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Senso Incomum

Que o mundo foi e será porquería, ya lo sé... Mas dá tudo no mesmo?

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56 comentários

Popper

Marcos Vanissardo (Advogado Autônomo)

Se você pode ser intolerante contra os intolerantes, todos podem ser intolerantes indefinidamente. Eu prefiro a reflexão de Millôr: "Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim...." Além disso, temos que enfrentar o grande problema que é quem define o que é intolerância. No dias de hoje, quem define o que é intolerância é a mídia e não o direito/moral, etc.

E chegou a quinta de manhã

Sérgio Brito Ferreira (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

E chegou a quinta de manhã ... E desde madrugada já sou feliz esperando ser censurado por eventuais comentários que não sejam do gosto do articulista.

Zensieren

Sérgio Brito Ferreira (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Jemand, der sagt, die Werten des Staatsrechts müsse gewährleistet werden, hätte kein Recht, die Meinung der Anderen zu zensieren. Veröffentlichen Sie bitte meinen Kommentar.

Fez-nos o favor de elogiar as batatas!

Emil Zaratustra (Outros)

Ante tamanha empáfia, relembremos o surgimento dos títulos em nosso país. Contam os livros de história que, quando da bancarrota da corte portuguesa, exsurgira a necessidade de vender títulos. Daí em diante, quem não quer ser barão ou visconde? A universidade, influenciada pelo afã bacharelesco-aristocrático de além-mar, construiu seus espaços, de sorte a delimitar e criar hierarquias. Tristes trópicos! Somos perseguidos pelos fantasmas catedráticos, que, espertos que são, permitem a legitimação, via diploma, de toda sorte de mediocridade. Lima, acertadamente, chamara-nos de "pátria criança", ainda por crescer, tornar-se grande. Lá isso em 1911... Até os dias de hoje. Não se sabe ao certo o que significa ter doutorado, tampouco possuir coluna em site jurídico. Tudo muito impreciso. Atestado de leitura? Custa acreditar! A mim, que não observo a vida como algo que existe para possibilitar recompensas, parece-me que toda essa sofreguidão, por parte do colunista, em querer autoproclamar-se voz autorizada demonstra certo sintoma de frustração ante a vida, nua, tal qual é. Pergunto-me: diante de nossa situação, frente a um país tão miserável como o nosso, o que significam os títulos, as honrarias? Fôssemos cônscios, honestos, deitaríamos, sobre palavras de tão mesquinha vaidade, o necessário desprezo. O intelectual, consulte Milton Santos, tem de estar na rua, saber, através de Belchior, que é necessário "cantar" como quem usa a mão para fazer o pão, colher alguma espiga. Reclamar títulos, fazer a luz refratar para a direção da própria face... Para quê? Dizer-se: "Sou grande"? Deixe de tolice, rapaz! Comece por confessar as não-leituras!

Aos colegas, uma provocação/reflexão

Paulo L. Bogado (Outros)

Baseando-me única e exclusivamente na coluna do dia 17/12/2015 de Lenio Streck, pretendo escrever um comentário nada sofisticado sobre a questão da (in)tolerância. Segundo Popper, conclui que existem dois tipos de intolerância, a serem ilustrados a partir da seguinte casuística: Ramon (odiador de americanos) conversa com um americano sobre futebol americano.
1) Ramon conhece as regras de futebol americano, mas, por odiar americanos, discorda de tudo o que o americano disse, mesmo estando este correto em alguns aspectos. Ramon é um pessoa intolerante, algo certamente indesejável, mas possibilitou o contraditório ao americano.
2) Ramon não conhece nada sobre futebol americano, não possuindo contra-argumentos. Ele, então, passa a insultar o americano pela participação de seu país na guerra do Iraque. Ramon demonstrou uma intolerância ilimitada, baseada somente no ódio e na vontade de ofender o outro.
Entendi que podemos separar a intolerância da intolerância ilimitada, da qual os "haters" são dotados. Não se confundem, pois, as críticas ácidas, ironias e demais recursos argumentativos com a atitude "hater". O cidadão pode até ser pertinentemente intolerante, o que não o confunde com um "hater". Dito isso, diante da postura crítica e antipática (comportamento reconhecido expressamente pelo próprio) do colunista, muitos confundem o Lenio com um "hater". Todavia, s.m.j, Lênio sempre fundamenta seus posicionamentos, o que o torna, no máximo, intolerante em relação a algo. Se assim o (qualquer) colunista agiu, basta aos leitores apontarem fatos e fundamentos divergindo (algo que o Sr. Estrupício não fez). Isso é ser tolerante e permite que (até mesmo) o colunista exerça a autocrítica.
Lenio Streck, compreendi minimante a coluna do dia 17/12/2015?
#PAZ

Caro Prof. Streck

Solange Zeliotto (Administrador)

Há uma frase que tem permeado meus pensamentos : 'Quem nos salvará da maldade dos bons?'
De mim, que não sou necessariamente uma pessoa religiosa, tenho pedido. Pedido por ajuda até para onde e em que não podemos ser ajudados...
Boa sorte !

