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Publicação ofensiva

STJ mantém decisão que condenou blogueiro a indenizar Gilmar Mendes

Comentários de leitores

7 comentários

Não ao corporativismo

Pirim (Outros)

Engraçado o nosso País, para alguns a LEI não vale, já para os demais é aplicado a ferro e fogo !

Que democracia é essa ?

veja o artigo acessando no link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0805200209.htm

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Satirizar Maomé pode, mas ministro do STF não?

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Considero Paulo Henrique Amorim e sua corja um bando de vassalos asquerosos do governo. Uma súcia de bajuladores do PT, uns estatólatras ensandecidos que distorcem todos os fatos para proteger, a qualquer custo, os interesses do governo.
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PORÉM, defendo o direito de todos de falar o que pensam. Em uma democracia liberdade de expressão é um valor central. Basta ver que um dos pontos que mais diferenciam uma ditadura de uma democracia é a censura: numa democracia cada um fala o que quer (e escuta o que não quer). Já em Cuba, Coreía do Norte e Venezuela, países defendidos por PHA e pelo PT que ele tanto idolatra, quem abrir a boca pra criticar pode ser preso e/ou fuzilado.
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Para pessoas públicas, é pacífico que o limite do tolerável é mais elástico. Caso contrário qualquer matéria relatando denúncias contra autoridades ou satirizando os poderosos, O QUE É ESSENCIAL PARA CONTROLAR O ARBÍTRIO, seriam consideradas ilícitas.
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Não defendo o Paulo Henrique Amorim (se pudesse, daria um merecido soco na cara dele), mas defenderei até o fim o seu direito à liberdade de expressão e à sátira.

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Até onde pode ir um blá blá blá...

Roberto Melo (Jornalista)

Creio que os comentadores da matéria não leram o texto publicado ontem, "O Estado não tem poder para interferir no direito à liberdade de imprensa", de Alexandre Fidalgo, nesta mesma Revista Conjur, inaugurando uma coluna a respeito da Liberdade de Expressão e da Liberdade de Imprensa, que sinceramente, espero que prospere e ilumine muitas mentes que ainda circulam como se estivéssemos na escuridão. Afinal, membro do STF, perante a lei, não seria um cidadão como outro qualquer, passível de crítica? Ou estão, de fato e de direito, acima do bem e do mal? As sucessivas decisões da Justiça apenas demonstram até onde pode ir o espírito de corpo (ou do corpo?), já que os julgadores tomaram para si as “ofensas” publicadas pelo jornalista contra o ex-presidente do Supremo. Supremo é Supremo, no Judiciário e fora dele (vide as religiões). Não foi o caso, no entanto, quando o próprio e o seu colega de toga (ou de turma?), Joaquim Barbosa, trocaram acusações em transmissão ao vivo. Fiquei morrendo de curiosidade, mas até hoje ninguém foi capaz de esclarecer, ou sequer tocar no assunto, quando Barbosa disse a Gilmar que ele (Mendes) não estava falando (se dirigindo) com os seus capangas do Mato Grosso. Qualquer pessoa de bem (cidadãos, em última análise) acharia estranho um membro de corte superior ter capangas, não? Mas, como era briga de cachorro grande, ficou por isso mesmo, cada um engoliu os seus insultos...(ou sapos?). Por isso, cada vez que leio mais um pouco sobre questões do Direito, volto a indagar sobre o que deve prevalecer no Direito: se o que a lei prescreve ou se a vontade dos magistrados e suas interpretações sempre ideológicas dos fatos?

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Merece pena mais radical

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Já que esse 'jornalista' (que confunde direito de informar com direito de difamar) é useiro e vezeiro em abusar das garantias inerentes ao seu 'status' profissional, seria de se lhe apenar com a PERDA desse 'status', isto é, a cassação de seu direito de exercer essa honrosa profissão. Se o advogado que viola sigilo de cliente ou questão atinente à confiança na relação com o cliente sofre cassação de seu 'status'; da mesma forma o Juiz, o promotor, o médico, etc. todos que violam as regras de sua profissão são delas excluídos. Então, o jornalista, que tem no direito à informação a viga mestra (moral) de sua profissão (tanto é que lhe é assegurado constitucionalmente o direito ao sigilo da fonte), se ele fere de morte esse direito (à informação) com informação sabidamente falsa ou, mais, além de falsa, com o objetivo de difamar ou jogar lama em alguém ou numa instituição (como é o caso, já que seu objetivo foi o de instaurar uma desconfiança no seio da sociedade contra o PODER JUDICIÁRIO), ele deveria sofre uma pena RIGOROSA, como as penas aplicáveis aos demais profissionais, como a SUSPENSÃO do exercício da profissão por um prazo razoável, e na sequência de outras acusações falsas, a CASSAÇÃO de seu título profissional, restando-lhe interditado o exercício dessa nobre profissão.

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Estranho mesmo!

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

Bem falado, M.A.P a algo de muito errado no Reino da Dinamarca. Esse PHA já foi condenado diversas vezes por causar dano moral a seus colegas de profissão e até magistrado, porém, continua a causar estragos às pessoas com sua pena ferina a soldo dos poderosos de plantão. Reincidente contumaz, deveria ter o seu direito de exercer o jornalismo, pelo menos, suspenso temporariamente. Quem sabe ele emenda e adote um pouco de ética em seu proceder? Onde está a ABI, que não se pronuncia?

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Doação

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Parece que o ministro já prometeu doar a grana para uma instituição. Muito nobre da parte dele se o fizer.

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Algo de muito errado

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Eu não analisei nenhum desses processo movidos contra Paulo Henrique Amorim. Não sei dizer exatamente, conhecendo o Judiciário pátrio, se há fundamento nessas dezenas (ou centenas) de decisões que reconhece os supostos abusos por ele perpetrados. Mas uma coisa me incomoda. Apesar das condenações, ele atua normalmente como jornalista. Dá notícias, comenta, tudo o mais. Há algo de muito errado nessa história. Uma pessoa que sofreu tantas condenações, se realmente culpado, deveria ter espaço somente na nobre função de corte de cana, ou assemelhadas. Como pode alguém, que o Judiciário aponta como violador da lei, ter ainda tanto espaço no jornalismo? Ou será o Judiciário o culpado.

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