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“Árvore envenenada”

Mesmo depois de fazer delação premiada, Youssef tenta anular “lava jato”

Comentários de leitores

10 comentários

Mas que dara-dura!

Sargento Brasil (Policial Militar)

Provavelmente daqui uns dias vai acionar a nação pedindo indenização por ''danos morais'', uma medalha por ''ato de bravura'', uma pensão vitalícia e se lá mais o que. Sua condenação teve uma pena ínfima: Deveria ser como num país onde a lei impera e teria sido condenado à prisão perpétua. Marginal pondo banca sobre a justiça...É lastimável!

E pode anular!

Neli (Procurador do Município)

E pode anular!Nossos ministros se apegam a filigranas jurídicas. Para anular deveria ser:abstendo-se da nulidade o crime deixou de ser praticado? Não? Então não anula. O mais importante é proibir o cometimento desse crime hediondo e n~]ao uma suposta lesão ao direito individual.

Já era barato...

San Juan (Consultor)

O preço a pagar no acordo de delação premiada (5 anos com casa, comida, roupa lavada e plano médico, tudo gratuito) já era muito em conta, barato demais para o tamanho da falcatrua... Agora o fulano quer sair livre como passarinho... Haja cara de pau!

Ao Mig77 (Publicitário)

Caio Arantes - www.carantes.com.br (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

De fato Mig77, a vergonhosa orgia com o dinheiro público no Brasil data da época COLONIAL com a instituição das Capitanias HEREDITÁRIAS, quando os AMIGOS DO REI receberam cada qual, graciosamente, uma parte do território brasileiro para EXPLORAR COMO BEM QUISESSEM (em troca, é claro, da remessa de "algum" dinheiro, não oficialmente estipulado, à Portugal).
Alguma semelhança ao que ocorre hoje?
A maldita herança segue até hoje!!!

E o ranking dos bilionários da Forbes?

Mig77 (Publicitário)

Lá estão herdeiras da Camargo Correia, Andrade Gutierrez e outros mais.Então quer dizer que grandes fortunas foram montadas em cima de dinheiro superfaturado, surrupiado?Não vejo esses nomes nos interrogatórios, nem na prisão, nem na imprensa.E olha que a orgia com dinheiro público vem desde os tempos dos militares, ou até um pouco antes !!!

Comete crime até dormindo

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Segundo a "teoria de Youssef " (coerente com a sua conhecida trajetória de vida) ele está certo. Na verdade nunca poderia ter tido grampeados os seus telefones. É que, sendo um profissional do crime em tempo integral, desgraçadamente ainda tem no crime o seu único passatempo, de forma que a qualquer dia e hora (inclusive aos sábados domingos e feriados) que se quisesse realizar um grampo telefônico, fatalmente se apresentariam os velhos e novos delitos, vários interligando o passado aos praticados no presente (e com articulação, previsão, projeção e repercussão no futuro). Esteve envolvido em todas as maracutaias investigadas pela P.F., Dorme, e nos sonhos pratica crimes, de maneira que não daria mesmo para escolher o "assunto" e os "interlocutores": a conversa é uma só com vários asseclas do seu submundo. Assim fica difícil mesmo. O sujeito não dá trégua. São 25 horas por dia na bandidagem (ele fazia uma hora extra diariamente). No caso dele não se trata da utilização de "frutos" (provas) colhidos da árvore envenenada. É que o seu pomar está fincado em solo estéril, semelhante ao de "Chernobil", na Russia, onde não há espaço que não esteja contaminado. Em outras palavras, é como um "vinil" do Lulu Santos: Não tem lado bom.

Provas lícitas

Paulo Sérgio Santos Maia (Outro)

A autorização de escuta telefônica, mesmo tendo determinado objetivo, é lícita quanto aos envolvidos, uma vez que sabe-se de quem é o número investigado e que desse número se falará com muitas pessoas. Aquelas pessoas que falaram com a pessoa investigada, mas não cometeram crime algum, é claro que não foram colocadas no rol de acusados, porém quem usou a linha telefônica para corrupção na Petrobras não deve alegar defesa alguma.

Escolado no crime

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Espera-se que os juízes e o STF não se curvem diante dessas defesas medíocre. Pelo menos que se repitam os rigores do mensalão; no mínimo. Esse sujeito é mil vezes pior do que carequinha do mensalão: parasita ou psicopata social.

Abuso da falta de direito!

Leopoldo Luz (Advogado Autônomo - Civil)

Aí a prova viva de que a prisão não cura ninguém! A mente, por mais que manifestamente reprovada pela sociedade, continua distorcida, incapaz de reconhecer-se como danosa!
Qualquer 2º anista de direito conhece (ou deveria conhecer) a relativização da teoria "the fruit of the poisonous tree" introduzida pela lei 11690/08 nos parágrafos 1º e 2º do artigo 157 do CPC. Em função do princípio da proporcionalidade e razoabilidade não há garantia privada absoluta.

O país em que nem o passado é previsível

JALL (Advogado Autônomo - Comercial)

Num país em que nem o passado é previsível e a única certeza é a impunidade, que tal dar o dito documentado pelo não dito!!

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