Consultor Jurídico

Comentários de leitores

5 comentários

Bia (Advogado Autônomo - Empresarial

Observador.. (Economista)

Seus comentários são uma brisa de esperança em um horizonte sombrio.
Marco Archer morreu por não ter dado bola para o sistema de outro país; morreu por não ter tido respeito às leis alheias , escritas com letras GARRAFAIS sempre que ia à Bali. Morreu por apenas pensar em si, jamais no mal que poderia estar causando à outras pessoas.
Ninguém fala sobre as drogas, mas além de estarem cada vez mais potentes e viciantes, financiam o tráfico de armas, pessoas, mulheres para prostituição, órgãos humanos e um monte de tragédias que estragariam o jantar dos teóricos e seus rapapés.
Vendemos armas porque o Brasil (ainda bem) ainda tem alguns setores que procuram progredir tecnologicamente.Alguns setores (que vivem no mundo real e armado) que trazem divisas ao país para ajudar a sustentar uma máquina estatal OBESA e voltada para si, que atende muito mal toda a população pagadora de impostos.
Marco Archer morreu porque foi deseducado pelo país onde nasceu.Acostumado a viver em um local impune e sem limites, agiu como criança mimada acostumada à um ambiente permissivo, desconsiderando a gravidade e o perigo de não se respeitar a cultura e as leis alheias.
Morreu porque arriscou demais, fruto de anos de "cultura do jeitinho" e da progressão de todo tipo de delito, por mais grave e absurdo que seja, encontrada em seu país de origem.
Lamento pelo rapaz.Sinceramente.Talvez eu lamente mais por ele do que os que escrevem , usando seu nome, apenas para marcar uma posição ideológica ou filosófica.
Que descanse em paz. A morte de um homem é sempre a morte de todos nós, já disse alguém.
Pena que no Brasil se mate à rodo e poucos se comovem. Já é algo assimilado, infelizmente.
Por quem os sinos dobram nesta nação?

Um brasileiro criminoso não vale muita coisa mesmo

Bia (Advogado Autônomo - Empresarial)

Prezado Prof. Paulo Serio Leite Fernandes, meu querido professor de Direito Processual Penal de nossa também querida outrora "Faculdade Católica de Direito de Santos". Com todo o respeito que sempre tive e que ainda tenho pelo sr., por suas brilhantes aulas e por sua brilhante atuação como advogado durante toda a sua trajetória, permito-me acrescentar alguns poucos "detalhes" que o sr. não mencionou. Caso tivesse sido perdoado pelo governo indonésio ou, pior ainda, caso tivesse sido julgado aqui no Brasil, nosso criminoso que, de repente, teve seus dias de glória e, já morto, continua usufruindo até de nossos comentários, como o sr. mesmo citou, teria sido condenado a alguns anos de reclusão e, com bom comportamento, passaria para o regime de progressão e, TODOS sabemos, logo, logo, ganharia a liberdade total. Entretanto, já de dentro de nossos "primorosos" presídios, CONTINUARIA, sem a menor sombra de dúvida, a traficar (um crime nem tão grave assim, ao que parece, na OPINIÃO de nossa Presidente e de todos aqueles que defenderam a comutação de sua pena) e quando saísse, a usufruir do resultado de tão "nobre" ofício, como, alias, ele dele se orgulhava, numa entrevista a um jornalista em 2005. Continuaria, portanto, a MATAR dezenas e dezenas de indivíduos, brasileiros ou não, que ao optarem pelo caminho das drogas, exercem o "sagrado" direito constitucional de também se dar mal na vida, num regime tido "democrático", como o nosso! Portanto, meu querido professor, ESSE brasileiro, definitivamente, não vale a pena, não por nossa balança comercial, mas por ele próprio! Até porque, todos sabemos, o resultado de nossa balança comercial tem sido utilizado, ultimamente, para fins não tão nobres para os necessitados e a nação em geral.

O apelo da presidente

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O apelo da presidente, feito dias antes da execução do brasileiro ao Mandatário da Indonésia, não passou de uma atitude protocolar. Os demais condenados, de diversas nacionalidades, também foram objeto de solicitações de clemência por parte das autoridades dos seus países de origem. Tal ato não deve ser interpretado como um "sincero compadecimento e real incredulidade", como afirmou Dilma. No caso em questão, a presidente, como guerrilheira assumida em tempos idos, (o que não é nenhuma novidade para aqueles que viveram a época de chumbo da ditadura) certamente nunca teve, nem compadecimento nem incredulidade diante da morte, vez que para o fiel cumprimento de atos insurgentes, exercidos no mais das vezes com violência a integridade física das pessoas, acostumou-se com as mazelas do então ofício,nele incluídas as perdas de vidas decorrentes dessas missões. Portanto, e por evidente, que não haverá qualquer retaliação à Indonésia -e nem deveria existir mesmo- em face da execução de um traficante tupiniquim que resolveu desafiar as leis severas daquele país, acreditando, depois, no "jeitinho" brasileiro e descompromissado de resolver coisas sérias, muito utilizado por ela nestas plagas.Não colou,pois abriria um precedente perigoso (como diariamente aqui se abre, em função de quem está sendo acusado) -e sem consequências- e o brasileiro traficante que entrou naquele país com o "pó"(branco) dele saiu, como "pó" (cinza) e pela mesma via: a bordo de uma aeronave. Lamenta-se, pela família, mas o bom exemplo ficará com certeza por muito tempo, desincentivando outros "conterrâneos espertos" a agirem da mesma forma, mormente em Nações onde o respeito pelas leis é exigido e divulgado amplamente, de molde a não se poder alegar desconhecimento.Que Deus o tenha.

Texas

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Boas aulas de pena de morte vem do Texas. Chega-se até ao absurdo do sadismo vingativo; todavia não é só para negros. A fila é b em colorida. Erros existem mais são raros. Afinal a pena de morte é para funcionar como uma espécie de assepsia social da violência extrema, que aliás o próprio americano pratica pelo mundo afora. Agora sobre traficantes brasileiros, todos conhecemos o mal que representam. Todos deveriam serem enviados à indonésia numa espécie de terceirização de execução.
A teoria do abismo deveria ser ensinada nas escolas e in instituições diante da pena de morte. É o livre arbítrio: escolheu mal, se dá mal.

Realmente não vale

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Um brasileiro a mais ou a menos não vale muita coisa.

Comentar

Comentários encerrados em 28/01/2015.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.