Bons Meninos de Escola!

Estrupício Hermenêutico (Outros)

Me surpreende muito a pouca combatividade de alguns (não todos, felizmente) comentaristas. Streck se autoproclama xerife dos comentários, fiscalizando não só o que escrevemos na coluna dele, mas também nas colunas de outros. Ele parece pretender formar um rebanho bem adestrado, estabelecendo regrinhas sobre como o rebanho deve se comportar. De leitores de um site como Conjur eu esperaria mais combatividade, mais rebeldia. Rebelião mesmo! Streck sabe filosofia? Pois que vá ensinar às "negas" dele (sem racismo, é apenas uma expressão de uso comum). Há muito tempo deixei de ser menino de escola! Quem tem vocação para rebanho que aplauda Streck, de longe o maior odiador do site (alguém discorda disso?), que escreve com ácido e veneno. Muitos mordem com raiva, uns poucos mordem sorrindo. Mas Streck morde filosofando. Fui! Definitivamente!

Frase perfeita!

Cessa (Advogado Autônomo)

"Se a verdade é sempre mal recebida pelo homem, o erro é recebido de braços abertos".

É pra acabá ....

isabel (Advogado Assalariado)

sobre a coluna já comentei no Facebook....
quanto aos comentários me resumo ao título ....
se vc preferir usar aquela figura que já considerei " hipérbole", em outros textos seus, vou incentivá-lo : armazene alimentos, Lenio !

Direito e Literatura

Ricardo Rocha Lopes Da Costa (Estudante de Direito - Criminal)

Para mais informações acesse: Direito e Literatura ( Tolerância) e divirtam-se

Transformaram o Lenio em hater

Thiago Bandeira (Funcionário público)

Não me espanta o que vejo aqui. E o que vejo aqui? Vejo os textos dos colunistas sendo interpretados muito além dos seus limites. O colunista diz X, e logo aparece um ou outro comentarista dizendo que ele falou Y, e que o certo é ficar tudo como está.
Os haters incomodam? Sim, mas isso acontece todos os dias nos Tribunais, só que com a lei, sentenças, acórdãos, etc... Extrai-se do texto o que se quer, para aplicar o que se entende por correto, oportuno e conveniente. A desonestidade intelectual parece ser o grande mal assola não só país, mas a humanidade.

errata

Liberdade sim e Estado se e somente se for necessário (Delegado de Polícia Estadual)

informações despidas

O segredo de aborrecer é dizer tudo

Liberdade sim e Estado se e somente se for necessário (Delegado de Polícia Estadual)

O país está mergulhado em uma cultura única, determinada de cima para baixo, alardeada 24h por meios de comunicação dominados pela ideologia reinante. Ainda assim, muitos, não aceitando o discurso único apresentado em redes de TV, rádio e jornais, buscam na internet as informações despedidas do oficialismo. Tratemos do direito, portanto, comentando o julgamento transmitido ontem pela TV Justiça e outras redes de TV: o que dizer dos "fundamentos" utilizados pelos Ministros nomeados pelo Poder Executivo e aprovados por um Senado submisso? É legítima essa forma de escolha de Ministros para a Corte Constitucional? Ou deixará de existir legitimidade somente se algum dia um governo verdadeiramente diferente do atual conseguir emplacar 9 integrantes naquelas cadeiras? Se a Constituição Federal não vem sendo cumprida sequer pelos integrantes do STF, é coerente cobrar sua aplicação "pura" dos demais operadores do direito? Ou será sempre mais fácil adjetivar de "hater" aqueles que possuem vozes discordantes da cultura reinante?
OBS: Lembremos sempre que a figura do "hater" surgiu com expressões como "FORA FHC" etc, ou essa frase demonstra expressão de tolerância?

A ordem do discurso como discurso da ordem

Ana Karenina (Outros)

Foucault, na aula inaugura no colégio de França, desvela como a aleatoriedade e os perigos dos discursos são conjurados por meio de dispositivos que, sobreterminando-os, lamina-os para uma ordem em que os mecanismos de poder se ocultam e se exercem mais sutil e sub-repticiamente.
Desde a figura do autor aos protolocos de admissão de enunciados, o filósofo Foucault revela como a ordem do discurso é um discurso da ordem. No rol, faltou incluir os discursos quem vem da academia sob o pálio dos títulos. Brasil dos títulos. De Barão a Pós-Doutor não há diferença. Quanto medo de romper com a ordem do discurso de forma que até um matuto leitor provoca crise a ponto de ser reputado, como percebeu, o Emil, de invejoso? Há uma porção de coisas grandes ( que são silenciosas)para conquistar.
O discurso do colunista, digamos sem data venia, é uma discurso da ordem. Mostra como a academia precisa da hierarqui para sobreviver . Que diferença há entre a assertiva ''quem é fulano-cometarista para...'' da velha prática: sabe com quem você está falando?
Com tais argumentos, peço ao papai noel que consagre o colunista como o novo ministro da hierarquia acadêmica e, com seus filtros, só passa o que não abala o locus do poder.
Como diria o doce bárbaro Caetano Veloso:" Será que apenas os hermetismos pascoais e os tons e os mil tons, seus sons e seus dons geniais nos salvam, nos salvarão dessas trevas e nada mais? Viva Hermeto. Viva o doce bárbaro.

