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Questão salarial

Servidores do MPU em São Paulo aderem a paralisação nacional

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Os servidores de São Paulo vinculados ao Ministério Público da União — que engloba os MPs Federal, do Trabalho, Militar e do Distrito Federal — decidiram em assembleia geral nesta segunda-feira (9/2) paralisar as atividades durante duas horas por dia para pressionar o governo por um reajuste de 13,23% para a categoria em âmbito nacional. Também há paralisação nos estados do Ceará, Alagoas, Goiás, Amapá e no Distrito Federal.

Greve
O Sinasempu (Sindicato dos Servidores do Ministério Público da União e do Conselho Nacional do Ministério Público) afirma que, após paralisação com indicativo de greve no último dia 30 de janeiro, noticiada pela revista eletrônica Consultor Jurídico, os servidores do MPU em Brasília resolveram em assembleia local cruzar os braços por tempo indeterminado no mesmo dia.

Segundo um dos diretores do sindicato em São Paulo, Hernandes Isidro, as paralisações estão sendo deliberadas localmente. No Amapá, por exemplo, somente os servidores do MPF aderiram à greve nacional por melhores salários.

Em Alagoas, uma representante dos servidores parados afirmou que a paralisação segue estritamente a legislação local, e os trabalhadores vão manter 30% dos serviços, segundo o site de notícias G1. Já no Amapá, os representantes do movimento afirmam que somente serviços urgentes serão prestados à população.

Em Goiás, a greve também foi deliberada nesta segunda-feira. Assim como no Ceará. A principal reivindicação da categoria é o ajuste salarial, pois, segundo o Sinasempu — que afirma ter mais de 3 mil filiados diretos, enquanto a categoria têm 15 mil funcionários no país inteiro — ela não ocorre há mais de nove anos.

O sindicato afirma em sua página na internet que, segundo a Portaria PGR/MPU 707/2006 da Secretaria Geral da Procuradoria Geral da República (PGR), não há risco de perdas no rendimento, pois o texto permite a reposição das horas faltadas durante o período de pressão.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 9 de fevereiro de 2015, 22h34

Comentários de leitores

4 comentários

CF. Art. 1º

Karlos Lima (Oficial de Justiça)

Todos são igual perante a lei! Onde está a igualdade se nós servidores públicos não temos aumento a quase dez anos.
Nem a reposição da inflação recebemos. O governo da Presidente Dilma é somente de mentiras e desigualdade social. Os pobres se tornando miseráveis, e os pobres e nós classe média ficando pobres.

CF. Art. 1º

Karlos Lima (Oficial de Justiça)

Todos são igual perante a lei! Onde está a igualdade se nós servidores públicos não temos aumento a quase dez anos.
Nem a reposição da inflação recebemos. O governo da Presidente Dilma é somente de mentiras e desigualdade social. Os pobres se tornando miseráveis, e os pobres e nós classe média ficando pobres.

Estão é nadando em dinheiro

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Eles poderiam divulgar quanto ganham exatamente, com as respectivas funções. Creio que 99% da população imaginaria que há um erro nas informações, com um zero a mais em cada informação de rendimento.

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