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Petições acusatórias

Advogado é condenado por calúnia e injúria contra servidora no interior de São Paulo

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Comentários de leitores

12 comentários

Sem notícia aprofundada não há reflexão

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A meu ver, cada veículo de imprensa pode reproduzir a informação que quiser, da forma que quiser, desde que não falseie a verdade. Porém, vale a pergunta: qual a utilidade real de se reproduzir informações "cruas" de tribunais, reconhecidamente parciais e com forte cunho ideológico, em um meio especializado sem maior aprofundamento? Todo mundo está ansioso para saber o que realmente aconteceu no caso, a tese de defesa, e todos os demais pormenores, e nada disso está exposto por aqui. Assim, vale o clamor: "imprensa, dai-nos os fatos!".

Notícia dos tribunais

Nicolau Lütz Netto (Advogado Autônomo - Civil)

Não tenho procuração para defender o CONSULTOR JURÍDICO mas a sessão que nos oferece diz respeito a NOTÍCIAS DOS TRIBUNAIS. Como não se trata de um informativo de investigação, a notícia é divulgada de acordo com o que foi tratado em cada julgamento, de acordo com o entendimento do Judiciário. A busca do contraditório sobre julgamentos consumados ou para ouvir comentários das partes envolvidas não faz parte das propostas destas notícias que são repassadas.

Também me interessa.

Amauri Alves (Advogado Autônomo)

A defesa das prerrogativas dos advogados e as opiniões independentes me fazem sempre ler a notícia e os comentários, não apenas do colega Pintar como dos demais articulistas.
Esse tipo de argumento, se podemos chamar assim, de se atacar o articulista, é pior do que birra de criança.
Mas anônimos são apenas isso: anônimos.

Propaganda e marketing

Ricardo (Outros)

1) Falem bem ou mal, mas falem de mim!

2) A propaganda e a alma do negócio!

3) Quem não se comunica se trumbica!

Brincadeiras a parte, esse papel de crítico contundente do PJ entre leitores insatisfeitos e uma estratégia genial!

Idem.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Pouco concordo com o advogado Marcos A. Pintar. Mas a sua opinião me importa por ser autêntico e comentar sem utilização de alcunha.

Eu também me importo:

Igor M. (Outros)

Embora eu discorde de 90% das coisas que ele escreve, principalmente de sua retórica repetitiva e solipsista, e que ele seja um tanto arrogante de vez em quando, pelo menos ele se propõe a ser crítico e independente, ao invés de ficar bajulando juízes, sonhando que um dia o ingresso na magistratura se dê por este critério!

Ora e Ora

Augusto de Andrade (Advogado Autônomo)

A mim importa. Há que se destacar que as articulações do colega são sempre pertinentes e convincentes. Não raro, suas manifestações agregam mais que os próprios textos por ele comentados.
Quanto ao tema aludido, mais uma vez concordo com ele: as informações são insuficientes e imprecisas, pra dizer o menos.

Ora e Ora

Augusto de Andrade (Advogado Autônomo)

A mim importa. Há que se destacar que as articulações do colega são sempre pertinentes e convincentes. Não raro, suas manifestações agregam mais que os próprios textos por ele comentados.
Quanto ao tema aludido, mais uma vez concordo com ele: as informações são insuficientes e imprecisas, pra dizer o menos.

Ora...

Prætor (Outros)

Mas o que importa o que Map pensa?

Pintando o oito

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Lamento que tenha sentido minha falta, sr. incredulidade (Assessor Técnico). Nesses casos recomendo a compra de um ursinho de pelúcia, e dormir abraçado com ele. Pode ajudar bastante. Quanto ao caso em específico, tal como eu já afirmei em várias ocasiões, creio que é preciso que a reportagem vá um pouco além das informações disponibilizadas pelo Tribunal envolvido, sob pena dos leitores restarem sem as devidas informações que a impressa deveria correr atrás. O Advogado acusado não foi ouvido, nem a Servidora, sendo a notícia apenas reprodução do que o Tribunal quis passar à população. A imprensa precisa ser livre, mas não acomodada.

Pintando o sete

incredulidade (Assessor Técnico)

Já já teremos aqui um comentário daquele notório participante do Conjur, cujo nome está relacionado aí no título da minha postagem, criticando a condenação do causídico. Em 3, 2, 1...

Alegar

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Alegar e não provar é o mesmo que não alegar, já diziam os romanos!

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