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Operação privada

Supremo condena Protógenes Queiroz por condução da operação satiagraha

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Comentários de leitores

24 comentários

Atentai agente público!

Adriano Las (Professor)

Toda condenação será satanizada pelos criminaloides bruzundangas, exceto a tua!

Onde estão os criminalistas de plantão,

Adriano Las (Professor)

QUE NÃO ESTÃO METENDO O PAU NESSA CONDENAÇÃO?!?! O que esta condenação tem que não merece o inexorável, useiro e vezeiro repúdio dos criminalistas dessa zona chamada Brasil? Cheiro de urubu no ar...

Falha da acusação?

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Por que o DLEGADO (ex) não foi acusado e condenado pelo crime de formação de quadrilha? Pelo que li na notícia, ele não agiu sozinho ao comandar o espetáculo criminoso com que pretendia colocar na prisão o banqueiro adversário Dantas. Sinceramente, acho que foi condenado minimamente. Penso que para esses casos (não há crime mais odiento, mais perverso, mais hediondo do que esse em que o bandido se aproveita de sua condição de agente público capaz de prender --- policial ---, para satisfazer um desejo próprio. É, mais que um crime, um ATO IMORAL, porque é ato de TRAIÇÃO à confiança nele depositada por toda a sociedade; é um sujeito ABJETO o que o pratica; devia haver a pena de exílio ou expulsão do território nacional) a LEI deveria ser mais SEVERA. Ainda que de fato tenha havido o crime por ele perseguido, isso não traz a menor justificativa para o seu ato e pelo contrário, só demonstra que é INCOMPETENTE para o exercício da função, pois, se o ato existe ele poderá ser provado de maneira eficiente; mas o fato é que ele perseguiu um inocente, como depois ficou provado, restando, em seu favor tão só a falácia PETISTA de que se protegeu um BANQUEIRO, palavra essa demoníaca na boca de esquerdófilos primários e de má-fé. Acho, mais, que tentou-se APARELHAR uma repartição de ESTADO, fazer-se dali um bastião de resistência e ação contra o regime político CONSTITUCIONAL.

Louros

SCP (Outros)

Conjur, diz logo quem foi que patrocinou essas ações contra o Delta, porque já são dois mps reclamando! Mp não gosta de ser esquecido.

Taca-lhe pau...

Mentor (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Por fim, justiça foi feita. Prevaleceu o bom trabalho dos advogados de Daniel Dantas, que repeliram a máquina soviética de investigação do ex delegado.

E o autor da ação

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

Quem foi o autor da ação que resultou na condenação?
Quem à patrocinou nas duas instâncias pelas quais tramitou?
O Conjur ficou devendo essa informação a seus leitores...

Responsabilidade parcial de um tempo de trevas

Luiz Carlos de Oliveira Cesar Zubcov (Advogado Autônomo)

A fase do “prender para investigar” instalada pelos discípulos de Fidel Castro, Hugo Chavez e Evo Morales parece que está ficando para trás, embora continuem a sonhar com um Brasil cubano, venezuelano ou boliviano.
Anjos com as mãos sujas de sangue seguem homiziados para garantia de suas impunidades, mas são conscientes das suas participações nas ilegalidades e abusos cometidos. Esses delinquentes, de acordo com o grau de suas psicopatias chegam a sentir um prazer mórbido pelas vidas inocentes que destruíram.
Às vezes foram os principais idealizadores das operações midiáticas que causaram espetáculos de horror à custa da dor alheia. Nenhum delegado foi o responsável isolado por operações justiceiras, contaram com a aprovação de colegas, superiores e até de outros Órgãos, a exemplo da satiagraha que buscou apoio na Abin.
Quão bom e justo seria se todos fossem responsabilizados pelas desgraças que provocaram!
Antes ser injustiçado do que sobreviver com a ignomínia da autoria da injustiça.

E a justiça foi feita

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

Não poderia ser outro o destino do delegado sem noção. Julgou-se o chicote de Deus na terra, megalomaníaco, achou-se acima da lei e o dono da verdade.É preciso ter muito cuidado com 'justiceiros' no pior sentido do termo, pois como se sabe , o inferno está cheio de boas intenções. O juiz De SAnctis era outro que sofria do mesmo mal, ainda bem que existem leis e que estas existem para todos!

comentáriOS...do M.A.P..

