos que vemos nos crimes brasileiros, precisamos antes pacificar as pessoas, com firmeza e atitudes pontuais, muitas vezes severas, e não com retórica lúdica.
Almejar a paz é o dever de todo homem honrado. Deixar de lado a natureza humana e a vontade de lobos se imporem à cordeiros, já se trata de algo diferente.Isto serve para o indivíduo, para as famílias e para os países.
Temos que ter muito cuidado com o que é transmitido às nossas crianças.
Pois vivemos uma fase delicada e novamente perigosa, na história da humanidade.Não podemos passar uma idéia à países periféricos (como o nosso), que são distorções das noções básicas de sobrevivência e não escravização de povos, usando o emblema de uma paz que pode acabar sendo a paz de cemitérios.
A ONU, citada no artigo através de resoluções adotadas no início do milênio, não pode fingir o desconhecimento de que a China se arma cada vez mais, com lançamento de modernos Porta-Aviões e novos mísseis intercontinentais.Inclusive não descartando uma guerra com os EUA nos próximos 25/50 anos, em seus manuais militares. Que a OTAN anda se aproximando, com divisões blindadas e mais efetivo de tropas, das fronteiras da Rússia.Esta, por sua vez, deu declarações de novos sistemas de mísseis estratégicos de médio e longo alcances.
Enfim. É o famoso "Si Vis Pacem Para Bellum", cunhada por Publius Flavius ainda durante a existência do Império Romano.
Quem quer paz e não vive no mundo de Alice, aprende a se defender, preocupa-se com sua segurança e demonstra que a paz que almeja e o respeito que tem pelo próximo, não anda de mão dada com nenhuma forma de subserviência, passividade, submissão ou outra forma pusilânime de se conduzir.

Santa ingenuidade!!!!

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Tudo bem que não devemos fazer a apologia da violência; devemos, sim, insistir numa educação que 'tenda' (veja bem o 'verbo') à paz, desde que, por óbvio, não se entenda por 'PAZ' o baixar a cabeça, o aguardar peso do tacape inimigo, o sair correndo e de calças sujas, como pretendem os lúdicos e anódinos defensores desses movimentos acépticos que gostam de posar para fotografias em 'studios' de televisão, enquanto a vida aqui fora, sobre a lama e sob o fogo cruzado de balas zunindo aos nossos ouvidos, nos mostra que a REALIDADE nos ensina (numa cruel forma de educação) que a NOSSA benevolência, a nossa leniência com o crime É USADA CONTRA NÓS!

Leva para casa!

Prof. Dr. Jose Antonio Lomonaco (Advogado Sócio de Escritório)

Para darmos início a esta nova fase de "tolerância e paz", sugiro que a autora dê uma passadinha no Piaui, e traga os "di menor" do recente caso de estupro e assassinato para sua casa. Assim poderá por em prática o que prega.

Comentar

Comentários encerrados em 30/06/2015.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.