Consultor Jurídico

Artigos

Equívoco oligofrênico

Dívida com a mentecapta que destinou o epíteto macaco a um atleta

Comentários de leitores

7 comentários

Esse é o país do samba do crioulo doido!

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

Também, pudera! Num país, onde o governo, a título de exercício de um populismo barato, cria um ministério da igualdade racial para seccionar a raça humana em branca, negra, amarela e até da cor do arco-iris, tudo pode acontecer. Isso é que dá, confundir alhos com bugalhos! Ora pois, pois!

Proporcionalidade

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

O clube pelo qual torce a moça mencionada foi punido com a exclusão da competição que disputava, e isso que só ela e pouquíssimos outros torcedores estavam envolvidos (não era um coro da torcida toda, eram, pelo que se noticiou, não mais que meia dúzia, e por poucos instantes, que gritavam palavras de cunho racista).
Será, mesmo, que essa punição respeitou a proporcionalidade, num país em que, infelizmente, noticiam-se lesões físicas graves e até mortes em estádios?
Seria aplicada a mesma pena imposta no caso se o clube da torcedora fosse de SP ou do RJ?

Dívida com a mentecapta que destinou o epíteto macaco a um a

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

“Mentecapta”: belo indicativo de que estamos no (des) caminho do “Planeta dos Macacos” ...

Ora, ora...

Alex Wolf (Estudante de Direito)

Pelé teve razão: "... se eu parasse o jogo cada vez que me chamavam de 'macaco' ou de 'nego safado', há muito que teria parado de jogar." Creio que aquela torcedora não quis ofender o jogador; aliás, teve até um negro que proferiu a palavra 'macaco' àquele jogador. Em suma: chamar o juiz ou qualquer outro jogador de 'ladrão', corno', 'safado' e outros adjetivos pode; só 'macaco' não, muito embora existam raças de macacos brancos. Esse negócio do 'politicamente correto' já está enchendo o saco. Fico pensando nos tempos do Chico Anysio: se vivo, ele teria se incomodado à beça devido a alguns personagens seus. Aliás, ele mesmo, numa entrevista pouco antes da sua morte, disse que "está difícil de fazer humor no Brasil. O país perdeu a graça."

Lendo alguns escritos...

Observador.. (Economista)

E com as devidas vênias, fico a pensar como certas ideologias conseguiram nos confundir, dividir e gerar a desconfiança entre todos, no seio da sociedade.Tudo em nome do bem, é claro.
Um país cada vez mais raivoso, desprovido de serenidade que, em nome do politicamente correto (que é pautado por militâncias), vai aprendendo a desconfiar de tudo e de todos.Para que?Para o "papai estado" (ou mamãe, como devem preferir alguns seres mais infantis) intervir em todas as esferas do cotidiano, como aquele que "sabe melhor" o que deve ser feito.Camufla sua abissal incompetência, seu descontrole com a corrupção, violência, mortes de milhares de brasileiros ano a ano, falta de infraestrutura, de planejamento, de luz, de água, de celeridade no trato dos direitos da sociedade...camufla tudo isto escolhendo "causas" e alguns bodes expiatórios nesta jornada triste.
Um país que vem perdendo sua identidade nacional.
Enquanto nos dividirem e aceitarmos isso em nome de "uma boa causa", vamos nos infantilizando a cada dia, nos entorpecendo; em um tempo não muito distante, vamos achar normal entregar dedos e anéis para "gestores públicos da moral e conduta alheia".Só nunca dizem quem vai cuidar dos tais gestores...
Uma pena.

Afinal

rode (Outros)

Não éramos todos macacos? Teve "artista" lucrando com isso, inclusive!

Espero pela tradução

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Assim que efetivada, gostaria de comentar.

Comentar

Comentários encerrados em 10/10/2014.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.