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Questão feminista

Advogada divulga "nota de repúdio absoluto" a reportagem publicada pela ConJur

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Comentários de leitores

22 comentários

Que lixo!

sGFREITTAS (Outros - Empresarial)

Devolva meu 1 minuto perdido para ler esse "repúdio", e pensar que ainda mencionou o termo 'livre arbítrio'.

Não entendi...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Já existe uma associação que congrega advogados, advogadas, estagiários, estagiárias e estudantes de ambos os sexos. Digo ainda que tal associação presta relevantes e mui qualificados serviços a todos os que dela fazem parte.
Então, uma associação apenas de advogadas, estagiárias e acadêmicas para quê?

Trabalhador x empregador

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Tantos advogados optam por defender apenas um ou outro, ou seja, o empregador ou o trabalhador. Será que há algo errado nisso? Vamos respeitar as opções e decisões alheias sem alarde. Porque ninguém ataca os zangões, as publicidades imorais, os agenciadores e angariadores de causas e os tergiversadores e o patrocino infiel? Esses sim devem ser perseguidos.

Dualismo Jurídico ou Contencioso dos Gêneros

Luiz Antonio Hacker (Outros)

A todos, homens e mulheres é garantido o direito de defesa ou contraditório. Li a reportagem aqui referida, e não vejo o motivo para tamanha indignação ou mesmo reprovação a uma advogada que inteligentemente identificou um nicho de mercado. Principalmente os novos profissionais precisam buscar a especialização e identificação na sua área de atuação. Não creio que um operador do direito deva atuar como ativista político, ideológico ou religioso. A atuação do advogado deve ser o melhor interesse do seu cliente. Creio que a insigne articulista deveria lere atentamente o seu próprio artigo e refletir com seus próprios argumentos.

Coerência

Observador.. (Economista)

Alguém foi coerente, já que se escreve tanto sobre elegância e ética, e ligou para perguntar para colega sua posição, antes de crítica-la com tanto desembaraço?
E basta ler a notícia para notar que ela se refere à casos onde o homem se sinta prejudicado, nunca esquecendo que quem irá decidir é a Justiça, não a advogada.
Outra pessoa escreveu que os homens escolhem suas companheiras sabendo exatamente o que esperar, pois elas refletiriam suas condutas. Então o contrário também serve?
Mulheres casadas com homens abusivos, cafajestes, autoritários ou violentos, sabiam o que estavam fazendo?
A Juventude e a empolgação explicam muito mais do que qualquer outra coisa, quando se trata de comportamento humano e suas consequências. Muitas vezes, só a experiência de vida irá polir as escolhas que fazemos - homens e mulheres - em tudo que diz respeito às nossas condutas.
Precisamos de mais serenidade, respeito e harmonia e menos ativismo, menos machismo e menos misandria.

Da necessidade em se "feminilizar" os substantivos

C Mesmo Silva (Outros)

Em tempos onde a Presidente da República reclama o tratamento de "PresidentA", logo se percebe que a idéia da "feminilização" das palavras encontra aliados naqueles que entendem necessário dizer, como na sobredita nota, "dia dos Advogados e 'Advogadas'".
Por favor. O léxico não é machista. Apelemos ao bom senso. O substantivo "advogado" engloba tanto homens, mulheres, transgeneros. Nada se ganha com essa necessidade em se citar o substantivo no masculino e feminino.
Parece-me que o politicamente correto, como é o teor do restante da nota de repúdio, vem sempre insuflado de ignorância e intolerância. Sinal dos tempos...

Distorção de uma visão...

MazinhoSP (Cartorário)

Em nenhum momento, creia-se, não se defende a ideia de que as mulheres não sejam, muitas vezes, maltratadas por seus companheiros... Mas daí a dizer que todas o são, ou que, não existam mulheres "pilantras", há uma distância enorme.

Mas é sempre bom ler textos de repúdio, como este, porque demonstra que, estando numa democracia (creio que não de fachada), podemos também repudiar o repúdio.

Parabéns pela Carta!

Igor Drumond (Assessor Técnico)

Parabenizo à Rosana Chiavassa e toda a associação pela carta de repúdio, cuja crítica procede totalmente. Acredito que apenas com o apontamento de situações machistas, que fazem parte do nosso cotidiano, conseguiremos questionar o quanto que nós, homens, somos privilegiados sem perceber, e só assim haverá o real empoderamento das mulheres.
Parabéns à Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas do Direito do Estado de São Paulo pela crítica. Certamente a reportagem da Marielle Brito, e sua iniciativa, são reprováveis de diversas formas.
Nossa sociedade machista precisa aprender a ouvir mais as mulheres.

Nota impecável

Adriano Ryba (Advogado Autônomo - Família)

Concordo plenamente com a Nota de Repudio. Foi lamentável essa propaganda como se fosse uma reportagem.

Adriano Ryba,
Presidente da Associação Brasileira dos Advogados de Família (abrafam.com.br)

Infelicidade.

