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Comentários de leitores

5 comentários

Dupla jornada

JB (Outros)

Também não concordo com a justiça, entendo na minha ótica isso ser dupla jornada, tanto o é, que o motorista recebe uma gratificação por produção.

Quem não anda de busão...

Annie C. Furtado (Contabilista)

"Seguramente" quem participou da decisão não anda de ônibus e não compreende que, devido a prazos e horários, é inviável para o motorista parar o veículo e cobrar todos que estão aguardando.
Triste decisão.

Desemprego à vista

Silvio Curitiba (Advogado Associado a Escritório)

Natal não tem o trânsito caótico de SP, Rio. É bem calmo e fácil para o motorista, pois só cobrará daqueles que não usem a bilhetagem eletrônica.
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Considere que um ônibus transporte, por turno de 8 horas, uma média de 600 passageiros, a R$ 3,00, a arrecadação será de R$ 1.800,00, portanto, 2% = R$ 36,00. Em 30 dias, o valor pago ao motorista (R$ 1.080,00) será bem menor que o custo (salário + encargos) de um cobrador. Bom negócio para a empresa.
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Ruim para os cobradores, que serão dispensáveis (em 40% das linhas de Natal).
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Pior está acontecendo em Curitiba, onde o preço da passagem, quando pago em dinheiro (R$ 3,30) é mais CARO que em cartão (R$ 3,15). Aqui os cobradores logo serão descartados.

teoria da flexibilização

Marcos Nery (Advogado Autônomo - Civil)

Isso é manifestação da teoria da flexibilização das normas jurídicas trabalhistas. Ou seja, em acordo ou convenção coletiva está se admitindo a ampliação ou redução de normas trabalhistas. É a prevalência do negociado sobre o legislado

Falta conhecimento da realidade...

Jônatas Coimbra (Advogado Autônomo - Consumidor)

Lamentável a decisão do Eg. TST.
Quem transita diariamente de ônibus, seja para compromissos profissionais ou mesmo para o lazer sabe muito bem os riscos da atividade.

Impor ao trabalhador rodiviário (pois nenhum deles fará oposição alguma por escrito, sob pena de não ser contratado ou, já sendo funcionário, demitido) é desvalorizar ainda mais uma profissão de tantos estresses e riscos cotidianos.

Aguardemos as tragédias.

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