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Guerra de liminares

Licitação do Banco do Brasil para contratar escritórios é suspensa de novo

Comentários de leitores

6 comentários

Tem cheiro de petroleo

Ernandes Mourao (Bancário)

Já faz tempo que o BB não aparece num escandalo. Entre os grandes está o famoso "Escandalo da Mandioca" que até hoje rola nos tribunais. Sou aposentado do BB e não se enganem. Esse negócio não está me cheirando bem. O Presidente atual já tem cargo vitalicio. O Meu medo é a PREVI continuar pagando os desmandos do (des)governo.
Srs Jornalistas olhem para a PREVI. O rombo lá está sem limites. Investiguem, vão fundo, não esqueçam pelo amor de Deus. Os aposentados estão enfrentando uma brutal dificuldade e a diretoria atual recebendo agora premios anual de R$500.000,00 que equivale a 12 salarios de 41.000,00 cada um. Se procurarem vão encontrar algo de podre.

Mentalidade elitista

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A solução preconizada pelo JL JUNIOR (Advogado Autárquico) é simples e direta mas... e os custos? O mais simples advogado admitido por concurso público custa ao menos 20 mil mensais, sem falar nas vantagens indiretas e penduricalhos. A produção é baixa, em comparação ao setor privado. A bem da verdade, a licitação deveria ser a regra na prestação de serviços jurídicos, inclusive para o Ministério Público. Uma licitação bem realizada é a certeza que o menor custo está sendo buscado, pois quem joga o valor do serviço lá em cima, fica de fora. É bem verdade que essa licitação feita pelo BB apresenta diversos problemas, e provavelmente não terá fim, mas é questão de ajustes. Uma licitação na área jurídica, para funcionar, precisa ser regionalizada, e realizada de forma periódica, com ampla previsibilidade. Precisamos acabar com a mentalidade elitista vigente no Brasil, deixando milhões excluídos do mercado de trabalho enquanto alguns poucos recebem verdadeiras fortunas apenas porque "prestaram concurso".

Concurso Público

JL JUNIOR (Advogado Autárquico)

Banco do Brasil tem de fazer concurso para advogado, art. 37 II da CF/88 e pronto.

Música tema

Marcelo Cortez (Advogado Autônomo - Administrativa)

...
B Brasil
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
B Brasil
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
...

Eita Brasilzão

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Infelizmente nesse nosso brasilzão de deus tudo é esquema, se o Banco do Brasil fizesse tudo como determina a lei evitaria todos esses infortunios.

Porem como nas terras tupiniquins todo mundo prefere fazer esquema do que realizar as coisas do jeito certo, boa parte das vezes acaba prevalecendo a incompetência sobre a competência.

Esse inquérito...

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

"Por ser crime doloso, a denunciação caluniosa só fica caracterizada quando o autor tem a intenção de imputar a outra pessoa, que sabe ser inocente, a prática de um crime. Dessa forma, não há crime se ficar provado que o réu não sabia que as acusações eram falsas" (http://www.conjur.com.br/2014-set-16/denunciacao-caluniosa-exige-intencao-imputar-crime-inocente)".
Acrescente-se que "a acusação por denunciação caluniosa deve ter pelo menos alguma prova para demonstrar que a instauração de investigação, processo ou inquérito civil teve como única motivação o interesse de atribuir crime a uma pessoa que se sabe ser inocente" (idem).
Como o delegado Jacques Alberto Ejzenbaum entendeu que o vencedor do certame não forjou a contratação de advogados, decidiu automaticamente instaurar novo inquérito para apurar a prática de denunciação caluniosa por parte de Rudemar Pena de Amorim e Luciana Cecconello Branco.
Particularmente, não tenho tanta certeza da inocência do vencedor do certame quanto às acusações de forjar a contratação de advogados. Muito pelo contrário, tudo leva a crer que realmente houve contratações fajutas como afirmaram os advogados "Lucas Santana" (em 25/06/2014) e "Ana Alice" (em 17/09/2014). Esta última acrescentou que tem provas da fraude.
Agora a licitação é suspensa de novo até que se conclua a ação em que se pede a republicação do edital.
Será que o TCU concordará com o delegado Jacques Alberto Ejzenbaum?
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168

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