Dr. Rafael (Advogado Autônomo - Empresarial)

Quando li a reportagem, publicada no dia 11/08, tive a certeza de que, num surto de infelicidade, a colega "patrocinou" a publicação deste medíocre texto, ou melhor, desta medíocre publicidade que foge dos limites éticos impostos pelo Estatuto da OAB. Acredito que se a colega fosse mesmo a referência que pretende fazer acreditar, a propaganda seria desnecessária. Bastaria a propaganda "boca a boca" dos endinheirados clientes satisfeitos com a sua atuação.

Apenas alguém querendo aparecer

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Apenas mais uma pessoa querendo aparecer polemizando coisas totalmente irrelevantes..., e o pior é que conseguiu.

Não há limites mesmo!

Observador.. (Economista)

É para deixar qualquer um perplexo.
Bom final de semana.

Nexo causal?

Gabriel Cabral Parente Bezerra (Advogado Autônomo - Tributária)

Bem, eu sou um homem. Pelo que dá pra deduzir do texto da advogada, minha opinião a respeito das atitudes das mulheres, qualquer que seja e independente do lastro probatório, será passível de uma exceção de suspeição.
No entanto, a partir do momento que ela divulga o texto em público, ela deve se comprometer pelas suas palavras e sua postura.
Postura essa que, qualquer advogada, promotora, procuradora, juíza que visite o site, qualquer mulher razoável há de verificar inconveniência do texto, tanto da iniciativa da advogada, da distorção do raciocínio do texto paradigma quanto da falta de congruência do texto.
É indiscutível que houve desequilíbrios no decorrer da história, e é admirável que as mulheres estejam buscando seu espaço. Mas não são textos extraordinariamente mal-escritos e radicais que irão ajudar em qualquer sentido. Se muito, apenas atrapalham.

Nada e ninguém está a salvo

Gabriel RD (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

"E por que no Dia do Advogado e das Advogadas? A imprensa também deve ser politicamente correta."

Não, não deve. Não há lei que obrigue qualquer empresa ou profissional da imprensa a adotar uma linguagem politicamente correta, e como a Constituição é clara ao dizer que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer senão em virtude de lei, resta ao Conjur o direito de realizar suas publicações sem ter de se render ao politicamente correto, podendo empregar os termos que entender adequados dentro da legalidade.

É para nos divertir, e não para aborrecer

Edmundo Correia - Servidor do Judiciário (Outro)

Chega mesmo a ser hilário. Bom fim de semana a todos.

Publicidade e Oportunismo

Fabrini Ramos (Advogado Assalariado - Tributária)

Concordo veementemente com os dizeres da ilustre dra. Rosana Chiavassa.
Achei essa publicidade descabida e sou extremamente contra a essa ideia de que o homem é sempre vítima da mulher "oportunista".
Oportunismo é você ocultar patrimônio da sua antiga companheira e não pagar a pensão devida.

questão de caráter

ari ariadne (Advogado Sócio de Escritório)

O caráter independe de gênero. Concordo com a associação na nota de repudio.
Além da advogada em questão ter agido com total falta de zelo à ética, em suas elucidações perante seus clientes, ela denegriu a imagem das mulheres ao sujeita-las "em sua maioria" na estrutura perversa.
Ademais, as pessoas escolhem seus parceiros, consciente ou inconscientemente, espelhos de sua própria estrutura emocional.
Não vamos deixar agora, mais uma vez, o gênero feminino ser a baila traiçoeira dos melhores presságios...
Como se pra nascer ninguém precisasse de uma mulher e como se falha de caráter fosse questão de gênero.

Era só o que faltava.

Diogo Duarte Valverde (Advogado Associado a Escritório)

Nem o ConJur escapa à patrulha das causas politicamente corretas. A insanidade do pensamento politicamente correto não conhece limites.

questão de caráter

ari ariadne (Advogado Sócio de Escritório)

O caráter independe de gênero. Concordo com a associação na nota de repudio.
Além da advogada em questão ter agido com total falta de zelo à ética, em suas elucidações perante seus clientes, ela denegriu a imagem das mulheres ao sujeita-las "em sua maioria" na estrutura perversa.
Ademais, as pessoas escolhem seus parceiros, consciente ou inconscientemente, espelhos de sua própria estrutura emocional.
Não vamos deixar agora, mais uma vez, o gênero feminino ser a baila traiçoeira dos melhores presságios...
Como se pra nascer ninguém precisasse de uma mulher e como se falha de caráter fosse questão de gênero.

Meu amigo me disse

Papajojoy (Advogado Autônomo - Propriedade Intelectual)

Meu amigo e assessor, João Caminhoneiro, me disse que a coisa é muito pior. A mulher brasileira, principalmente se for educada no sudeste, com as exceções de praxe, é uma tremenda vagabunda, educada para sangrar o homem até não restar mais nada. Isso já vem da educação dada pela mãe, a qual lhe ensina que "homem é tudo (sic) uma merda só". João até cita um caso de marido que pagou e não pegou recibo. A advogada (também do sudeste) instruiu a criatura para dizer que nunca recebera nada. O infeliz teve que pagar tudo de novo.

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