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Indicação ao STF

Sabatina de Fachin na CCJ é adiada por causa de vista coletiva regimental

A sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado de Luiz Edson Fachin foi adiada por causa de uma vista coletiva regimental. A sabatina estava marcada para esta quarta-feira (29/4). Fachin foi indicado pela presidente Dilma Rousseff no dia 14 de abril para vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal, no lugar de Joaquim Barbosa.

Os membros da CCJ decidem hoje quando Fachin (foto) será sabatinado. O relator da indicação, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), disse que os senadores já têm informações suficientes para fazer a sabatina no prazo regimental de cinco dias.

Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2015, 12h42

Comentários de leitores

4 comentários

Mais um

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Há algumas semanas eu ouvi um desses políticos sem moral que há em Brasília dizer que recusariam qualquer nome ligado diretamente ao PT. No caso da indicação de Fachin, vergonhosamente (para o Indicado) há apoio político do PSDB, o que certamente vai fazer a promessa de recusa a petistas evaporar. Como político no Brasil não tem vergonha na cara, e o povo menos ainda, a vida segue.

Ao que consta

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O indicado exercia concomitantemente a advocacia privada enquanto ainda ocupava o cargo de procurador. Duvido, porém, que o nome venha a ser recusado. Essa sabatina é mera formalidade e por mais que tentem torná-la realmente séria, jamais conseguirão em face do que já se viu em termos de conchavos. O Min. Toffoli está aí para não nos desmentir, pelo menos no quesito "notável saber jurídico" , aspecto que não se compatibiliza com a reprovação em dois concursos para Juiz de Direito. Na verdade quem manda é sempre o presidente, que jamais será contrariado.

Vergonha

Cesar Chagas (Corretor de Seguros)

Considero uma vergonha o senador Alvaro Dias indicar um nome tão petista quanto o do Fachin, o cabo elitoral do PT, depois de indicar que será oposição ao Partido (com P maiúsculo mesmo) e ao (des)governo da Sra. Dilma Roussef.
Será uma grande decepção ver o nome desse sujeito aprovado para o STF, o que inevitavelmente trará uma crise institucional ao órgão, pois não podemos ignorar que a população está de olho nessa indicação e muito bem informada das reais intenções da Sra. Dilma e do Partido.
Fachin, além de ser cabo eleitoral, já atuou em processos contra o Brasil (no caso Itaipu, defendendo o Paraguai), teses exóticas contrárias à família (poligamia e direito sucessórios da amante). Obviamente que o Sr. Fachin tem todo o direito de ter suas opiniões, por mais esquisitas que sejam e tem o direito de defender quem pague seu salário, mas ocorre que para ocupar uma cadeira no STF será necessário mais comprometimento com o Direito do que com suas ideologias e idéias extropolantes.

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