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Mesmo após acordo na “lava jato”, Youssef tentará receber perdão judicial

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Comentários de leitores

10 comentários

Falta o lula e a dilma....

Pek Cop (Outros)

Entendo a revolta de todos, mas para nós que amamos o Brasil e odiamos quem nos representa, se pensarmos bem todo esse esquema só foi descoberto pela delação premiada, então sei que como herói o Youssef passa longe, mas como delator acho que se omitiu em relação ao lula e a dilma, o que acham?

As consquências

Sargento Brasil (Policial Militar)

Pela mentalidade desses ladrões contumazes é que o país está estagnado num processo de cultura que o crime compensa. Usam o dinheiro surrupiado (que nunca é devolvido) para constituir boas defesas e chegam até escarnecer do poder de discernimento da sociedade da qual é um ''produto'' nocivo.

A que ponto chegamos

Sargento Brasil (Policial Militar)

O cara-dura, agora quer uma medalha por ato de bravura! Sua eficácia foi na prática do crime, a delação foi para mostrar a qualidade do seu caráter. No meu entender, crime de lesa-pátria, traindo 200 milhões de brasileiros, usando de abuso de confiança, deve ser penalizado no mínimo com prisão perpétua. Se estivesse num país linha-dura, já seria um cadáver a mais por condenação.

Youssef, o grande cagueta

Caio Arantes - www.carantes.com.br (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Youssef é daquele tipo de pessoa em quem não se pode confiar. Envolvido até o pescoço no caso Janene delatou os comparsas e agora novamente o faz no caso Petrobras. Desculpem-me os colegas que o patrocinam, mas em diminuição de pena por delação premiada NUNCA há o que comemorar. Sabe-se que o troco vem à cavalo.

Brasil, país da Impunidade

Samuel Cassemiro (Outros)

No Brasil, as leis são funcionam para os pobres. Rico e Politico, não vão preso.

Devolver parte do patrimônio?

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Quando se fala em crimes do colarinho branco, envolvendo, via de regra, políticos e figuras exponenciais do empresariado dominante brasileiro, a única coisa que esses criminosos temem é ter que devolver o dinheiro surrupiado. Sabem perfeitamente que não irão para a cadeia e, na improvável hipótese contrária, as chances de estarem fora dela em muito pouco tempo são indiscutíveis. Portanto o que conta é manter-se com o produto do ilícito, mesmo que em troca de alguns meses na prisão. Saem de lá praticamente tão ricos quanto antes. Adquirem novamente a plenitude do "status quo" que só o dinheiro pode proporcionar. Continuam vivendo por aqui (já que o povo tem a memória curta) e entabulando novos delitos, pois dominam a "estratégia" a ser seguida caso venham a ser flagrados de novo. Youssef é um exemplo vivo disso. Sua vida, de décadas a esta parte, foi toda voltada a criminalidade, envolvido que já esteve em diversos episódios de lavagem de dinheiro, corrupção ativa, etc. Continua na ativa, já aprendeu a fazer a "lição de casa". Como fator adicional à defesa de tais "carimbados",quando pilhados, valem-se de males físicos (doenças) comuns á qualquer pessoa, coisas que nos simples mortais não seriam levadas em consideração e que abundam nos presídios onde "os menos iguais" habitam, mas que tomam extrema conotação quando acometem os "figurões" e são é capazes de propiciar-lhes benesses, sempre em nome da "dignidade humana". É, no Brasil o crime não só compensa, como o seu resultado ainda o incentiva.

Cadê o lula e a dilma....

Pek Cop (Outros)

Até agora os mentores anônimos estão camuflados e gozando no poder, os envolvidos que foram citados pelo doleiro sabem que guardar o nome do lula e da dilma é a chave para o afrouxamento de suas prisões....

O maior exemplo

San Juan (Consultor)

Depois de muitos anos de dedicação à atividade de lavagem de dinheiro, e tendo consolidado um pé de meia de fazer inveja a muitos importantes empresários, Alberto Youssef (49) encontrou agora a forma de ficar quite com a Receita Federal e a Justiça bancando o maior dedo-duro e pagando um módico preço de 5 anos afastado, com moradia, pensão completa e atendimento médico, tudo de graça... (só falta o seguro de vida). Eis aí um indivíduo que utiliza a sua inteligência com sagacidade em benefício próprio. Em Londrina-PR fala-se que na época de FHC (presidente), Jaime Lerner (governador do Paraná) e Antônio Belinatti (prefeito de Londrina, depois cassado), ele também andou fazendo várias tretas milionárias junto ao deputado José Janene q.e.p.d (de quem nesses tempos se falavam coisas "muito feias" e mais tarde foi uns dos pivôs do "mensalão"). As más línguas dizem que um belíssimo prédio novo na Av. JK com cerca de 20 andares, em pleno centro, cuja construção ficou paralisada em plena fase de acabamento por problemas "federais" do proprietário, seria de propriedade do doleiro e era destinado ao futuro Hotel Blue Tree. Obviamente, ninguém pode afirmar que isso seja verdade...rs
Também sabe-se que o homem andou enrolado com irregularidades na venda do Banestado – Banco do Estado do Paraná - ao Itaú e foi o operador de um lance de pagamentos milionários da COPEL (Cia de emergia elétrica do estado do Paraná) para a compra de créditos de ICMS de uma empresa falida autorizada pela Secretaria da Fazenda do Paraná (Henrique Hubert), operação esta denunciada pelo Ministério Público por "formação de quadrilha".
Aprontando um pouco antes, um pouco depois e mais um pouco agora, o certo é que o homem pagou barato pelas suas andanças fora da lei e tornou-se exemplo.

Banestado 1990

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Já saíram publicações falando em 30 bi de evasão, no caso do Banestado em 1990. A quadrilha ficou bem escolada na corrupção. Pode se imaginar o quanto de dinheiro ilícito se encontra em paraísos fiscais e o tamanho dos figurões envolvidos. O fedor é tamanho que nem mesmo as águas estão querendo dar as caras nesse mundo da corrupção e outros males mais. Certamente que os 1% mais ricos do planeta que detêm quase 50% das riquezas produzidas não ficaram ricos de forma licita. Devem mais ao meio ambiente e às deficiências sociais.

herói nacional!

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se o acordo de delação resultar na extinção da pública e notória organização criminosa que dominou o país, em especial, resultar na punição exemplar de seus líderes, Youssef deve não só receber o perdão judicial como também ser reconhecido como herói nacional.

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