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Resposta eficaz ao crime passa por um novo Código de Processo Penal

Comentários de leitores

16 comentários

Ótimo juiz.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

O doutor Ali é um juiz de perfil em extinção infelizmente pois além de culto faz o Direito valer de forma integral, muito diferente dos magistrados que não cumprem a lei do país e que hoje são a maioria.

Verdade

Edson Vander da Assunção (Defensor Público Estadual)

Parabéns ao articulista pela clareza das colocações e pelo senso de realidade com que avaliou o nosso momento e o ordenamento jurídico brasileiro. Precisamos de mais operadores do direito comprometidos com essa verdade e prontos para lutar por uma legislação mais precisa, clara, constitucional e justa. Justa tanto para as "vítimas" quanto para os que preferem viver á margem, bem como para os ocasionais. Assim, com respeito, poderemos trabalhar para um país melhor, mais democrático, isonômico. Parabéns.

Enfim o bom senso

DR. CARLOS ALBERTO (Advogado Associado a Escritório)

Parabéns Magistrado, o Senhor é tipo de juiz que o país precisa. Não se constrói um estado de direito tripudiando ou fazendo promoção pessoal da desgraça alheia. Buscar notoriedade ao desgraçar vidas, ainda que de acusados, suprimindo e aviltando direitos, afigura-se um crime tão ou mais grave que o do próprio réu, mas falta sensibilidade para que a sociedade perceba a sutileza desse tipo de crime. Talvez os que clamam por sangue, morte e cadeia só entendam o que queremos dizer quando tiverem um filho, pai ou irmão subjugado num processo injusto! Mais uma vez Parabéns.

Enfim o bom senso

DR. CARLOS ALBERTO (Advogado Associado a Escritório)

Parabéns Magistrado, o Senhor é tipo de juiz que o país precisa. Não se constrói um estado de direito tripudiando ou fazendo promoção pessoal da desgraça alheia. Buscar notoriedade ao desgraçar vidas, ainda que de acusados, suprimindo e aviltando direitos, afigura-se um crime tão ou mais grave que o do próprio réu, mas falta sensibilidade para que a sociedade perceba a sutileza desse tipo de crime. Talvez os que clamam por sangue, morte e cadeia só entendam o que queremos dizer quando tiverem um filho, pai ou irmão subjugado num processo injusto! Mais uma vez Parabéns.

Perfeito!

Neli (Procurador do Município)

Perfeito!Até que enfim uma voz sábia no mundo jurídico. Não adianta ampliar a pena penal se ela é cumprida pifiamente em razão do Código de Processo Penal e da lei das Execuções Penais. Depois que Lei das Execuções foi abrandada na época da ditadura para favorecer aquele delegado(Lei Fleury) o crime começou a aumentar.E posteriormente com o abrandamento, mais ainda, da Lei das Execuções, o crime virou pandemia. A Constituição de 1988 tem a sua parcela de culpa ao dar a cidadania para bandidos comuns. Hoje no Brasil ser criminoso compensa, então é um dos países com mais índice de mortalidade feminina no mundo,segundo lugar em estupros, homicídios, como bem apontou o articulista, 50 mil por ano. E assim caminha a extinção do Brasil como estado de direito.A tendência é piorar.

jorge luis teixeira - advogado

jorge Teixeira (Advogado Assalariado - Civil)

O artigo é brilhante. Mas o tema nao é novo. Infelizmente ou não, com a rejeição da presidenta e a levada de manifestaçoes nas ruas, o pacote anticorrupçao vem para coroar a inflação legislativa que ja temos e confirmar que a nossa politica e nossos representantes vivem ao sabor dos interesses e da midiática imprensa que insiste em 'apresentar' as falhas do sistema penal. O Brasil até precisa de códigos novos. Mas bom mesmo seria vergonha na cara.

A marcha da sensatez.

Joao Sergio Leal Pereira (Procurador da República de 2ª. Instância)

Quero apenas expressar meus elogios ao claro, contundente e jurídico artigo do honrado magistrado. Infelizmente, aproveitando a onda da insensatez, alguns membros do Ministério Público Federal - não, a maioria - defendem pacotes de ocasião. O Brasil não suporta mais esse tipo de atitude oportunista.