Observador.. (Economista)

(corrigindo comentário anterior)

Tenho diferenças abissais com os comentário do M.A.P

Observador.. (Economista)

Mas seu comentário, "nefasta mentalidade" é irretocável.
Não existem castas. Nem ungidos. Se está errado não termos políticos (até que temos alguns) presos, ou banqueiros, que se melhorem as leis e a capacidade operacional para polícia promover investigações corretas, respeitando direitos constitucionais.
Sou um defensor da polícia. São abnegados em sua maioria, protegendo uma sociedade que não tem o hábito de reconhecer seus profissionais (não só policiais, mas de qualquer área de atuação). Mas não podemos ter pessoas que acham que podem fazer o que quiserem em seus cargos.Não podem. São servidores públicos. Como todos nós, estão limitados pelas normas constitucionais que afetam a todos.

Já tá rico!

HERMAN (Outros)

Tudo bem, já tem o suficiente, ademais, poderá pedir retorno de seus favores ao Paulo Lacerda, a ABCF, e Ramazzinne, para quem sempre foi servil.

... sem ter examinado os autos ...

Luiz Eduardo Osse (Outros)

... nem ter participado do desenrolar do caso, baseado apenas no noticiário que me chegou às mãos, considero a decisão duplamente injusta, e um desserviço às entidades que exercem policiamento, sejá lá do que for ...

Trapalhadas da PF

Sil (Comerciante)

Uma investigação medíocre, com provas obtidas ilegalmente, utilizando a mídia para encobrir sua própria incompetência. Estes foram os meios utilizados pela nossa Polícia Federal para "fazer justiça". E a culpa desta trapalhada que fez o processo desabar é dos juízes?
Quem foi comprado, afinal? A quem serviu todo aquele circo?
Chega de impunidade! Que a Polícia Federal faça direito seu trabalho, com discrição e seriedade, montando um caso sólido, com provas irrefutáveis que permitam uma condenação dentro da legalidade. E que não abra brechas para a sociedade passar por estre tipo de constrangimento, tendo que punir um espertinho que decidiu transformar uma investigação em palanque político.

O brasil precisa mudar e urgente!

WANDERLEY  (Estudante de Direito)

Em nosso país as coisas são muito engraçadas, se não vejamos: Quando um pobre comete algum delito, a policia "mete o pé na porta" sem NENHUM mandado, espanca o suspeito na frente dos seus familiares, muitas vezes atira e mata, e até HOJE eu NUNCA vi nenhum tribunal estadual ou federal, prender o delegado ou sentenciar a sua demissão do serviço publico. POR QUE? Agora quando a policia investiga e descobre CRIMES dos mais diversos onde quem estar envolvido POLITICOS ou personagens conhecida e RICAS, a "JUSTIÇA" cumpre ao "pé da Letra" o nosso ordenamento juridico exemplarmente. Senhores Ministros do STF, STJ e CNJ as nossa PENITENCIARIAS estão cheias de pessoas humildes que roubaram uma galinha. O BRASIL PRECISA MUDAR E É URGENTE!

A verdade é: NENHUMA PROFISSÃO deve ser degrau político!

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Não vejo como a decisão não poderia ser diferente. O comportamento do profissional, que pretendia ter atividade política, e pouco importa QUANDO a ideia começou, não poderia prevalecer. Já se descreveu, antes de minha intervenção, a forma como atuou. Alguns, corporativamente - o que acho até natural! - se manifestaram, mas de forma inadequada, "venia concessa", quando pretendem INVERTER a responsabilidade pela sanção, e, até, ousando lançar um traço de "suspeita" contra os que decidiram, como se o banqueiro, enraivecido, tivesse podido "convencer" a todos. Um professor, não sai de sua teoria, esquecendo-se que, na prática, a teoria carece de PROVA, é outra. E a prova urdida, temos que aceitar, foi fraca e mal engendrada. Atirou-se no que foi visto e presumiu-se o que não foi atestado. Não, o serviço público não pode ser exercido desta forma. Não discuto que aqueles que mereceram um elogio como teria sido feito (não testemunhei, portanto o registro é "en passant") pelo Min. Mario Simonsen, têm o hábito de se postarem "acima de qualquer suspeita", como se isso fosse possível. Erram, sim, e muito. A diferença é que, na maior parte das vezes, têm eficientes profissionais que engendram, tendo em vista o DIREITO POSTO, as defesas que não são difíceis contra os DIREITO SUPOSTO e INDISPOSTO, efetivamente. Parece-me, assim, perfeita a sanção. Se o degrau alcançado foi atingido por FATO que SUPÔS uma verdade, mas que se traduzia por uma conciliação entre INTELIGÊNCIA e ELEMENTOS VISUAIS, é óbvio que a conclusão acabou por levar o Agente à chamada VERDADE SUPOSTA, que em nada se concilia com a VERDADE REAL, necessariamente DEMONSTRÁVEL num processo de natureza PENAL. E aí se deu o COMPROMETIMENTO da PROVA e, portanto, do PROCESSO.

