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Segurança Pública e Justiça Criminal

Comentários de leitores

11 comentários

Prende-se muilto, solta-se ainda mais!

JOÃO BOSCO botelho (Psquiatra)

Que se prende muito , se prende. O problema é que os bandidos e politicos não ficam na cadeia. Prender e soltar não resolve. Mas se prendessem e a justiça deixa-se preso ai sim.Não iria zerar a criminalidade.Mas não ficaria como esta hoje . Os cidadãos de bem presos atras de grades e os bandidos soltos.

Faltou o:

Adriano Las (Professor)

Ai, ai, ai seu bandido!

Hum!

Acho que tenho a solução...

Adriano Las (Professor)

... para a ineficiência do nosso sistema penal, ao menos da parte que cabe ao Judiciário:

Que tal uma sentença coletiva admoestativa, cujo dispositivo seria assim:

- Senhores bandidos, pelos próximos 30 dias, não façam mais isso! Pois, se fizerem, outro decreto desses somente após passados 45 dias do trânsito em julgado do primeiro.

Entendi...

Adriano Las (Professor)

Nossas cadeias e penitenciárias estão cheias, não pq tem muito crime e criminoso (quase 60 mil/ano homicídios, latrocínios e quase 60 mil/ano estupros, estes sem contar que boa não é revelada pelas vítimas; fora roubos etc; e crescendo) mas pq se... prende muito!

E olha que a maioria desses crimes não são sequer investigados ou denunciados, o que, por óbvio ululante, não ressuscita a vítima, ou seja: o crime ocorreu, só o criminoso é que saiu ileso.

Então, se prendermos menos ainda, os criminosos e seus crimes diminuirão!

Entendi...

>Bom né?!

Apenas um adendo

Hiran Carvalho (Advogado Autônomo)

Sem entrar no mérito do brilhante artigo, peço vênia para aduzir que, num país em que há mais de 50.000 homicídios todos os anos, um dos maiores índices do mundo, e a demora no trânsito em julgado leva vários anos, é impossível combater a criminalidade sem as prisões provisórias. O que é necessário é usá-las apenas para os réus de crimes violentos e/ou perigosos.

Políticas Públicas...

Jonas Sales Fernandes (Estudante de Direito)

Será que nossos representantes têm noção desse nosso paradigma de Justiça Criminal? Como falar em redução da maioridade penal desta maneira...

Devolva ministro

Alexandre.M.B. (Serventuário)

Devolva a julgamento a ação que trata do financiamento empresarial de campanha política. É ilícito impedir a Côrte de se pronunciar sobre uma ação, só porque V.Exa. não concorda com a decisão que se avizinha. DEVOLVA Ministro.

Cade o 1 bilhão

Professor Edson (Professor)

O atual ministro da justiça exatamente no mesmo dia que assumiu o cargo disse de boca cheia que iriam investir 1 bilhão em novos presidios e tudo mais, cade? Como disse o proprio ministro, só nos casos de homicidios muito pouco viram punição, se fosse o contrario teriamos milhões de presos, outra questão a ser combatida é a morosidade dos julgamentos, isso é um grande incentivo, e fiscalização pra quem cumpre regime semi aberto e aberto aqui no Brasil é uma utopia.

Foi o próprio STF que criou a sensação de impunidade!

Leonardo BSB (Outros)

Moreira Alves faz falta, não só pelo seu nível de conhecimento técnico, indiscutivelmente muito mais elevado do que o dos membros atuais, como por saber se portar é saber o seu papel. Sabe que mudanças devem ocorrer com quem tem voto, no Congresso! Hoje, nos deparamos
com um STF tecnicamente fraco e perdido, a fomentar a insegurança jurídica. Nesse sentido, basta ver a teratologia única em nível de mundial de não admitir a execução penal, mesmo tendo sido esgotadas as instâncias ordinárias e já existindo no sistema a possibilidade de em hipóteses excepcional ser concedida medida cautelar para atribuir efeito suspensivo ao REsp ou RE. Enfim, graças a esses "gênios" atuais do STF esses recursos tratados pela própria CF como excepcionais, agora são regra, assim como a prescrição intercorrente! Isso, evidentemente, a fomentar a sensação atual de impunidade e o consequente imenso aumento do números de presos, pois desmoralizaram o direito penal!

E pra completar...

Felipe Lira de Souza Pessoa (Serventuário)

Face a todos esse fatos, o STJ, praticando aquilo que se costuma denominar jurisprudência defensiva, cria meios oblíquos para não conhecer os "habeas corpus" lá ajuizados, com o beneplácito do STF que admite esse tipo de negligência constitucional. P.S.: ressalve-se que o último informativo do STF tem decisão brilhante de Celso de Melo determinando que o STJ conheça um "habeas corpus", mesmo que já se tenha interposto um RE.

Devolve o processo GILMAR

Ricardo Vaz de Oliveira (Escrivão)

cobrar a lentidão dos outros é fácil, mas e a própria?

No dia 2 de abril do ano passado, o ministro do Supremo pedia vistas no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) apresentada pela OAB que prevê o fim das doações de empresas a campanhas eleitorais; o placar já era de 6 a 1 em defesa do financiamento público, ou seja, a causa estava decidida; mas Gilmar Mendes não só trava o caso por um ano em meio a manifestações da sociedade pela reforma política e apelos de políticos e movimentos sociais para que se dê andamento ao julgamento, como deu sinais, há 15 dias, de que não pretende desengavetá-lo

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