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Segunda Leitura

Ministro Gilmar Mendes é exemplo de administrador no Judiciário brasileiro

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Comentários de leitores

7 comentários

Poxa Professor. Admiro seus artigos...mas..

PAS-adv (Servidor)

Poxâ professor.. Elogiar Gilmar Mendes depois da reportagem da Revista Época... ???!! Como diria Uns. Hj tudo vem a tona. Graças a Democracia. E mais... Graças a conscintização de muitos brasileiros esclarecidos que sabem que temos uma Constituiçào Aberta. Em que todos podem e devem lhe garantir força normativa. As instituições são maiores que os homes que a ocupam, pois elas representam os ideiais, o decer ser, enquanto nós humanos somos falhos.

Melhor julgador

Rodrigo Beleza (Outro)

Nós realmente gostaríamos que ele fosse melhor julgador. E que devolvesse os autos da ação da OAB que clama pelo fim das doações de empresas para campanhas eleitorais. Aquela que já tem 5 votos favoráveis. Que está com ele há quase 1 ano.

STF precisa ter responsabilidade!

Leonardo BSB (Outros)

Essa de só poder executar a pena após o trânsito em julgado parece uma piada de muito mau gosto! Não dá pra acreditar e não tem lógica! Para que se extrairia da CF o princípio do duplo grau de jurisdição, por qual razão os recursos extraordinário e eepecial seriam excepcionais se a regra fosse ter que passar pelos tribunais de superposição todas as demandas criminais?! Mais uma teratologia tupiniquim! Ora, o sistema já prevê as medidas cautelares para atribuir efeito suspensivo a esses recursos excepcionais caso exista a fumaça do bom direito. Enfim, essa jurisprudência nociva do STF transmite forte sensação de impunidade, que acaba por fomentar o crime - pois o que evita novos crimes é a certeza da pronta punição -e a insatisfação social para com o Estado! Deprimente tudo isso!

Magistrado e Administração

PM-SC (Advogado Assalariado - Civil)

Prof. Vladimir, o seu artigo dá uma visão, conquanto resumida, em torno da administração da justiça brasileira. Parabéns pelo precioso trabalho desenvolvido.
Todavia, ouso fazer o seguinte comentário: Como já venho afirmando alhures, em virtude do excessivo volume de processos judiciais pendentes em todos os graus de jurisdição, entendo que a atividade judiciária deve ser desenvolvida em dois módulos. Ou seja, num devem funcionar os magistrados que exercem por natureza organizacional atividades administrativas, por exemplo, Presidente, Corregedor, etc. Noutro, atividade jurisdicional, vale dizer, em de decorrência do efeito da distribuição. Completando tal raciocínio de organização de trabalho no PJ, não deveriam ser distribuídos processos judiciais a quem exerce atividade administrativa (gestão intermediária ou de apoio logístico). Melhor explicando, o magistrado com processo judicial a si distribuído, em princípio, exercitariqa unicamente atividade própria ou típica da prestação jurisdicional, por exemplo, ouvindo pessoas, presidindo audiências, julgando e fazendo cumprir suas decisões. Evidentemente, deve sim, administrar o desenvolvimento da prestação jurisdicional, mas não a ponto de estar autorizado a desenvolver, simultaneamente, atividade administrativa, como por exemplo, em escola judicial, comissão de organização de jurisprudência, comissão de organização judiciária, em órgão interno de planejamento, em atividades de campanhas sociais – criminalidade, infância, juventude, idoso, drogas, etc.
Resumindo, tudo é uma questão de racionalização do trabalho (RH-recursos humanos), da organização e dos métodos (OyM) que devem impulsionar a gestão de funcionamento da justiça, partindo-se sempre da intenção em busca de bons resultados.

Complicado

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

O Supremo Tribunal Federal, se valendo da sua prerrogativa de proteger os direitos e liberdades individuais, acaba dando um tiro no próprio pé, como disse o articulista de maneira sucinta.

Teoricamente é muito bonito dizer que a sentença não pode ser executada antes do trânsito em julgado, ainda se frisando o principio da presunção de inocência, e isto fica melhor ainda se pegar doutrinas de jus filósofos que tratem da matéria.

Agora como bem dito no texto nós vivemos no mundo real e não no mundo da fantasia, sob o pretexto de se proteger um direito fundamental o STF acaba causando uma injustiça maior ainda.

Mas se o STF quiser manter essa tese sem problemas, agora deverá ter ombridade de leva-lá as últimas consequências, punindo de maneira rigorosa os magistrados que demorarem a julgar processos criminais, e ai incluídos os próprios ministros da suprema corte.

bons temas

SCP (Outros)

Gostaria que o autor escrevesse sobre o auxílio moradia do mp e sobre quem fiscaliza o mp.

Ministro Gilmar Mendes é irmão de Defensor Público em Mato

daniel (Outros - Administrativa)

Ministro Gilmar Mendes é irmão de Defensor Público em Mato Grosso. E o Senador que pressionou pela Emenda Constitucional da Defensoria em 2004 também é irmão de Defensor Público em Pernambuco.
Realmente Gilmar Mendes é um bom gestor. Porém, no caso da Defensoria nada mudou para o pobre, aliás até piorou, pois ficou refém do monopólio de pobre e a Defensoria quer atender em áreas que não há pobres.

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