Os poderosos podem tudo.

PAULO FRANCIS (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O Delegado errou em algumas coisas e está sendo punido. Ninguém pode está acima da lei. Sabia disto. Era um policial. Entretanto foi mexer na mixórdia dos poderosos que se locupletam. Foi o começo do fim. Porém mostrou ao povo quem é quem. Este serviço ninguém tira dele. Vai enfrentar dias difíceis. É uma pena.

Juarez Araujo Pavão (Delegado de Polícia Federal)

Adriano Las (Professor)

Irreparável o seu comentário. O banqueiro e seus comparsas, flagrados e filmados, estão por aí, serelepes, livres, leves e soltos. Aliás, em sua homenagem o stf até legislou, descaradamente, com a ignominiosa súmula vinculante das algemas!!! Eita estado democrático de direito!!!! Só no Brasil mesmo.

CQD

JALL (Advogado Autônomo - Comercial)

"Como queríamos demonstrar". Com esse cqd, encerra-se em matemática os teoremas. Tal e qual anunciamos aqui neste espaço lá atrás, quando a espetaculosa operação, que pela desconexão de causa e efeito, parecia mais uma operação Sagatyba do que uma sofisticada e pretensiosa Satiaghara ou o que o valha. Nada ali foi verossímil, desde a filmagem do banqueiro Daniel Dantas, "oferecendo ou recebendo suborno", do que nada se vê a não ser duas pessoas num restaurante conversando numa mesa. Podiam estar comprando um carro ou falando de qualquer outra coisa. Depois porque o banqueiro Daniel Dantas, "o mais brilhante aluno que já tive" na expresão gratuita do ex-ministro, banqueiro, professor e filantropo Mário Henrique Simonsen, não iria se deixar pilhar de forma tão primitiva como a versão dada pelo ex-delegado e deputado cassado Protógenens. Aliás ao invés do PCdoB ele parece mais saído das fileiras do PT.

Nefasta mentalidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O infeliz comentário do Juarez Araujo Pavão (Delegado de Polícia Federal), que é livre para pensar como quiser, representa bem o sentimento vigente entre os agentes públicos brasileiros, causa primária das mazelas brasileiras. Eles se esforçam permanentemente para sustentar a ideologia de que o bandido está lá fora, e que dentro das instituições não há criminosos, nem bandidos, nem crimes ou desvios. A bem da verdade, o crime está em todo lugar, e abrange todas as classe sociais e de trabalhadores. Há delegados bandidos, advogados, juízes, contadores, médicos, professores, etc., etc. O ato de investigar, como qualquer outro dever dos agentes estatais, NÃO PODE ser feito ao livre arbítrio de cada um. Há regras, da mesma forma que há regras para os "comuns", que precisam ser respeitadas sob pena das devidas responsabilizações. Nesta República, nós chegamos ao extremo do assassino ser o próprio juiz, que julgou e condenou um inocente no crime de assassinato que ele mesmo cometeu. Somente a duras penas se conseguiu reverter a situação. É preciso acabar com essa mentalidade de que todo agente público, apenas porque supostamente "está lutando contra os bandidos" é santo. O agente público precisa cumprir a lei, e nada mais do que isso, e ter a consciência de que se praticou crimes, deve responder como todos os demais.

Já era.

Advogado Santista 31 (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Agora só cabe a ele chorar na cama que é lugar quente. No fim, nem sempre os fins justificam os meios. E ele agora aprendeu as duras penas.

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