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Campanha aberta

Conheça as propostas dos candidatos a procurador-geral da República

A campanha para o cargo de procurador-geral da República já começou nos últimos dias, depois que quatro candidatos decidiram disputar a vaga. Todos eles já enviaram mensagens a integrantes do Ministério Público Federal em um fórum interno e devem participar de debate no dia 29 de junho, em Brasília, promovido pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). A votação será em agosto.

Na tentativa de renovar o mandato, o atual chefe da PGR, Rodrigo Janot, afirma estar “consciente do momento grave e das ameaças que pesam sobre a instituição”. Para ele, “cenários externos críticos” surgiram principalmente com as investigações e denúncias ligadas a casos de corrupção.

Janot tem sido alvo de críticas de políticos que entraram numa lista de investigados por suposta relação com irregularidades apontadas pela operação “lava jato”. Há um movimento no Congresso para tentar barrar a recondução do procurador-geral, caso escolhido pela presidente Dilma Rousseff (PT).

O subprocurador-geral Carlos Frederico Santos promete manter “canal aberto e direto com os integrantes de todos os níveis da carreira”, além de diálogo com entidades sociais e representantes dos três Poderes.

Mario Bonsaglia diz que dedicou quase 25 anos de carreira ao MPF, promete criar mecanismos de integração entre colegas de instâncias diferentes e defende que o exercício do poder investigatório do Ministério Público seja “acompanhado da estrutura necessária”.

A subprocuradora Raquel Dodge citou seus 27 anos de carreira na instituição; o pai — o subprocurador-geral da República aposentado José Rodrigues Ferreira —; o combate à corrupção e a preocupação em chegar a “resultados efetivos”.

Leia a íntegra das manifestações:

Rodrigo Janot, procurador-geral da República.
Carlos Frederico Santos, membro da 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF.
Mario Bonsaglia, coordenador da 7ª Câmara de Coordenação e Revisão. 
Raquel Dodge, membro da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (Criminal).

Revista Consultor Jurídico, 18 de junho de 2015, 19h24

Comentários de leitores

1 comentário

baralho marcadissimo , so acredita quem for muito tonto !

hammer eduardo (Consultor)

Declaro aberta a mesa de apostas informal do CONJUR colocando as minhas humildes fichas na reeleição do atual Procurador rodrigo janot que tem feito um excelente trabalho de não enxergar nada de errado na atual cleptocracia petralha. As engrenagens já estão devidamente lubrificadas por dona dilma para que o compreensivo , subserviente e altamente "conveniente" procurador geral continue por mais um período ao menos , afinal não podemos correr riscos de entrar outro que não esteja devidamente afinado com o status quo da bandalheira , roubalheira e quadrilhagem que imperam livremente no atual Brasil cada vez mais vermelhão.
Nosso atual "procurador" poderia ser substituído sem problemas por pessoas com a capacidade de visão de um Steve Wonder , Jose Feliciano ou Andrea Bocelli , alias se é para fingir que nunca consegue ver nada , coloquemos de uma vez Pessoas que ao menos não tem a desculpa de serem coniventes com esta bandalheira descontrolada que grassa livremente no Brasil de hoje.

Fico deveras impressionado como temos a lamentável e apodrecida capacidade de trocarmos candidamente um Procurador do calibre de Roberto Gurgel por um subserviente de primeira hora agradecidíssimo pela unção ao cargo para o qual fica muito claro que não possui a altura moral para preencher.

Nosso Pais acabou e me choca sobremaneira a ignorância e a covardia moral de nosso Povinho de quinta categoria que aceita tudo e contra nada se rebela de maneira contundente. Estamos virando uma Venezuela rapidamente e a maioria nem percebe.

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