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Comentários de leitores

10 comentários

Lá no Brasil não acontece isso...

wgealh (Advogado Autônomo - Ambiental)

Qual a diferença desse remetente de cartas-bombas para advogados que GANHARAM DINHEIRO SUJO COM AS DESGRAÇA DO CASAL, AO INVES DE OS ACONSELHAREM, e os bandidos que mataram e continuarão a matar milhares de brasileiros com o roubo do dinheiro da educação, da saúde, da agropecuária, do trabalho. ISSO É BEM PIOR QUE BOMBINHAS EM CARTAS, E AQUI CHOVERAM "bons" advogadinhos para participarem da roubalheira, sim, até por que, ladrão que rouba ladrão...
CRIEM VERGONHA ENQUANTO PODEM, `ADVOGADOS`???

Tente os brasileiros

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Ora, ora, que celeuma mais escrota. É só voltar suas baterias para a terra das bananas. Por aqui encontrará inúmeros causídicos que adoram os holofotes e principalmente "se entregar" de corpo e alma à "justa causa" de criminosos ignominiosos. Ex.: os defensores de mensaleiros, petroleiros, etc... Alguns até com títulos, professores e mestres....

Se vire!

Resec (Advogado Autônomo)

Ele que se vire e se defenda.
Se for condenado, que se mate.

Loucos de todo gênero

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que se alguém dissesse no Canadá, EUA, Alemanha, etc., que os bobões dos cidadãos deveriam custear uma cara e ineficiente estrutura estatal, bancada com dinheiro público, para defender réu que manda carta-bomba o pessoal de lá chamaria esse sujeito de louco. Manter estruturas estatais caríssimas apenas para conferir emprego altamente remunerado a alguns é coisa de País de terceiro mundo.

Brasil

Professor Edson (Professor)

Aqui choveria defensor até mesmo pra cultivar seus 15 minutos de fama, e o primeiro pedido seria um HC, não representa risco!!!!!!

O artigo apenas demonstra a importância da Defensoria

Galo Furioso (Investigador)

Muito interessante o artigo e ele demonstra perfeitamente a importância da Defensoria Pública, especialmente quando, como no caso, os nobres advogados resolvem não defender o réu.

Primorosa tradução.

João Fernando Fank (Assessor Técnico)

Impressão minha ou "aggravated assault" foi traduzido como "assalto qualificado" na matéria?

cadê o direito de defesa?

Foster (Administrador)

Quando qualquer outro cidadão sofre a violência, o estupro, o homicídio, o roubo, a tortura, o genocídio aparecem mil advogados para defendê-lo, não importa quão bárbaro seja o crime, e por mais absurda que seja a defesa, encontra amparo ferrenho de seus pares e de suas entidades de classe. Agora, eu vejo o colega parabenizar os advogados canadenses pela união da classe e negativa do direito do réu, simplesmente por serem eles as vítimas. Senhores, onde está o espírito de defender a constituição, a liberdade e os demais direitos do homem? Mas, não me assusto, garantismo é isso: pregar a não redução da maioridade, a redução das hipóteses de prisão e os inúmeros recursos protelatórios enchendo a sociedade de criminosos, enquanto se escondem nos seus condomínios fechados com muros de 3 metros de altura e quem sabe, ganhar algum dinheiro. decepcionado com a advocacia canadense!

Advocacia só sobrevive com união

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Parabéns aos colegas canadenses, que demonstraram união em favor da classe. Se fosse aqui no Brasil haveria uma multidão de advogados para defender o cliente, desde que houvesse bons honorários, que ainda alegariam que as bombas eram merecidas.

Pimenta nos olhos dos outros

Foster (Administrador)

Se fosse: um assassino serial, que esquartejasse mulheres e crianças; um pedófilo; um sequestrador; um assaltante; um corrupto; um genocida; um canibal, não importa, seria defendido, desde que não fosse um advogado a vítima. Por isso eu não acredito em garantismo, nem em quem o defenda, nesse "apelo demasiado'' ao princípio da presunção inocência, nos defensores dos menores homicidas. Defender a bandidagem morando em condomínio fechado, protegido por muro de 3 metros de altura e segurança 24 horas é fácil. O garantismo e o apelo pela liberdade do criminoso duram até a violência chegar à casa do defensor, à sua família, até o primeiro soco no nariz tomado na rua (que dói pra caramba).

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