Nova geração do discurso de ódio e pouco conhecimento.

Clara Schmitt (Estudante de Direito)

Cumprimentos ao professor.
Acredito que a coluna caiu como uma luva considerando a fase que passamos agora. Como bem colocado, os haters estão por toda a parte e confesso que adoro ler os comentários (tanto em redes sociais, como em sites de notícias e aqui no Conjur). O que mais chama atenção realmente é o fato de muitos não demonstrarem conhecimento algum sobre o assunto, mas mesmo assim proferirem seu discurso de ódio. Parece que hoje em dia o importante é ter opinião, pouco importando a coerência. Interessante observar que não importa o assunto da matéria sempre tem alguém que vai usar frases prontas que estão em alta - como por exemplo, bandido bom é bandido morto, direitos humanos para humanos direitos, esquerdista, coxinha, fora Dilma, e por aí vai - com comentários vazios que não tem nada a dizer, existindo apenas uma necessidade em colocar a cara a tapa.
Pois bem, alguns amigos sempre falam que é perda de tempo discutir com os haters, entretanto, como o texto referiu, acredito que a intolerância deve ser combatida (e como existe intolerância) pelo fato de ao ter seu comentário odioso respondido com outro com algum conteúdo, creio que o hater, da próxima vez, talvez pense duas vezes, ou pelo menos pesquise e conheça o assunto.
Continuo observando os comentários e continuo esperançosa pelo dia em que todos irão pelo menos fazer uma breve pesquisa antes de opinar sobre algo.

Parabéns ao professor por sempre fazer uma análise clara e inteligente do cotidiano.

Cansado

R. Canan (Advogado Associado a Escritório)

Fazia um tempo que não comentava por aqui, pois estava cansado de ler comentários ofensivos, ao Colunista, ou a pessoas referidas na coluna. Mesmo quando o Autor deixa implícito um pedido para serem feitos comentários e críticas construtivas, limitadas ao debate proposto, as ofensas continuam. Se é para ofender, para que perder tempo lendo a coluna?
E o pior é que não é só aqui. Basta fazer comentário no facebook e já aparecem comentários raivosos. Um pouco mais de empatia com o autor e com a proposta do texto fariam muito bem.
A coluna é um desabafo muito bem vindo. Parabéns Prof. Lenio.

Mãe, olha eu na CONJUR!

Alexandre (Advogado Assalariado)

Queria desde já pedir desculpas aos colegas fãs da gramática pelo uso indevido do "cujo" e pedir que eles não apareçam com tochas e ancinhos na porta da minha casa.

D. Florinda

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Certa está D. Florinda sempre que convida o Kiko! "Não se misture com essa gentalha". Brincadeiras a parte, realmente os mal-amados (as) e mal formados (as) sempre aparecem em todos os cantinhos da Internet lançando aos quatro cantos, as suas frustrações, aborrecimentos, mal humor etc...

Indignado estou.

Roberto R. (Advogado Assalariado - Civil)

De modo simples: há indignação com o que os leitores escrevem em seus comentários, porque o articulista gosta do debate. Direito é linguagem, mas não ofenda o direito de opinião com a sua linguagem afiada, caro leitor.

O tango do silopsismo e o desfile imemorial dos pedeutas

Macaco & Papagaio (Outros)

Quanta (in)tolerância usada como pano de fundo para desfilar justamente o oposto direito da superioridade de quem se engabela de ler livros e de desfilar um silopsismo intelectual movido a vaidades herméticas.
O enunciado de Popper serve para muitas coisas, inclusive para contestar quem ousa desafiar a crítica, chamando-a de imbecil. Ao dizer que "...Na verdade, a coluna foi um teste (...) " e que "Essa várzea tem de acabar", o hater é que salta como a cobaia-alvo de um discurso de ódio.
Matérias e abordagens cultistas deste quilate, sofisticamente, acabam-se voltando contra os leitores da ConJur, todos rebaixados a um grau cultural inferior.
Ora, idiossincrasias não são cometidas somente nos meios forenses, mas também entre os doutos e na internet.
A fachada do senso incomum não tem trazido sequer "uma solução simples, elegante e completamente errada” sobre qualquer tema que não seja o que atenda ao silopsismo eucêntrico incorporado por algus articulistas que visam ao afago... pobres do resto, reles mortais !!!

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