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Habeas Corpus

Prisão preventiva não pode se basear em "gravidade abstrata", decide Supremo

Comentários de leitores

6 comentários

Perigoso atalho

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Quando a Justiça, a guisa de evitar a banalização da preventiva solta um traficante desse porte, como no caso, corre o risco de que ele (o increpado) passe a banalizar a Justiça.

indonésia

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Gostaria que ele tivesse sido preso na Indonésia.

doutor Marcos Pintar

isabel (Advogado Assalariado)

Não acho que este seja o local para comentários meramente coloquiais, mas , às vezes não há outra resposta senão o "português claro". Seu comentário acertou em cheio.

Inocente útil

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

"2 mil micropontos de LSD, vários comprimidos de ecstasy e tubos de lança-perfume" representam 0,00000000000001% do que se consome dessas drogas no Brasil em um dia. Ainda que o acusado seja culpado, sua prisão é algo completamente irrelevante na medida em que ele saiu de circulação mas apareceram mais 500 outros traficantes explorando o lucrativo negócio de alimentar o divertimentos dos filhos da classe média-alta brasileira, os mesmos que estão por aqui cinicamente clamando por "justiça" e prisões arbitrárias

Pois é...

Johnny1 (Outros)

para nossas "cortes superiores" nada serve como fundamento da prisão preventiva quando seus integrantes não querem...

Clara como o sol

Prætor (Outros)

A periculosidade "concreta" (?!) está aqui, à toda evidência:" O réu havia recebido cerca de 2 mil micropontos de LSD, vários comprimidos de ecstasy e tubos de lança-perfume — foi a maior de LSD feita em São Paulo naquele ano."

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