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Por Leonardo Léllis

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Cardozo encontra advogados para falar sobre audiências

Ministro Cardozo recebe advogados para falar sobre audiências com defensores.
Antonio Cruz/ABr

O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo voltou a se reunir com advogados. Dessa vez, ele recebeu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Marcus Vinícius Furtado Coêlho, acompanhado de seus colegas representantes das seccionais. O encontro, nesta quarta-feira (25/2), foi para Furtado Coêlho dizer ao ministro que os advogados têm direito de serem recebidos em audiência por todas as autoridades do governo. "É a função do ministro da Justiça receber pessoas que atuam nesta área", disse Cardozo, que afirmou que  já recebeu integrantes do Ministério Público que pediram apoio sobre investigações. Na terça (24/2), o ministro recebeu o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil João Ricardo Costa, que pediu apoio no combate à corrupção.

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Revista Consultor Jurídico, 25 de fevereiro de 2015, 17h45

Comentários de leitores

3 comentários

Tiro no pé (azar o seu)

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Para "fazer crer" à população menos avisada que a prática de receber advogados e/ou qualquer pessoa que queira falar com ministros é absolutamente "normal e salutar" (quando todos sabem que não é) Cardozo deu um tiro no pé. Seria muito oportuno, aproveitando a sua " boa vontade" que inúmeros advogados criminalistas (ou não) fossem aviar os seus pleitos junto ao ministério, (em especial aqueles que têm escritórios em Brasília, cujo único prejuízo de não ser atendido, seria a perda de tempo) dando "continuidade" a essa "inovação" criada por esse ministro, em face de ter sido "pilhado" concedendo uma audiência "absolutamente informal" aos causídicos dos empreiteiros corruptos. Se isso acontecesse, e fossem divulgadas pela imprensa ou mesmo no CONJUR as "NEGATIVAS" dos pedidos de avistamento dos advogados com Cardozo, poderíamos tirar a MÁSCARA desse "advogado de empreiteiro" travestido de Ministro da Jusitça. Esse sujeito anti-ético é um tremendo X-9. Quanto a OAB, nenhuma novidade pois sabemos muito bem à que se presta.

Um ofício resolveria

Anderley F.M. (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Fosse esse o motivo da reunião um ofício não seria suficiente? Se é que se torna necessário oficiar para expor o óbvio. Caso fique comprovado que o min. da Justiça orientou advogados a não aceitarem a delação, em prejuízo à apuração dos fatos e possivelmente ao ressarcimento ao erário, o mínimo a merecer é a demissão.

Mudando o foco

Gomes de Araújo (Advogado Autônomo)

Estão pervertendo a discussão. O problema não é o Ministro receber advogados, e sim para quê os recebeu, o que tratou com eles e o que se dispôs a fazer.

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