Além das fronteiras

MADonadon (Advogado Autônomo - Ambiental)

Não nos esqueçamos que a pena deve, ainda, cumprir o papel da ressocialização. De que adianta penas mais duras. Redução da maioridade penal e outras coisas mais se não há preocupação com as condições em que nossos presídios se encontram. O preso não deveria, como faz, ficar inerte o dia todo. É salutar, até porque dignifica, que trabalhasse e gerasse renda, não só para o sustento de sua família, mas, também, para custear os gastos despendidos pela sociedade à seu favor. Há, portanto, que se olhar além dos horizontes das penas para uma melhor efetividade da reprimenda criminal. O que não se admite, como bem lembrado pelo articulista, é o riscar da Constituição e das suas garantias conquistadas com muito sangue e suor. Parabéns por lembrar aos pares a existência da Constituição e das garantias, pois, alguns, já defendem a execução da pena provisório como se tivesse valor a liberdade tolhida em caso de alteração do julgado.

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Observador.. (Economista)

Parabéns pelo seu sensato comentário.Este assunto nunca será esgotado, enquanto não vivermos em um país menos corrupto e mais pacificado.

Esgotou o assunto

Miguel Teixeira Filho (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Parabéns pela lucidez. Nada como ouvir, e ler, a experiência.
Uma abraço, daqui de Joinville.

Acertou em cheio

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O Articulista esgotou o assunto. Está aí o roteiro do que precisa ser realmente mudado, com resultados, no sistema de persecução criminal.

Excelente

André Delgado (Outros - Administrativa)

Ótimos pontos tratados pelo articulista.

No último mês temos visto discussões de alguns temas, tais como o infanticídio, a "flexibilização" para o uso da prova obtida por meio ilícito, a redução da maioridade penal, tornar o crime de corrupção em hediondo.

A questão a respeito de tais questões, não é de concordar ou não concordar com cada uma dessas mudanças. Pouco importa a discussão delas neste espaço. Se elas são corretas ou incorretas, se são justas ou injustas, isto fica para outro espaço.

Mas o que me incomoda é o fato de todo problema que temos nesse país, tendamos a resolver na "canetada". Ou seja, a lógica é que se há um "abacaxi" para resolvermos, então só fazer uma lei que irá dirimir os conflitos.

Será que é só mudar a Constituição, o Código Penal, o Código de Processo Penal para mudar as coisas? Ou será que precisamos de alguma mudança de outra ordem, que não seja somente a da legislação?

Vamos maneirar no maniqueísmo ver o que é verdade

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Os garantistas estão certos quando dizem que há excesso de prisões preventivas.
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Os conservadores estão certos quando dizem que o excesso de recursos torna quase impossível a punição de réus bem assistidos.
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Os garantistas estão certos quando dizem que endurecer as penas, por si só, não adianta, e que é preciso focar na fase de investigação e elucidação.
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Os conservadores estão certos quando dizem que a impunidade estimula o crime.
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Os garantistas estão errados quando dizem que a pena de prisão não serve pra nada.
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Os conservadores estão errados quando dizem que a prisão pode ter uma utilização mais ampla.
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Os garantistas estão errados quando dizem que qualquer medida tendente a tornar mais efetiva a persecução penal é facista e autoritária.
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Os conservadores estão errados quando defendem a efetividade com base na flexibilização da proibição da prova ilícita.
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Infelizmente o mundo não é preto e branco. Não é Fla x Flu, nem Corinthians x Palmeiras. Que tal maneirar no maniqueísmo e implementar um verdadeiro Estado de Direito, que não só obedeça à lei como imponha a sua obediência aos particulares?

Parabéns pela sensatez!

toron (Advogado Sócio de Escritório)

Basta o título do comentário para cumprimentar o grande e verdadeiro magistrado.
Respeitosas saudações,
Toron, advogado

Ótima síntese

Diego Prezzi Santos (Professor)

Parabéns ao escritor pelo texto. Gostei muito.

Equilíbrio

Luis Américo (Advogado Autônomo - Consumidor)

O MPF está mostrando sua verdadeira face e quer revogar a Constituição Federal conforme muito bem demonstrou o articulista. Seria para isso que o MP quer ter poder de investigação? barbaridade!!! Dá neles juiz Ali Mazloum

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