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Comentários de leitores

6 comentários

Pioneirismo

Melo Franco Neves (Funcionário público)

Há uma boa dosagem de pioneirismo e de ineditude no formato, no enfoque e no ângulo da abordagem temática adotados pelo professor Otavio Luiz Rodrigues Junior, acerca das linhas arquitetônicas institucionais de formação jurídica bordadas não só sob a égide de sistemas jurídicos radicalmente dissímeis ao nosso, mas de modo deles constitutivo.
Não alcançar nem o mais pálido vislumbre da magnitude da relevância dos elementos nessas sendas retratados nos diz tanto a respeito de determinados leitores* quanto, propriamente, do opífice do material sob debruço (cuja produção é incompatível com certos graus assombrosos de despreparo).
* Espécimes integrantes da miríade imensurável de frutos de abortos anuais (assim caracterizados por que expulsos do campo uterino acadêmico previamente à sua formação em condições de existência intelectual viável) do nosso putrefato sistema de ensino nacional, dos quais alguns são divisados a expelir periodicamente certos dislates nestas paragens.

O leitor Felipe realmente é apenas serventuário, pois

analucia (Bacharel - Família)

O leitor Felipe realmente é apenas serventuário, pois focado apenas no tecnicismo e instrumento processual. Não tem interesse em conhecer a origem dos pensamentos que começa na estrutura de ensino e pensamento jurídico.
O leitor Fernando é um pedreiro jurídico, não tem visão de sistema, apenas sabe colocar tijolo ou seja, juntar e numerar folha.

A matéria é compatível com o nome da coluna.

Modestino (Advogado Assalariado - Administrativa)

Continue, Prof. Otávio, com as preciosas lições. Respeito o pensamento do Felipe, mas não concordo com ele. Os modelos de formação de juristas nos diversos países estão abrangidos pelo título "Direito Comparado".

Belo artigo

FelipeD (Advogado Associado a Escritório - Tributária)

Tenho de concordar com o Roberto. Dizer que este estudo, conduzido pelo Professor Otávio, é pobre, é algo próximo do inacreditável. Não li todos os textos, mas os que li foram de grande valia, e elucidam uma temática não explorada pelos juristas brasileiros em geral. Então, manifesto meu apoio ao estudo conduzido, parabenizando o colunista pela iniciativa.

professor, prossiga com coragem!

ROBERTO-MAR (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

PRezado Felipe
Ler sua postagem é doloroso e explica muito a razao do Direito no Brasil estar como está.
O professor está fazendo um trabalho abnegado, nunca vi algo parecido no Brasil, mostrando o que há de mais importante no ensino de Direito no mundo e avisou os leitores q seria um projeot longo e muito ambicioso.
Professor Otávio, não se desvie do caminho. Comentários assim não representam a maioria dos leitores de sua coluna, uma das melhores do Consultor Jurídico.
Felipe, se quiser saber o que o professor Otávio já escreveu sobre a boa fé na Alemanha e os princípios jurídicos, antes de criticar, leia as colunas dele. São muitas sobre esses e outros temas.
Esse país nao tem jeito mesmo.

Direito comparado não é historiografia do ensino jurídico

Felipe Lira de Souza Pessoa (Serventuário)

O nome dessa coluna é "DIREITO COMPARADO" não é "MODELOS DE FORMAÇÃO JURÍDICA" ou algo semelhante. Seria interessante comparar institutos jurídicos, analisar como os tribunais de outros países decidem acerta de temas semelhantes. Verificar de que modo, por exemplo, os institutos do processo penal ( hoje em voga em razão da Lava Jato) são manejados na Itália, por exemplo. De que modo o instituto da boa-fé objetiva se aplica na Alemanha, como se aplica na Europa os princípios da proporcionalidade e razoabilidade. De que maneira as leis norte-americanas combatem a corrupção. Ficam falando à exaustão de modelos históricos de ensino jurídico é, para não dizer pobre, pouco criativo.

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