Consultor Jurídico

Imprensa livre

Decisão que censurou notícia da ConJur é derrubada no Supremo Tribunal Federal

Retornar ao texto

Comentários de leitores

6 comentários

A César o que é de César!

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

A herança abrange, não somente os bens materiais, mas, também, os imateriais, assim entendimentos a honra, a lisura e a boa-fama do falecido. Desse modo, cabe aos herdeiros de Márcio Thomaz Bastos a iniciativa da defesa desse espólio moral quanto a origem lícita desse patrimônio.

Herança muito maior que dinheiro

Alexandre Murta - OABMG 154.708 (Advogado Sócio de Escritório - Previdenciária)

Obviamente que sou contra qualquer tipo de censura à imprensa, instrumento necessário para realização de um Estado Democrático.
O que não consigo enxergar é qual o interesse público existente nos bens, ou pior, no valor dos bens deixado pelo falecido.
Márcio Thomaz Bastos foi um exemplo de jurista e o que ele deixou para esta comunidade não pode ser medido em cifras.
Respeito a liberdade de informação desse boletim, mas acho uma enorme falta de respeito com os familiares a divulgação dos valores da herança, e com o próprio falecido, que teve o trabalho de uma vida inteira reduzida a números.

Vale refletir

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O STF acertou, e parabéns à CONJUR pela vitória contra o arbítrio jurisdicional e a ditadura da toga. No entanto, vale uma reflexão. Nós sabemos o poderio da CONJUR no meio jurídico (ainda bem), e o impacto das notícias que publica (ou não) sobre as questões importantes ao funcionamento de Justiça, inclusive relativas ao próprio STF. Nada temos que questionar a respeito da lisura da rápida decisão, que em poucos dias reverteu uma decisão arbitrária prolatada por um juízo de primeiro grau. Mas, será que essa mesma agilidade está disponível ao cidadão comum 'zé mané'? É esse o tratamento que os 200 milhões de cidadãos recebem do Judiciário e particularmente do STF? É sobre isso que devemos pensar.

Censura imposta a conjur é derrubada

ACUSO (Advogado Autônomo - Dano Moral)

Nota 10 para o ministro Fux. Não há qualquer razão logica para se manter , na pratica, a imposição de uma censura antiquada e ridícula .

O STF não surpreende mais ninguém. Qual será a próxima?

Manente (Advogado Autônomo)

Esperamos que após o falecimento do responsável por este site, o qual não faço questão de mencionar o nome, que os editores se portem da mesma forma, divulgando todos os bens e o total patrimônio deixado, bem como a identificação dos herdeiros, visando manter os leitores informados.

Se não houve

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Se não houve quebra de sigilo de forma ilícita, não há motivo para censura; parece que a fonte da informação deve ter sido processo de inventário e isso não ficou bem claro.

Comentar

Comentários encerrados em 9/07/2015.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.