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Proteção indevida

Relatório da PF que ocultou Serra e Cardozo pode ser descartado por juiz

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Comentários de leitores

6 comentários

Parcialidade

JB (Outros)

Quando é alguém do psdb eu não sei, mas, quanto a Cardoso não é nenhuma novidade, quantos comentário infelizes vamos ter nesse processo da lavajato, porque tentar esconder as figuras do psdb e porque tanta implicança com o PT, já estão dando na cara demais, dois pesos e duas medidas.

GA, o braço-direito de Dilma

Welbi Maia (Publicitário)

Segundo o blog Radar Online, da Revista Veja, o GA do bilhete se refere a Giles Azevedo. Azevedo foi secretário de Minas e Metalurgia do Ministério de Minas e Energia, durante o governo Lula, e secretário-geral da Presidência, no governo Dilma. Exonerou-se do cargo no ano passado para participar da coordenação da campanha de reeleição da presidentA. GA é conhecido como o "Gilberto Carvalho" de Dilma. Em janeiro deste ano Giles foi nomeado Conselheiro da Itaipu em substituição a João Vaccari Neto. Isso explica tudo. Tentar envolver o nome do governador de SP Geraldo Alckmin nessa história é querer confundir o leitor.

Atraso

Professor Edson (Professor)

Nosso ministro da justiça é o maior atraso que ja tivemos nesse ministerio.

Farinha do mesmo saco

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Quanto a Serra não sei. Quanto ao Min. Cardoso acho que não há novidade nenhuma. Para quem recepcionou os advogados dos malandros em seu gabinete a fim de tratar da situação destes (e tentou negar esse fato do público a todo custo) não é de se duvidar de absolutamente nada.

Nada de novidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Relatório de delegado nunca é "inválido". O documento pode ser considerado como mal elaborado, mas isso não invalida a investigação ou o inquérito, demonstrando apenas falta de aptidão técnica do agente do Estado. O relatório do delegado não vincula o Ministério Público ao propor ou não a ação, e muito menos o juiz. A bem da verdade, seria ingenuidade alguém acreditar que um delegado da Polícia Federal iria envolver políticos graúdos em algum relatório, uma vez que eles em regra são pau mandados dos governantes. O caso só gerou perplexidade, como se fosse alguma novidade (quando não o é), porque o caso é midiático.

Relatório Não é Prova

DJU (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Por si, um relatório não é prova alguma. O que pode ser prova são os documentos que o informam, já que sem eles há mera opinião do policial que redigiu a peça. De nada adianta dizer que alguém depositou tanto na conta de outro, sem prova do depósito.

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