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Morosidade judiciária

Calandra, desembargador do TJ-SP, é entrevistado no Questão de Justiça

O desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Henrique Nelson Calandra é o entrevistado da edição desta terça-feira (3/2) do programa Questão de Justiça, que irá ao ar às 14h30 no canal TV Aberta, alocado no número 9 da NET e no 186 da Vivo.

No programa, Calandra comentará a entrevista que deu à revista Consultor Jurídico em 24 de janeiro. Nesta, o desembargador afirmou que, se os casos em que não há litígio fossem solucionados por vias extrajudiciais, como cartórios, a eficiência do Judiciário aumentaria, e o tempo de duração dos processos cairia.

Como exemplo desse tipo de procedimento, ele citou as incontáveis execuções fiscais que circulam pelos tribunais brasileiros, e defendeu que elas sejam processadas administrativamente.

Ao apresentador Walter Ciglioni, o desembargador afirmou que na Justiça Estadual há mais de R$ 1 trilhão em execuções fiscais federais e que as execuções fiscais municipais somam um volume de milhões de causas. Segundo Calandra, esse tipo de processo em que não há litígio há muito já deveria ter sido removido da órbita do Poder Judiciário. 

Revista Consultor Jurídico, 3 de fevereiro de 2015, 11h35

Comentários de leitores

3 comentários

Caçandra Desembargador

regina m.c. neves (Advogado Autônomo - Criminal)

Boa tarde aos internautas.
Não sei se é impressão minha ou os Desembargadores e Presidente do TJ São Paulo não estão mesmo afim de trabalhar!!!! Agora é moda lá no Poder Judiciário dizer que os Advogados tem que ser mais agil nas petições e escreverem menos. Como se já não bastasse isso, ainda tem a tal CONCLIAÇÃO/MEDIAÇÃO e ARBITRAGEM que não serve pra nada pois, não tem acordo, vai para o Juíz.
A justiça é lenta sim porque tem os lentos lá, que nada mais são, eles mesmos que não lêem nada, não julgam nada, somente, e muitas vezes concordam com os ilustres do MP.
Não há que vingar esse "entendimento" dos tais, bem como o de de qualquer ilustre aí viu! O bom mesmo é trabalhar para o progresso dos contribuintes confiscados pelo PODER e do Judiciário também! Então pessoaus!! Vamos trabalhar!! ler processo sim, prolatar sentenças sim, ser mais rápido sim, menos pombas e mais ação e produção. O melhor remédio pra lentidão do Poder Judiciário é todos lá trabalharem mesmo!! Dá certo sim! trabalhar é bom e saudavel! vai! força Judiciário vamo lá!!!!!!!

Caçandra Desembargador

regina m.c. neves (Advogado Autônomo - Criminal)

Boa tarde aos internautas.
Não sei se é impressão minha ou os Desembargadores e Presidente do TJ São Paulo não estão mesmo afim de trabalhar!!!! Agora é moda lá no Poder Judiciário dizer que os Advogados tem que ser mais agil nas petições e escreverem menos. Como se já não bastasse isso, ainda tem a tal CONCLIAÇÃO/MEDIAÇÃO e ARBITRAGEM que não serve pra nada pois, não tem acordo, vai para o Juíz.
A justiça é lenta sim porque tem os lentos lá, que nada mais são eles mesmos que não lêem nada, não juçgam nada, somente e muitas vezes concordam com os ilustres do MP.
Não ´há que vingar esse "entendimento" dos e de qualquer ilustre aí viu! O bom mesmo é trabalhar para o progresso dos contribuintes confiscados pelo PODER e do Judiciário também! Então pessoaus!! Vamos trabalhar!! ler processo sim, prolatar sentenças sim, ser mais rápido sim, menos pombas e mais ação e produção. O melhor remédio pra lentidão do Poder Judiciário é todos lá trabalharem mesmo!! Dá certo sim! trabalhar é bom e saudavel! vai! força Judiciário vamo lá!!!!!!!

Transparência

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Será um bom momento para ele explicar porque foi rejeitado em processos eleitorais por seus próprios colegas juízes.

Comentários encerrados em 11/02/2015.
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