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Problemas com vidros

Empresa de blindagem afirma que não é alvo de investigação do MP

Citada em notícia sobre a investigação do Ministério Público de São Paulo sobre a venda de vidros blindados que não param tiros, a empresa TecPro Tecnologia em Proteção afirma que não é alvo da ação do MP. Em mensagem enviada à revista eletrônica Consultor Jurídico, a companhia afirma que tem colaborado com as investigações, que, segundo a TecPro, tem como foco a Ser Glass, fornecedora dos vidros que, segundo laudos técnicos, não têm a proteção necessária.

A Tec Pro afirma ser "prematuro afirmar que os vidros fabricados pela Ser Glass são vulneráveis, pois o Ministério Público, que está investigando o caso desde 2012, nada concluiu nesse sentido até a presente data". A própria Ser Glass já se manifestou sobre o assunto, em nota publicada também pela ConJur (clique aqui para ler).

Diferentemente do que afirmava o título da reportagem, a TecPro não foi condenada em ação judicial, mas é apontada na investigação sobre a venda de vidros blindados.

Leia, abaixo, a nota da TecPro:

Em relação à matéria “MP-SP investiga venda de vidros blindados que não param tiros" — inicialmente intitulada "Empresa de blindagem é condenada por vender vidros sem resistência” —, publicada em 16 de fevereiro de 2015, vem a empresa TecPro – Tecnologia em Proteção Ltda. tecer os seguintes esclarecimentos e pedido de retratação:

- Conforme citado na matéria, o alvo da investigação pelo Ministério Público é a fabricante de vidros blindados SER Glass, não figurando a TecPro como investigada;

- A TecPro tem colaborado com o Ministério Público nas investigações, fornecendo documentos, peças de vidros de seu estoque para a realização de testes, bem como toda e qualquer informação necessária para a apuração do caso em relação à fabricante de vidros blindados;

- Entende ser prematuro afirmar que os vidros fabricados pela SER Glass são vulneráveis, pois o Ministério Público, que está investigando o caso desde 2012, nada concluiu nesse sentido até a presente data, bem como aludida empresa (SER Glass) continua com seus certificados e autorizações válidas ante o Exército Brasileiro, órgão responsável por regulamentar e fiscalizar o setor de blindagem automotiva;

- Aduz que o título da matéria induz o leitor a erro, pois leva a crer que a TecPro sofreu condenação em ação judicial, o que não é verdade, uma vez que não há qualquer sentença condenando a empresa;

- A matéria em apreço, de forma irresponsável, difama a TecPro ao afirmar que “O esquema apareceu porque um grupo de advogados entrou na Justiça contra a companhia”, dando a entender que a TecPro faz parte de organização criminosa, requerendo a imediata e formal retratação do ConJur.

Revista Consultor Jurídico, 18 de fevereiro de 2015, 18h38

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