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Devemos superar os juristas que ouvem vozes e conversam com códigos

Comentários de leitores

4 comentários

Exemplo de Juiz

Adevalle (Administrador)

O texto da forma como escrito demonstra que mais vale as figuras de linguagem que o conteúdo, sempre relegado em favor de literatura e exposição de suposta erudição.

Vontade de realização

Eraldo Silveira Filho (Defensor Público Estadual)

Excelente reflexão. De qualquer sorte, penso que as contingências entre o impossível e hiança do possível (não-todo) não devem embargar de maneira absoluta a busca da previsibilidade da ordem jurídica. Sabe-se que o Direito é fluido e oscilante. Contudo, a vontade de sua realização substancial (vontade de Constituição mencionada por Hesse) deve permear as respectivas práticas, prevalecendo sobre evasivas de incidência, que muitas vezes se valem de silêncios eloquentes.

Hermes de platao

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

Todos querem ser Hermes com seus pensamentos enraizados em aprendizagem deficiente, mas útil nas aprovações a que são submetidos nas academias. Sem elas, os anos não passam... o que soa pesssimo.
Seria cômodo, se se de fato aplicasse os conhecimentos da hermenêutica, não sua pratica cotidiana que já que provou capenga. Veja que a interpretação deveria subsumir-se a paradigma mais escorreito, não esse que ensina nas faculdades, onde a doutrinas são varias e sendo varias, sem dogmatismo, acaba por despertar uma ciência perneta, pois cada um, frise-se, tem seu ponto de vista, quase sempre falho.
Deveria nesse ponto a interpretação andar de mãos dados com o dogmatismo radicar, como nas ciências exatas, onde a teoria precisa ser reconhecida concretamente, pois contrariamente teremos um panacéia para cada situação particular, quer dizer, interesse subjetivo que passa a ser jurídico econômico ... e o que mais tiver utilidade.... Contudo, precisamos desse ente diuturnamente, haja vista que o direito se aplica sendo interpetrado, pois provou-se há muito que a lex tem muito a oferecer. Mas, sejamos menos tortuosos ou tendenciosos?

Realmente

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

A vida realmente é muito rica e o legislador não possuí nem como prever todas as possibilidades ao elaborar a norma, entretanto também é verdade que esse subjetivismo deve permanecer na valoração do conjunto fático probatório, se estendendo à aplicação do direito à espécie apenas em casos excepcionais, a fim de evitar que tenhamos um superjuiz e, consequentemente, trazer mais segurança jurídica a todo o sistema.

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