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Mudanças estruturais

Novo defensor público-geral do Rio de Janeiro é empossado

Comentários de leitores

4 comentários

Sr. Fábio Schwartz:

Igor M. (Outros)

Se o senhor notar os comentários do que se identifica ora como “analucia”, ora como “daniel”, além de concluir por uma enorme deficiência lógica e argumentativa dele, verá que não passa de militância contra as defensorias públicas no Brasil, quiçá para obter para si o que tanto acusa levianamente – e falsamente – daquelas fazerem.
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Sim, pois o que parece é ser tão somente a vontade de explorar os pobres, seja por via direta (retirando recursos de seu sustento), seja por transferência de dinheiro do Estado para os advogados – sem concurso e licitação. Ao que tudo indica, a militância dela é para justamente para criar o “monopólio de pobre” [sic]!
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Sorte dos atendidos pela defensorias, pois se fosse pela linha argumentativa tosca lá embaixo... 99% das ações iriam ser perdidas!

Pensamento equivocado

FABIO RIO DE JANEIRO (Administrador)

Não existe monopólio do pobre pela defensoria. Apenas o monopólio do uso dos recursos públicos para assistência jurídica integral pela Defensoria. Qualquer um, da iniciativa privada pode, com seus recursos próprios, ou com patrocínios privados, defender os menos favorecidos. Existem inúmeros escritórios modelos espalhados pelo país que o fazem sem qualquer embaraço. Você mesmo, se está tão preocupada, pode advogar gratuitamente em favor dos necessitados. Mas é muito mais fácil criticar do que agir não é mesmo? A Defensoria Pública é uma das mais notáveis e brilhantes instituições do país. Infelizmente, interesses corporativos, que só veem o dinheiro público como meta, ainda insistem em tentar enfraquecer a instituição. Mas pelo visto, quanto mais batem, mas ela cresce. Por favor leia a Emenda Constitucional 80 de 2014 e entenda o status privilegiado e irreversível que foi dado a Defensoria Pública. A Defensoria Pública não concorre com a advocacia privada. Não existe esta possibilidade pela finitude dos recursos. Ao contrário, as atuações coletivas podem favorecer a advocacia, já que as sentenças coletivas podem ser executadas por todos, indistintamente. No Rio de Janeiro, onde a Defensoria, por sua longa história, já galgou um espaço notável na sociedade, não existe essa cultura beligerante entre advogados e defensores. Já se entende que não há concorrência. Espero, sinceramente, que nos outros Estados do país essa mentalidade mude e tenhamos harmonia no sistema de justiça, sem discussões inúteis e mesquinharias desnecessárias. Cordialmente, Fabio Schwartz

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

Valdir Vieira Jr (Advogado Assalariado - Criminal)

Comentário ofensivo removido por violar a política do site.

pelo fim do monopólio de pobre pela defensoria

analucia (Bacharel - Família)

pelo fim do monopólio de pobre pela defensoria.
Ora, se a defensoria defende o agressor das mulheres, não deveria também alegar que defende as vítimas dos agressores que defende.

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Comentários encerrados em 13/01/2015.
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