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Conquista de clientes

Consultor diz que fixar honorários altos é uma boa estratégia de marketing

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Comentários de leitores

6 comentários

Boas colocações, Sr. Gabriel Tolentino.

Igor M. (Outros)

A advocacia estadunidense possui maior consciência sobre ser um agente de mercado. Reconhecem-se dentro de um mercado capitalista, agindo como um personagem deste (querem lucrar e enriquecer a partir de sua prestação de serviço), e, por via contrária, os demais agentes do mercado os tratam assim. Por isso os ganhos médios são muito mais altos que os da advocacia brasileira – que ainda prefere se ver como um personagem quase altruísta, graças a uma visão extremamente romântica de sua essencialidade para a justiça.
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Aqui no Brasil, a medicina e a engenharia, por exemplo, mesmo com várias restrições, já se enxergam como lá. Por isso não à toa um médico ou engenheiro em início de carreira ganha igual ou mais que muitos advogados próximos à aposentadoria.
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Acho que além do espírito empreendedor, e do fim de muitas restrições bobas que existem no Brasil, a advocacia deve se entender como agente de mercado – para assim o mercado o ver como assim, e lhe valorizar!

Boa a reportagem

Gabriel Tolentino (Advogado Autônomo)

Interessante a reportagem. Saibamos que a realidade americana é diferente da nossa. Falo por experiência, o escritório no qual trabalhei como paralegal anunciava em outdoors.
O advogado americano está mais habituado à atração e captação de clientes e a "vender" seus serviços. Devemos, nossa classe, ter espírito empreendedor, isso sim. Saber o porquê cobramos os honorários e justificar isso ao cliente é uma das facetas do empreendedorismo.
Desenvolvamos nossa capacidade plenamente, e um viva à concorrência. Que ela se torne cada dia mais acirrada para que melhoremo-nos como pessoas e profissionais.

A valorização dos honorários advocatícios

Gustavo André Lauria Araújo Soares (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O articulista foi realmente feliz, ao inserir esse texto que tanto contribui para a valorização dos honorários advocatícios, cada vez mais desvalorizado e vilipendiado, pela grande concorrência que cresce de forma avassaladora no mercado de trabalho. É imprescindível que todo profissional, que atua na área do direito, tenha a consciência de se aprimorar e aperfeiçoar, de forma contínua e séria, uma vez que todos os serviços que irão ser prestados aos seus clientes, será o reflexo de sua árdua preparação e conhecimento. Sendo assim, é justo e correto que, os honorários que serão cobrados terão um valor diferenciado do que é oferecido no mercado, por profissionais que, infelizmente, não possuem uma capacitação razoável e um conhecimento necessário para oferecer um suporte jurídico ao cliente. É exatamente por esse motivo que, quanto mais bem preparado for o profissional, mais caro será o serviço ofertado pelo mesmo, a contrário senso, quanto mais barato for o serviço oferecido, menos preparado será o profissional que o realizará. Desta forma, o cliente que apenas visa a questão financeira, na contratação de um advogado, poderá se arrepender amargamente, em um futuro próximo, pela má escolha realizada.

Concordo totalmente com a matéria.

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Em todas as áreas da atividade produtiva (produção de bens materiais e de bens intelectuais), nessa última situando-se a advocacia, há meios diversos de se chegar a um bom termo. Nem sempre o valor dos honorários significa uma variável substancial de competência, meio e resultado, mas certamente implicará na qualidade do atendimento e do tempo destinado à cada cliente (sensação de amparo jurídico esperado). Escritórios que trabalham com processos massificados, por exemplo, tendem a carecer desse tempo disponível para "gastar" com clientes não insertos naquela modalidade quantitativa (que habitualmente é o que sustenta financeiramente a banca). Normalmente grandiosos (até pela absoluta necessidade de muitos "profissionais") por vezes encarregados apenas dos "enxertos" em "petições modelo", segundo a pouca variação das questões que compõem o "menu" do dia a dia e já incansavelmente debatidas nas peças que produzem, dificilmente passarão àquele que eventualmente veio bater à sua porta, a credibilidade esperada e, principalmente, a percepção da capacidade de propiciar um bom "suporte técnico e mesmo psicológico", o segundo direta e invariavelmente ligado, a reboque, com o problema jurídico: a aflição dele decorrente. Por isso, nessa atividade (advocacia) tamanho nem sempre é documento e rótulo de competência. Ao contrário, pode parecer aos olhos do cliente que "ter muitos processos, resultará em menos tempo para cuidar do dele" e que o seu problema (apenas mais um) ao contrário do que esperava, será delegado a qualquer um dos colegas funcionários da banca, eventualmente desmotivado e descompromissado com o resultado (o que as vezes não deixa de ser verdade).

JEZER dobrachinski

JEZER dobrachinski (Funcionário público)

Mesmo assim me parece u a ultima parte,relativo a comparação entre preços entre advogados,meio depreciativo não acho que seria ético fazer estes tipos de perguntas e indagações.Parece que o advogado estava desvalorizando o serviço de seu concorrente.

Experiência e Conhecimento

Marcos Umberto Canuto (Advogado Autônomo)

Para os que querem contratar um advogado o ideal é sempre procurar um com experiência e conhecimento na área específica relacionada ao problema, porém, a maioria quer saber quanto vai gastar, contrata o com menor preço ou o que promete o que não poderá conseguir, no final, vem a decepção.

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